Os 6 maiores problemas da Escola: 1. Valores da sociedade industrial 2.Falta de autonomia 3.Falta de autenticidade nas aprendizagens 4. Não há espaço para os interesses dos alunos 5.Não considera as diferenças no modo como aprendemos 6.Palestras https://t.co/lf4OxfILdH
— José Neto (@netodays) 27 de novembro de 2017
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segunda-feira, 27 de novembro de 2017
A Escola necessita urgentemente de uma actualização
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Mentes Conectadas - Connected Minds
Porque é importante estar conectado?
A conexão é a capacidade de beneficiar da conectividade, com propósitos pessoais, sociais, de trabalho, ou económicos, tendo impacto em todas as esferas da actividade humana. Os professores geralmente manifestam-se alarmados com a “excessiva” exposição dos jovens aos jogos e redes sociais, mas raramente se questionam como utilizar na Educação os mecanismos utilizados pelos jovens. A publicação da OCDE - Connected Minds - não sugere que se reproduza na aula a cultura dos jovens, mas chama a atenção para a necessidade de os escutar.
Os alunos esperam utilizar a tecnologia para se divertir. Mas também esperam dela que o seu trabalho escolar fique mais conveniente, e que o seu trabalho seja muito mais produtivo.
A conexão é a capacidade de beneficiar da conectividade, com propósitos pessoais, sociais, de trabalho, ou económicos, tendo impacto em todas as esferas da actividade humana. Os professores geralmente manifestam-se alarmados com a “excessiva” exposição dos jovens aos jogos e redes sociais, mas raramente se questionam como utilizar na Educação os mecanismos utilizados pelos jovens. A publicação da OCDE - Connected Minds - não sugere que se reproduza na aula a cultura dos jovens, mas chama a atenção para a necessidade de os escutar.
Os alunos esperam utilizar a tecnologia para se divertir. Mas também esperam dela que o seu trabalho escolar fique mais conveniente, e que o seu trabalho seja muito mais produtivo.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Porquê integrar as tecnologias na sala de aula?
Os documentos em papel, como os cadáveres, estão expostos à corrupção do tempo, são alimento de pequenos vermes e, bastas vezes, o seu destino é converterem-se em pó.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Computadores não são gordura do Estado
O provimento da educação exige que se realizem despesas de funcionamento. Se temos quadros interactivos, computadores e ligações à Internet é necessário realizar despesas para manter os equipamentos a funcionar e ir realizando upgrades e substituições. Caso se reduzam as despesas a zero, rapidamente o parque instalado se degradará e teremos todos de regredir ao giz na ardósia, às fotocópias e aos obsoletos manuais. Pela minha parte já consigo dispensar essa tralha toda, mas é preciso que me deixem poupar!
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
O talento ganha jogos, mas o trabalho de equipa e a inteligência ganham campeonatos
Esta é uma das muitas lições a que podem aceder no FaceBook através da aplicação LSBF Global MBA, o MBA no vosso PC pela London School of Business & Finnance.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
A informação torna-se conhecimento através das conexões

