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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Portugal não tem impostos altos, tem serviços a menos

Comparando Portugal com os outros países da União Europeia, (EUROSTAT) é fácil concluir que não pagamos demasiados impostos directos (sobre o rendimento e a riqueza). Também se observa que o Estado não proporciona à sociedade um nível de serviços comparável com os seus parceiros, designadamente na Educação e na Saúde.

Impostos sobre o rendimento e a riqueza em percentagem do PIB
http://epp.eurostat.ec.europa.eu/guip/mapAction.do?mapMode=dynamic&indicator=tec00018_1

Camas de hospital por 100.000 habitantes
http://epp.eurostat.ec.europa.eu/guip/mapAction.do?mapMode=dynamic&indicator=tps00046

Abandono precoce de educação e formação
http://epp.eurostat.ec.europa.eu/guip/mapAction.do?mapMode=dynamic&indicator=tsdsc410_1

Toda a propaganda que se houve aponta para a redução da despesa e dos impostos por razões estritamente ideológicas. Fazem as médias que lhes convém… não importando os buracos da rede hospitalar, nem que grande parte da população abandone precocemente o sistema educativo.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Paul Krugman responsabiliza a UE e o BCE pela crise política portuguesa

BCE/CE só intervêm ou prometem intervir quando o Euro está ameaçado. Entretanto já criaram expectativas de criação dos eurobonds, que resolveriam a crise portuguesa, que se encontra no volume da dívida (acumulada) e não tanto do défice que tem sido alvo preferencial das notícias nestes dias. Krugman escreveu um texto responsabilizando a UE e o BCE pela crise política portuguesa:
  • Em resposta da Comissão Europeia à crise política portuguesa, a Comissão elogia a determinação do Governo em impor a austeridade não importando o que os tribunais dizem, porque a austeridade está a produzir "o crescimento da confiança dos investidores em Portugal".

segunda-feira, 18 de março de 2013

A Europa perdeu num dia a confiança construída em décadas

Que a Europa nunca teve uma liderança política responsável pelo seu destino já sabíamos há muito tempo. Por isso mesmo, deram emprego ao Durão Barroso, que não tem nem representa nenhuma ideia de Europa.

A crise financeira veio colocar a nu a falta de estratégia da UE, pois enquanto os Estados Unidos e Japão já ultrapassaram a crise, a Europa vive no marasmo, vendo as economias emergentes a adquirir maior importância.

O BCE, com receio da inflação tem imposto uma política monetária restritiva, e vendido a ideia que os países precisam da confiança dos mercados. Só pode ter enlouquecido quando decidiu resolver o resgate de Chipre - uma economia com 1 milhão de pessoas, que representa apenas 0,02% do PIB europeu - com uma solução que deitou por terra todo o esforço que vinha sendo feito pela afirmação do Euro. Um assalto a todos os depositantes.

A partir deste momento os depositantes de qualquer país da União jamais acreditarão que os seus depósitos estão em segurança, sendo fácil imaginar uma sangria de capitais. Não é concebível que alguém conseguisse minar o Euro de uma forma tão eficaz. E tinha sido fácil evitar o pânico, estabelecendo uma taxa ligeiramente superior para o escalão acima dos 100.000 euros, que facilmente obteria a mesma receita, poupando os trabalhadores, os pensionistas e a população em geral. Se o problema estava na lavagem de dinheiro pelos russos, que fizessem a pesca à linha, em vez de lançar a rede sobre toda a gente.

Imaginem que Vitor Gaspar se lembra de anunciar que Portugal não seguirá o caminho do Chipre. Bastará que ele comece a falar para o pânico se instalar. Quando terminar de falar, já ninguém acreditará no que ele disse. Mesmo que fique calado o pânico já se instalou, e todos receiam que ele decida resolver de vez o problema da dívida pública recorrendo aos depósitos dos particulares.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

O que a Alemanha tem ganho com o Euro?

Desde 2002 que a Alemanha tem acumulado excedentes na sua Balança Corrente:



Fonte: http://www.tradingeconomics.com/germany/current-account

Este excedente apenas é comparável ao da Arábia Saudita, que é o maior produtor e exportador de petróleo, ou com o da China, cuja população tem uma dimensão 17 vezes maior, e trabalha sem direitos sociais:


Fonte: The World FactBook

Perante estes números parece evidente que Alemanha é a primeira interessada no Euro, mas têm surgido muitos comentários a dizer o oposto.

