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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

“Isto foi como um jogo de futebol em fim de campeonato em que tudo já está decidido. Não serve para nada”


Para os inocentes que ainda alimentassem dúvidas quanto ao "modelo de avaliação" dos docentes, o Governo terá tornado claro que a gestão de recursos humanos do Ministério da Educação está subordinada à política e às dotações do Ministério das Finanças, servindo o dito modelo apenas de funil para impedir a generalidade dos professores de atingir os escalões mais elevados impondo quotas administrativas.

A FENPROF reagiu com a expressão lapidar que escolhi para título deste post, (PÚBLICO, 23/DEZ/2009) mas a lógica da subordinação das remunerações de professores ao défice orçamental tem sido a política mais coerente deste Governo. Obviamente já recebeu as mais violentas manifestações de professores e fez o PS perder a maioria absoluta, mas particularmente num contexto de crise a insistência no funil pode tornar-se uma política populista. Leia-se Milu na versão Isabel Alçada:

  • Durante a sua primeira audição na Comissão de Educação, a ministra referiu que o sistema a que estão sujeitos os professores vigora na restante administração pública e não é defensável, no actual momento de crise, uma profissão ter uma situação de benefício face às outras.
    PÚBLICO, 21/DEZ/2009


Uma avaliação meritocrática aplicada ao Governo certamente começaria com a começaria com demissão do Primeiro-Ministro, que vai fintando tudo e todos, inclusivamente o sistema judicial, com as suas manobras políticas, recordou o Bloco de Esquerda.

Faz-se frequentemente a comparação entre a hierarquia militar e os professores para afirmar que nem todos poderão ser generais, alguns terão que ser soldados! De facto, quando se faz esta analogia está-se a fugir à explicação de duas situações muito diferentes. Admito que na estrutura militar baste um centro de comando, e qualquer outra opinião possa atrapalhar as operações. Na educação cada professor deverá ter como formação de base um Mestrado, precisamente para assegurar que é capaz de resolver os seus problemas com autonomia. Isto é, cada professor não é um mero executante, é um autêntico centro de comando!

Que interessa à populaça que cada professor seja necessariamente um investigador? Absolutamente nada. Recordo-me de uma "explicação" de Cavaco Silva para os professores ganharem pouco: são professoras que vivem com os maridos e escolheram o ensino para ter tempo disponível para as tarefas domésticas... Parecia mal se recebessem tanto quanto eles!

Do palhaço já não vale a pena falar. A "boa moeda" pensa assim. Que podemos fazer? Para já, os blogues de professores voltaram a actualizar-se...

Santana Castilho expressou o mau-estar dos docentes este Natal:

  • (...) congelaram-se salários e pensões acima dos mil euros; congelaram-se as progressões nas carreiras e as admissões; agravaram-se drasticamente as condições de reforma; reduziram-se regalias sociais, ao mesmo tempo que se aumentaram os descontos para a ADSE e aposentação. Tudo porque foi dito, em tempo de alarme, que sem isso não reduziríamos o défice. Mas com isso os funcionários públicos terão perdido nos últimos anos oito por cento do seu anterior poder de compra e o défice subiu para números nunca dantes vistos. Será pois altura de baterem à porta do dinheiro, da corrupção, da especulação e das obras faraónicas sem retorno. Será altura de nos preocuparmos seriamente com o terço da população portuguesa que vive abaixo do limiar da pobreza e de reconhecermos que os cânones da globalização feroz e do capitalismo sem ética estão na origem de uma legião de desempregados que nunca tínhamos visto. Será altura de nos opormos à arrogância cultural e política que vem impedindo os nossos jovens de compreenderem a realidade que os escraviza e a hipocrisia do discurso da modernidade que os deixa sem futuro.
    Santana Castilho, PÚBLICO, 23/DEZ/2009


sábado, 7 de março de 2009

Cordão humano


Reminder

  • O secretário-geral da FENPROF e porta-voz da plataforma sindical dos Professores, Mário Nogueira, afirmou hoje, no final da manifestação de professores que construiu um cordão humano entre o Ministério da Educação e a Assembleia da República, que os professores não vão desistir das suas reivindicações e que neste momento estão a avaliar todas as hipóteses de luta, incluindo a greve à avaliação no final do ano lectivo. Segundo o sindicalista, participaram 10 mil professores no protesto de hoje.
    PÚBLICO, 07.03.2009


Estão previstas greves às avaliações já no no final do 2º período e continuação das mesmas no 3º. Adivinha-se que Milu aparecerá afirmando que "está tudo a decorrer normalmente".