- O conhecimento é uma função relacional... conexões entre font_tages de informação. Apercebemo-nos desta realidade cada vez que um país enfrenta um ataque terrorista ou depois da crise económica de 2008. Depois destes acontecimentos, ficou claro que os elementos da informação existiam, mas simplesmente não estavam conectados de modo que se produzisse o conhecimento necessário para agir. Eu levo esta ideia mais longe e digo que a informação se torna conhecimento através das conexões. Então, neste sentido, o conhecimento é um sistema de formação de conexões...
Ler entrevista de George Siemens
Eis uma entrevista interessante para repensar o sistema de ensino. Que resta do velho modelo assente na transmissão de conhecimentos? (Ver justificação industrial) Os fenómenos da catástrofe ambiental, crise financeira, ataques terroristas ou gripe A não demonstraram que o nosso conhecimento está na rede?
Catarina Oliveira
quarta-feira, 10 de março de 2010
Professores e estudantes do séc. XXI
Encalhei nestes vídeos a surfar pela web, num momento em participava numa discussão sobre os prós e os contras da tecnologia, particularmente das tecnologias da informação.
O que me custa compreender é como ainda se discute tecnologia. Melhor, compreendo. Apenas se discute a tecnologia porque ela não foi integrada no quotidiano escolar.
O que me custa compreender é como ainda se discute tecnologia. Melhor, compreendo. Apenas se discute a tecnologia porque ela não foi integrada no quotidiano escolar.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Os mais jovens utilizam mais frequentemente a Internet mas blogam menos
Os mais jovens utilizam mais frequentemente a Internet mas blogam menos. Tanto nos homens como nas mulheres 3 em cada 4 utilizam a Internet. Não se sabe se a rede virá a ser o mecanismo de promoção social equalizador de oportunidades que os iluministas sonharam implementar através da Escola. Certo é que a utilização da Internet está positivamente correlacionada com o nível de rendimento e com a escolaridade.
Entre os países com maior penetração da Internet encontramos o mais desenvolvido do Mundo - por ordem do IDH - o 4º, o 10º, o 11º e o 13º.
Fonte: http://www.focus.com/fyi/information-technology/state-internet/
Que poderemos concluir com interesse para a Escola? Se não forem os professores a forçar os alunos à maçada da escrita, a sua experiência de Internet não irá além de uns cliques pelo YouTube, redes sociais e pouco mais. Esta experiência da rede fornecida pelas escolas será um factor de exclusão social particularmente grave no caso dos jovens sem acesso a adultos com literacia digital.
Entre os países com maior penetração da Internet encontramos o mais desenvolvido do Mundo - por ordem do IDH - o 4º, o 10º, o 11º e o 13º.
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Fonte: http://www.focus.com/fyi/information-technology/state-internet/
Que poderemos concluir com interesse para a Escola? Se não forem os professores a forçar os alunos à maçada da escrita, a sua experiência de Internet não irá além de uns cliques pelo YouTube, redes sociais e pouco mais. Esta experiência da rede fornecida pelas escolas será um factor de exclusão social particularmente grave no caso dos jovens sem acesso a adultos com literacia digital.
domingo, 3 de janeiro de 2010
Estudante conectado em rede
Alguém ainda tem dúvidas das vantagens da utilização da Internet no ensino?
Links sobre conectivismo
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Na escola em 1969 e em 2009...

"Todos pensam em deixar um planeta melhor para os nossos filhos... Quando é que pensarão em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro da própria casa e recebe o exemplo dos seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive...
Mail em circulação na Internet.
sábado, 12 de setembro de 2009
Pessoas que mudaram o Mundo
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Youtube.EDU

Faculdades e universidades dos Estados Unidos já vinham, isoladamente, oferecendo cursos gratuitos online incluindo a filmagem das palestras de seus mais ilustres professores.
Agora, além do MIT, são mais de 100 faculdades e universidades americanas que disponibilizaram as suas aulas gratuitamante na Internet, no site de compartilhamento de vídeos YouTube.EDU.
Podemos citar, a título de exemplo, várias universidades conhecidas mundialmente, como Berkeley, Columbia Business School, Cornell, Dartmouth, Duke, Harvard, Stanford, MIT, Yale, UCLA e Princeton.
São milhares de vídeos em praticamente todas as áreas imagináveis!
Todos os países do mundo já sabem que a educação, a investigação e a ciência são peças chave para o seu desenvolvimento. Compartilhar estas informações é ir rapidamente ao seu encontro. Os Estados Unidos já entraram na prática. Portugal é um país retardado, tecnologicamente, mas sobretudo culturalmente. Quando começarão os portugueses a seguir este exemplo? A mudança de mentalidades é sempre muito mais lenta que a revolução tecnológica. Porquê?
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Luli Radfahrer - Para que serve uma monocotiledônea? (nerds, mídias sociais e a escola do século 21)
A ideia básica da educação é estabelecer critério. Pode parecer óbvio, mas não é.
Quem adora a tecnologia tem uma doença chamada tecnofilia. Quem odeia a tecnologia tem uma doença chamada tecnofobia. Os dois são umas bestas.
Classe AB utiliza a Internet para trabalho, classe CD utiliza a Internet para entretenimento (...) porque não têm conteúdos.
A ideia do mais ou menos desenvolve-se na web semântica, dando expressão à realidade prulicolorida, subvertendo a ditadura do pensamento booleano do SIM ou NÃO.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
A mudança muda-nos a nós também
Estamos mais ligados que nunca
A pessoas
A lugares
Ao conhecimento
A ideias
À audiência
O modo como podemos interagir tem mudado significativamente
Como é que podemos aproveitar este ambiente na Web?
Envolvendo as pessoas na aprendizagem do “fluxo-Web”
(...)
O vídeo mostra então algumas das mais populares ferramentas da Web 2.0. Questiona a infoexclusão daqueles que não poderão expressar as suas ideias num blogue, lançar uns tweets ou preencher um perfil.
Uma crítica habitual à Web é observá-la apenas como espaço lúdico, que de acordo com a lógica industrial se opõe ao espaço de trabalho. A dicotomia trabalho/lazer não faz sentido para os jovens de hoje. É precisamente como passatempo que editam a Wikipédia que se constituiu como fonte de referência em muitas áreas, demonstrando o poder do trabalho realizado em redes sociais.
Pode a Escola ficar alheia ao desenvolvimento das ferramentas da Web 2.0? Para cumprir a sua função não pode, mas são óbvias as resistências, porque não é uma coisa tão simples quanto foi trocar as canetas de tinta permanente por esferográficas. Neste caso – como escreveu a Cristina Costa - a mudança muda-nos a nós também.