Enquanto não tivermos relações comerciais com os extra-terrestres, os excedentes de uns correspondem necessariamente aos défices dos outros. Da intensificação das relações comerciais no Mercado Interno Único (Europeu), saíram vitoriosos a Alemanha e os países vizinhos desta sem pretensões para afirmação como potências: Holanda, Suécia, Dinamarca, Áustria, Finlândia e Luxemburgo.


Fonte: http://epp.eurostat.ec.europa.eu/statistics_explained/index.php/Balance_of_payment_statistics

Portugal tem o azar de estar afastado da locomotiva por duas composições: Espanha e França. Sendo um país periférico, nunca poderá tirar tanto benefício do Mercado Comum, mas mais grave ainda é continuarmos a exportar Sol, azeite e cortiça (produtos baratos) em vez de exportar automóveis, electrodomésticos e equipamentos industriais (produtos caros). Só será possível produzir e vender produtos caros, incorporando nos mesmos mais trabalho e tecnologia, desenvolvendo a indústria e a estrutura da economia.

A assistência financeira só pode comprar tempo, mas não aborda as causas da crise. É como um analgésico. Se não forem tomadas as célebres medidas estruturais para garantir que se vai curar a doença, ficará pior cada vez que o efeito desaparece. Gaspar continua a insistir no défice como objectivo único, mas tem a seu lado Relvas que transformou o Continente em 308 Madeiras! Respeita as big four das PPP, etc.

Assim a austeridade não tem sentido, e à medida que a repartição do rendimento é cada vez mais inequitativa, a política económica perde moralidade. A única forma de dar os parabéns a Vitor Gaspar é felicitá-lo por estar a "governar" para os alemães, que afirmam que "Portugal está no bom caminho". “Até agora, o país tem cumprido as suas obrigações”, suspendendo os subsídios de férias e 13.º mês, vendendo ao desbarato o escasso tecido produtivo através das privatizações e encontra-se em curso uma reforma laboral que nos aproximará da China... Assim os alemães terão - talvez, se não matarem a economia - garantias de que receberão todo o crédito concedido. Mas se chamarem a isto "governar": cortar salários, vender empresas e aumentar impostos... suponho que o país viveria melhor sem Governo!

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Euro 2012: O Triunfo dos PIGS?

Portugal, Itália, Grécia e Espanha fazem parte de um conjunto de apenas 7 países que foram finalistas dos últimos campeonatos da Europa e do Mundo de futebol, tendo ganho as 4 competições (Espanha em 2008 e 2010, Itália em 2006 e Grécia em 2004, tendo Portugal sido finalista vencido também em 2004). No Euro 2012, as 4 seleções do Sul da Europa qualificaram-se já para os quartos-de-final, aumentando assim a probabilidade de repetirem a façanha.

Infelizmente, estes 4 países encontram-se também entre os mais fragilizados com a crise da dívida soberana na Zona Euro, sendo frequentemente citados de forma depreciativa e até ofensiva como “PIGS” (o acrónimo formado pelos seus nomes em inglês, mas também uma palavra que significa “porcos”). Semana após semana, parecem não ter fim as notícias negativas sobre este “clube do infortúnio”. Neste momento, as preocupações centram-se sobre a escalada dos juros em Espanha (que superam já o insustentável nível de 7% a 10 anos) e sobre a formação de um Governo de coligação na Grécia.

Por ironia do destino, os quartos-de-final do Euro 2012 colocarão em confronto directo países que têm desempenhado um papel fundamental na atual crise, com o "lixo" em maioria:
  • os periféricos da Zona Euro “mal comportados”: Portugal, Itália, Grécia e Espanha. O "lixo" na terminologia das agências de rating
  • os core da Zona Euro: Alemanha e França, principais garantes dos mecanismos de apoio financeiro
  • os outsiders da União Europeia: Reino Unido (representado pela equipa inglesa) e República Checa, os únicos que se recusaram a assinar o tratado intergovernamental de reforço da disciplina das finanças públicas dos Estados-membros

Extracto da Newsletter ActivoBank

domingo, 15 de janeiro de 2012

Crise na Europa

Não se encontra esta tradução no YouTube junto às versões legendadas noutras línguas porque o português resolveu ser demasiado criativo no título, apesar de concordar absolutamente com ele: "O politico que representa realmente a opinião da população... :-)" Mas ficaria igualmente muito bem na descrição.