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Abaixo-assinado a exigir a suspensão do DR 2/2008 e a revisão do Estatuto da Carreira Docente


O abaixo-assinado a exigir a suspensão do modelo de avaliação proposto pelo ME e a revisão do Estatuto da Carreira Docente, assinala o fim do diálogo em a Ministra da Educação e a Plataforma Sindical.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

FENPROF ignora a Manifestação dos Professores

Para provar que a FENPROF ignora a Manifestação dos Professores, marcada para amanhã, fica aqui uma captura de screen da entrada do seu site, às 16:00 horas, na véspera. Obrigado pelo vosso contributo na mobilização dos professores!

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Bardamerda para o entendimento!

Os professores não mudam de opinião de um dia para o outro. Os sindicalistas é que devem estar com vontade de ir passar as férias às Caraíbas, e por este ano querem dar o seu “trabalho” como cumprido.

É significativo que numa amostra tão pequena já se refiram tantas escolas a votar contra. Reparem que não estão a votar contra o procedimento simplificado adoptado este ano lectivo, mas contra o modelo chileno que o ME teima em impor em 2008/09. Portanto é abusivo afirmar que os



  • Professores aprovam por "esmagadora maioria" acordo com Ministério da Educação



Teve razão Ana Benavente quando classificou este entendimento de "chantagem". Efectivamente...


  • ...“quando escolas afirmam que não têm condições para fazer a avaliação este ano”, dizer aos professores contratados que “no próximo ano não serão colocados”, é “ameaçar com o desemprego”. “Isto é uma forma de chantagem”.



Posso mesmo afirmar que na minha escola, o sentimento generalizado entre os colegas com os quais falei era de espanto. Ninguém esperava que os Sindicatos chegassem a um compromisso com ME neste momento do calendário escolar. Aliviar a Milu da avaliação de 7.000 professores este ano, para recomeçar em Setembro com o modelo que parametriza todo o processo educativo, para tornar cada docente num valor comparável através de escalas de equivalência previamente concebidas para a redução despesa pública com a educação, só porque é considerado excessivo o défice orçamental, no quadro da União Europeia... bardamerda para o entendimento! Porque não uma Assembleia da República apenas com 100 deputados (como propôs António José Saraiva) e com menos mordomias?

domingo, 13 de abril de 2008

Memorando de Entendimento

Fica aqui arquivado o documento - Backup do Documento - assinado entre o ME e a FENPROF, que inventou o procedimento simplificado para a avaliação de professores, reduzido aos seguintes elementos: (1) ficha de auto-avaliação; (2) assiduidade; (3) serviço distribuído; e (4) acções de formação, quando obrigatória e desde que existisse oferta financiada nos termos legais.

ME e Sindicatos clamaram vitória, como se tivessem chegado a alguma coisa. Apenas compreendo que ambos os lados precisassem de salvar a face. O nome que deram ao documento indica bem que apenas se trata de uma declaração de princípios sobre banalidades.



Tendo em consideração esta "simplificação", o trabalho que eu tinha no tempo das "progressões automáticas" era estupidamente excessivo. Ver Relatório Crítico de Actividades - Julho de 1997.

É incrível como as pessoas mudam em função das situações e dos papéis que são chamados a desempenhar. Durão Barroso, passou de jovem maoísta eme-erre-pum-pum a servidor dos interesses americanos, e até descobriu a "utilidade" da Guerra contra o Iraque ;)



Milu, também passou pela escola eme-ele, tendo-se tornado recentemente o expoente máximo da defesa do neoliberalismo na educação. Ver testemunho do professor Raul Iturra e artigo sobre a agenda oculta para a educação.

O texto não representa nenhum acordo, porque o ME continua com a sua agenda, e os Sindicatos voltarão a exigir novas simplificações do DR nº 2/2008. Recorda-se que o Memorando o prevê a abertura de diversos "processos negociais". Neste sentido entenderam-se para uma breve trégua...

Portanto, neste caso, o título do PÚBLICO é enganador:



Paradoxalmente, a imagem transmitida para a opinião pública por ambas as partes é de satisfação com o "trabalho realizado". Só que as posições estavam (e continuam) extremadas... Seria a mesma coisa que no final de um jogo de futebol ganharam ambas as equipas ;)

Os Sindicatos já deixaram o aviso:

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

26/Fev - Manifestação em Coimbra

O número considerável de participantes, com mais gente do que a própria organização previa, veio demonstrar o descontentamento pelas políticas educativas. Diário de Coimbra



Do meu ponto de vista é pena que a FENPROF se entretenha agora com a exigência do pagamento de uns trocos [Minuta do Requerimento], como se estas "aulas" tivessem sido um serviço prestado digno desse nome. Creio que a denúncia das aulas de substituição deveria continuar, porque o "trabalho" do professor nessas aulas continua a ser mesmo: tal como o cão pastor evita que o rebanho tresmalhe, o professor mantêm os alunos fechados na sala de aula, em prejuízo do seu convívio e da subutilização dos centros de recursos, bibliotecas mais sofisticadas que as que seus pais conheceram, porque equipadas com computadores e outros recursos multimédia.