Fonte: http://dx.doi.org/10.1787/537160311288
A verdade é que não podemos continuar indiferentes ao crescimento do número de famílias com computador em sua casa, nem discriminar aqueles que ainda não atingiram esse objectivo.
A pessoas
A lugares
Ao conhecimento
A ideias
À audiência
O modo como podemos interagir tem mudado significativamente
Como é que podemos aproveitar este ambiente na Web?
Envolvendo as pessoas na aprendizagem do “fluxo-Web”
(...)
O vídeo mostra então algumas das mais populares ferramentas da Web 2.0. Questiona a infoexclusão daqueles que não poderão expressar as suas ideias num blogue, lançar uns tweets ou preencher um perfil.
Uma crítica habitual à Web é observá-la apenas como espaço lúdico, que de acordo com a lógica industrial se opõe ao espaço de trabalho. A dicotomia trabalho/lazer não faz sentido para os jovens de hoje. É precisamente como passatempo que editam a Wikipédia que se constituiu como fonte de referência em muitas áreas, demonstrando o poder do trabalho realizado em redes sociais.
Pode a Escola ficar alheia ao desenvolvimento das ferramentas da Web 2.0? Para cumprir a sua função não pode, mas são óbvias as resistências, porque não é uma coisa tão simples quanto foi trocar as canetas de tinta permanente por esferográficas. Neste caso – como escreveu a Cristina Costa - a mudança muda-nos a nós também.

Fonte: http://dx.doi.org/10.1787/537160311288
A verdade é que não podemos continuar indiferentes ao crescimento do número de famílias com computador em sua casa, nem discriminar aqueles que ainda não atingiram esse objectivo.
sábado, 4 de abril de 2009
sexta-feira, 3 de abril de 2009
O que significa ser professor hoje?

Fiz a pergunta, mas não tenho a pretensão de responder ;)
Abri o post apenas para guardar alguns links ;)
- What Does It Mean to Be a Literacy Teacher Today?
- Technology Enhanced Learning - Best Practices
- Universal Instructional Design Principles
- E-Competencies
- Techy Tips for Non-Techy Teachers
- We don't NEED more teachers. We need more people TEACHING!
- Nine great reasons why teachers should use Twitter
- Don Tapscott na abertura do AECI em Portugal
- Creating a Learning Ecosystem - Why Blended Learning is Now Inadequate
domingo, 22 de março de 2009
Transformando um blogue num site

Um blogue tem sobre o site a desvantagem da desarrumação dos posts, que ficam ordem cronológica em vez de ficarem em secções.
As etiquetas resolveram esse problema para a generalidade dos utilizadores, mas no caso do ensino, sendo necessário definir claramente a matéria que sai para uma prova, podem surgir dificuldades.
Uma forma de resolver o problema é o mapa dos módulos, uma caixa na banda lateral do blogue com links para todos os posts referentes ao respectivo módulo.
Então o blogue fica a parecer um site ;) Parece-me interessante porque oferece aos alunos uma imagem global da unidade didáctica, além de melhorar bastante a navegação.
Veja o meu Blogue de Economia
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Ferramentas de e-learning - Top 100
De que falamos quando nos referimos a e-learning? Uma boa ideia é começar por verificar as ferramentas que conhecemos entre as indicadas na lista das TOP 100 ;)
Versão PDF do TOP 100
Versão PDF do TOP 100
Os computadores não são cadernos diários

O computador não é um caderno mais sofisticado. A sua introdução no ensino obriga a pensar em aulas diferentes. Um professor de Direito que terá continuado a combinar aulas magistrais com a presença dos computadores, concluiu que a melhor maneira de ser escutado passava por proibir a utilização dos computadores.
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