Crise do Euro

O Euro foi criado para aprofundar políticas europeias, e não para assegurar a hegemonia da Alemanha, que UE visava controlar.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Os Estados Unidos da Europa impostos pelos liberais!

Seria certamente engraçado observar um aprofundamento da União Europeia ditado pelos liberais. A designada "crise de dívida na zona euro" levou o diretor geral do Fundo Monetário Internacional (FMI) a sugerir que a Europa precisa de "solução global" e não "país por país".

Para os países que têm estado debaixo do fogo dos mercados e que serão vítimas das políticas restritivas largamente desenhadas pelo FMI esta ideia parece-me interessante para permitir uma distribuição mais equitativa das restrições financeiras.

domingo, 28 de junho de 2009

Manifesto alternativo para a economia


Pode ler-se no manifesto que "o governo português deve exigir uma resposta muito mais coordenada por parte da União Europeia e dar mostras de disponibilidade para participar no esforço colectivo. Isto vale tanto para as políticas destinadas a debelar a crise como para o esforço de regulação dos fluxos económicos que é imprescindível para que ela não se repita. Precisamos de mais Europa e menos passividade no combate à crise".

Os keynesianos já descobriram que não têm instrumentos suficientes para intervir nas economias. Por exemplo, quando argumentamos que o aumento da despesa pública para a construção de grandes empreendimentos, apenas reduz o desemprego dos ucranianos estamos a reconhecer a ineficácia da política orçamental.

Os monetaristas não terão tão cedo coragem para defender a sua fé no funcionamento dos mecanismos de mercado livre, enquanto não esquecermos a crise financeira de 2008.

Só faltava mesmo os trotskistas apanharem boleia da crise. Se a crise é global, a solução também deverá ser equacionada à escala global... Mas como nós vivemos na zona rica do Mundo, é melhor deixar o esforço de regulação - a revolução já não se usa ;) - confinado à União Europeia. Como Portugal é um país que parece incapaz de formar um Governo de jeito, talvez fosse melhor entregar a administração do país à Comissão Europeia!

É evidente que as linhas imediatamente acima foram escritas a brincar com os trotskistas. Mas se queriam ser tomados a sério não deveriam ter tanta fé no "esforço de regulação" que propõem, pois a verdade é que ninguém conhece a solução imprescindível para que a crise não se repita.





O debate deve ser centrado em prioridades: só com emprego se pode reconstruir a economia


Estamos a atravessar uma das mais severas crises económicas globais de sempre. Na sua origem está uma combinação letal de desigualdades, de especulação financeira, de mercados mal regulados e de escassa capacidade política. A contracção da procura é agora geral e o que parece racional para cada agente económico privado – como seja adiar investimentos porque o futuro é incerto, ou dificultar o acesso ao crédito, porque a confiança escasseia – tende a gerar um resultado global desastroso.

É por isso imprescindível definir claramente as prioridades. Em Portugal, como aliás por toda a Europa e por todo o mundo, o combate ao desemprego tem de ser o objectivo central da política económica. Uma taxa de desemprego de 10% é o sinal de uma economia falhada, que custa a Portugal cerca de 21 mil milhões de euros por ano – a capacidade de produção que é desperdiçada, mais a despesa em custos de protecção social. Em cada ano, perde-se assim mais do que o total das despesas previstas para todas as grandes obras públicas nos próximos quinze anos. O desemprego é o problema. Esquecer esta dimensão é obscurecer o essencial e subestimar gravemente os riscos de uma crise social dramática.

A crise global exige responsabilidade a todos os que intervêm na esfera pública. Assim, respondemos a esta ameaça de deflação e de depressão propondo um vigoroso estímulo contracíclico, coordenado à escala europeia e global, que só pode partir dos poderes públicos. Recusamos qualquer política de facilidade ou qualquer repetição dos erros anteriores. É necessária uma nova política económica e financeira.

