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quarta-feira, 7 de setembro de 2016
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Luís Aguiar-Conraria et al
Trabalho econométrico concluiu que é de esperar da medida proposta pelo Governo, exactamente o efeito oposto ao defendido, isto é, é de esperar um aumento do peso do desemprego de longa duração no desemprego total.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Medina Carreira: É a Economia estúpidos!
Medina Carreira foi um dos subscritores da reavialiação dos investimentos públicos, apresentado no post abaixo. Defende que o Estado deve criar um quadro normativo e promover a qualificação séria dos recursos humanos de modo que as empresas portuguesas possam exportar.
domingo, 28 de junho de 2009
Reavaliação do Investimento Público

O modelo de crescimento de Sócrates está posto em causa. Pretendia em simultâneo sustentar as empresas portuguesas, criar emprego e dotar o país de modernas infra-estruturas. Segundo MST, "na verdade, são três mentiras em um: as empresas portuguesas são parceiros menores de grandes consórcios internacionais, onde os espanhóis lideram quase sempre e a banca é que fica com a fatia de leão dos negócios que os contribuintes pagam; o emprego é aproveitado pelo submercado de trabalho dos brasileiros, africanos, romenos e moldavos, que, finda a empreitada, se vão embora; e temos modernos hospitais abandonados por falta de doentes, de médicos e de viabilidade, escolas encerradas porque não há alunos no interior, auto-estradas fabulosas e despovoadas como apenas vi no Novo México ou no Arizona".
Na mesma linha, foi lançado um Fórum de Discussão destinado a promover a reavaliação dos investimentos públicos. O documento apresenta um retrato negro da economia portuguesa:
- Na última década a economia portuguesa teve o pior desempenho relativo dos últimos oitenta anos, o que a fez divergir das economias da União Europeia. O empobrecimento relativo do País vem criando uma situação de mal-estar social, estagnação dos níveis de vida e aumento do desemprego.
É imperativo encontrar soluções, começando por compreender a componente estrutural da nossa crise, para além das actuais dificuldades conjunturais internacionais.
O peso do investimento na economia portuguesa em proporção ao rendimento nacional tem sido elevado, mas o seu impacto no produto (eficiência marginal do capital) tem apresentado, desde 1999, uma tendência decrescente relativamente à UE.
Continuar a ler o documento
Subscrevem o documento alguns nomes com crédito académico na Economia, entre outros que adquiriram apenas notoriedade na política: Álvaro Nascimento, Álvaro Santos Pereira, Arlindo Cunha, Augusto Mateus, Carlos Pereira da Silva, Daniel Bessa, Diogo Lucena, Eduardo Catroga, Fátima Barros, Francisco Sarsfield Cabral, Henrique Medina Carreira, Henrique Neto, João Duque, João Salgueiro, José Pedro Barosa, José Silva Lopes, José Soares da Fonseca, Luís Campos e Cunha, Luís Miguel Beleza, Luís Mira Amaral, Manuel Avelino de Jesus, Manuel Jacinto Nunes, Miguel Cadilhe, Pedro Santa Clara, Rui Moreira, Sérgio Rebelo, Vitor Bento e Alexandre Patrício Gouveia.
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