Nesse sentido, para além da intervenção reguladora no sistema financeiro, a estratégia pública mais eficaz assenta numa política orçamental que assuma o papel positivo da despesa e sobretudo do investimento, única forma de garantir que a procura é dinamizada e que os impactos sociais desfavoráveis da crise são minimizados. Os recursos públicos devem ser prioritariamente canalizados para projectos com impactos favoráveis no emprego, no ambiente e no reforço da coesão territorial e social: reabilitação do parque habitacional, expansão da utilização de energias renováveis, modernização da rede eléctrica, projectos de investimento em infra-estruturas de transporte úteis, com destaque para a rede ferroviária, investimentos na protecção social que combatam a pobreza e que promovam a melhoria dos serviços públicos essenciais como saúde, justiça e educação.

Desta forma, os recursos públicos servirão não só para contrariar a quebra conjuntural da procura privada, mas também abrirão um caminho para o futuro: melhores infra-estruturas e capacidades humanas, um território mais coeso e competitivo, capaz de suportar iniciativas inovadoras na área da produção de bens transaccionáveis.

Dizemo-lo com clareza porque sabemos que as dúvidas, pertinentes ou não, acerca de alguns grandes projectos podem ser instrumentalizadas para defender que o investimento público nunca é mais do que um fardo incomportável que irá recair sobre as gerações vindouras. Trata-se naturalmente de uma opinião contestável e que reflecte uma escolha político-ideológica que ganharia em ser assumida como tal, em vez de se apresentar como uma sobranceira visão definitiva, destinada a impor à sociedade uma noção unilateral e pretensamente científica.

Ao contrário dos que pretendem limitar as opções, e em nome do direito ao debate e à expressão do contraditório, parece-nos claro que as economias não podem sair espontaneamente da crise sem causar devastação económica e sofrimento social evitáveis e um lastro negativo de destruição das capacidades humanas, por via do desemprego e da fragmentação social. Consideramos que é precisamente em nome das gerações vindouras que temos de exigir um esforço internacional para sair da crise e desenvolver uma política de pleno emprego. Uma economia e uma sociedade estagnadas não serão, certamente, fonte de oportunidades futuras.

A pretexto dos desequilíbrios externos da economia portuguesa, dizem-nos que devemos esperar que a retoma venha de fora através de um aumento da procura dirigida às exportações. Propõe-se assim uma atitude passiva que corre o risco de se generalizar entre os governos, prolongando o colapso em curso das relações económicas internacionais, e mantendo em todo o caso a posição periférica da economia portuguesa.

Ora, é preciso não esquecer que as exportações de uns são sempre importações de outros. Por isso, temos de pensar sobre os nossos problemas no quadro europeu e global onde nos inserimos. A competitividade futura da economia portuguesa depende também da adopção, pelo menos à escala europeia, de mecanismos de correcção dos desequilíbrios comerciais sistemáticos de que temos sido vítimas.

Julgamos que não é possível neste momento enfrentar os problemas da economia portuguesa sem dar prioridade à resposta às dinâmicas recessivas de destruição de emprego. Esta intervenção, que passa pelo investimento público económica e socialmente útil, tem de se inscrever num movimento mais vasto de mudança das estruturas económicas que geraram a actual crise. Para isso, é indispensável uma nova abordagem da restrição orçamental europeia que seja contracíclica e que promova a convergência regional.

O governo português deve então exigir uma resposta muito mais coordenada por parte da União Europeia e dar mostras de disponibilidade para participar no esforço colectivo. Isto vale tanto para as políticas destinadas a debelar a crise como para o esforço de regulação dos fluxos económicos que é imprescindível para que ela não se repita. Precisamos de mais Europa e menos passividade no combate à crise.

Por isso, como cidadãos de diversas sensibilidades, apelamos à opinião pública para que seja exigente na escolha de respostas a esta recessão, para evitar que o sofrimento social se prolongue.

Manuel Brandão Alves, Economista, Professor Catedrático, ISEG; Carlos Bastien, Economista, Professor Associado, ISEG; Jorge Bateira, Economista, doutorando, Universidade de Manchester; Manuel Branco, Economista, Professor Associado, Universidade de Évora; João Castro Caldas, Engenheiro Agrónomo, Professor Catedrático, Departamento de Economia Agrária e Sociologia Rural do Instituto Superior de Agronomia; José Castro Caldas, Economista, Investigador, Centro de Estudos Sociais; Luis Francisco Carvalho, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL; João Pinto e Castro, Economista e Gestor; Ana Narciso Costa, Economista, Professora Auxiliar, ISCTE-IUL; Pedro Costa, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL; Artur Cristóvão, Professor Catedrático, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro; Álvaro Domingues, Geógrafo, Professor Associado, Faculdade da Arquitectura da Universidade do Porto; Paulo Areosa Feio, Geógrafo, Dirigente da Administração Pública; Fátima Ferreiro, Professora Auxiliar, Departamento de Economia, ISCTE-IUL; Carlos Figueiredo, Economista; Carlos Fortuna, Sociólogo, Professor Catedrático, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; André Freire, Politólogo, Professor Auxiliar, ISCTE; João Galamba, Economista, doutorando em filosofia, FCSH-UNL; Jorge Gaspar, Geógrafo, Professor Catedrático, Universidade de Lisboa; Isabel Carvalho Guerra, Socióloga, Professora Catedrática; João Guerreiro, Economista, Professor Catedrático, Universidade do Algarve; José Manuel Henriques, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL; Pedro Hespanha, Sociólogo, Professor Associado, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; João Leão, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL; António Simões Lopes, Economista, Professor Catedrático, ISEG; Margarida Chagas Lopes, Economista, Professora Auxiliar, ISEG; Raul Lopes, Economista, Professor Associado, ISCTE-IUL; Francisco Louçã, Economista, Professor Catedrático, ISEG; Ricardo Paes Mamede, Economista, Professor Auxiliar, ISCTE-IUL; Tiago Mata, Historiador e Economista, Universidade de Amesterdão; Manuel Belo Moreira, Engenheiro Agrónomo, Professor Catedrático, Departamento de Economia Agrária e Sociologia Rural, Instituto Superior de Agronomia; Mário Murteira, Economista, Professor Emérito, ISCTE- IUL; Vitor Neves, Economista, Professor Auxiliar, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; José Penedos, Gestor; Tiago Santos Pereira, Investigador, Centro de Estudos Sociais; Adriano Pimpão, Economista, Professor Catedrático, Universidade do Algarve; Alexandre Azevedo Pinto, Economista, Investigador, Faculdade de Economia da Universidade do Porto; Margarida Proença, Economista, Professora Catedrática, Escola de Economia e Gestão, Universidade do Minho; José Reis, Economista, Professor Catedrático, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; João Rodrigues, Economista, doutorando, Universidade de Manchester; José Manuel Rolo, Economista, Investigador, Instituto de Ciências Sociais; António Romão, Economista, Professor Catedrático, ISEG-UTL; Ana Cordeiro Santos, Economista, Investigadora, Centro de Estudos Sociais; Boaventura de Sousa Santos, Sociólogo, Professor Catedrático, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; Carlos Santos, Economista, Professor Auxiliar, Universidade Católica Portuguesa; Pedro Nuno Santos, Economista; Mário Rui Silva, Economista, Professor Associado, Faculdade de Economia do Porto; Pedro Adão e Silva, Politólogo, ISCTE; Nuno Teles, Economista, doutorando, School of Oriental and African Studies, Universidade de Londres; João Tolda, Economista, Professor Auxiliar, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; Jorge Vala, Psicólogo Social, Investigador; Mário Vale, Geógrafo, Professor Associado, Universidade de Lisboa.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Europa Pra Que Te Quero


Os meus alunos do curso profissional tiveram oportunidade de conversar com os candidatos ao Parlamento Europeu. Foi o chat possível dada a sua bagagem. Inicialmente dispararam algumas perguntas que já levavam engatadas, mas como não percebiam as respostas dos políticos, não conseguiam ripostar e só lhes restava disparar uma nova pergunta.

Fiz um post especial para esta aula centrado na perpetuação da pobreza em Portugal, apontando o cavaquismo como uma grande oportunidade perdida.

O chat entre os alunos e os candidatos ficou online aqui.

O Regresso do Morto-Vivo (ou como a IA me obrigou a trabalhar na reforma)

 Quem me conhece sabe que, no ano passado, arrumei definitivamente os manuais, fechei o giz no armário e decretei a merecida a...