A posição dos professores é ambígua neste aspecto, porque apesar de terem consciência da inutilidade pedagógica da tarefa, sempre sonharam obter por via judicial um acréscimo do vencimento do qual se encontram dependentes. Mas porque razão esse pagamento só será feito até Janeiro de 2007? Só porque entrou em vigor Estatuto da Carreira Docente que ente outras aberrações integrou as aulas de substituição na componente não lectiva???? Acho que os professores se deixam socratear facilmente ;)

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Na Socratelândia 21=1

O ECD prevê que o processo de avaliação dos professores seja coordenado por Conselho Científico para Avaliação composto por 21 individualidades, mas como estamos numa conjuntura difícil, para reduzir o défice orçamental, em Socratelândia os poderes do Conselho foram delegados num super-presidente:



Estamos entregues à bicharada.
A tia Milu faz leis que não se digna cumprir, e foi poupada pela remodelação.
Sabe-se que Sócrates assinou projectos realizados por colegas, mas isso até é "natural".
Falta a presidente do Conselho Científico para a Avaliação dos Professores perceber o esquema, e começar a atribuir projectos em regime de out-sourcing. Desde modo conseguirá realizar sozinha as tarefas dos 21 membros inicialmente previstos, demonstrando que 1=21!

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Professorzecos?

Para o ME os seus servidores são os "professorzecos". A expressão nem espanta porque condiz com a política de achincalhamento da profissão prosseguida pelos iluminados da 5 de Outubro. Não cabe na cabeça de ninguém que este Ministério deseje professores respeitáveis se é o primeiro a humilhá-los. Pode ser o princípio do fim da tia Milu.


  • (...) a reunião não terá corrido bem e acabou com acusações mútuas: a equipa do ministério considerou que os deputados estavam a dar voz a "professorzecos", enquanto estes lembraram os governantes de que só estavam no Governo porque existia a maioria parlamentar. (...) LER MAIS


O mais interessante é os sindicatos (FENPROF) considerarem que a Ministra deveria apresentar "um pedido público e formal de desculpas, dirigido a todos os Professores e Educadores Portugueses". Que adiantaria um pedido público e formal de desculpas se na sua mente certamente continuaríamos a ser considerados uma classe inferior, justificando a adjectivação: Professorzecos!

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Foi uma desgraça mesmo!



Mário Soares não teve papas na língua a comentar o resultado das eleições directas no maior partido da oposição.

O ex-Presidente da República definiu a vitória de Luís Filipe Menezes como "uma desgraça".

"Aquilo que sucedeu é uma coisa que não nos agrada", disse Mário Soares em declarações à rádio TSF.

O antigo governante advertiu ainda, que é necessário que exista uma oposição forte. "Um Governo precisa de uma oposição forte e estruturada, porque senão pode dizer que não há alternativas e que pode fazer o que quiser".

Fonte: http://expresso.clix.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/129760


Logo a seguir à eleição de Luís Filipe Menezes, José Sócrates preparou uma visita à Covilhã revelando-se ao seu melhor nível pidesco. Eis o comunicado do Sindicato dos Professores da Região Centro (FENPROF):



VISITA DE SÓCRATES À COVILHÁ PREPARADA DA PIOR FORMA:

POLÍCIA LEVA MATERIAL DE INFORMAÇÃO DA SEDE DO SPRC NA COVILHÃ

Hoje, 8 de Outubro, dois polícias “à civil”, entraram na sede do SPRC na Covilhã e, na ausência de qualquer dirigente, por se encontrarem em actividade sindical, levaram consigo dois documentos de informação. Apesar de nunca vista, em 25 anos do SPRC e 33 de democracia, esta acção de características pidescas, a que um agente designou de rotina, assume contornos repugnantes e deploráveis, e constitui uma clara violação dos direitos, liberdades e garantias e das instituições democráticas.

O Sindicato dos Professores da Região Centro apela a todos os cidadãos para que não se deixem intimidar e aos professores para que participem em todas as acções de contestação a esta política e a este rumo de ataque ao regime democrático que o governo e o primeiro ministro entenderam tomar, a começar pelo Cordão Humano que se realiza amanhã na Covilhã, junto à Escola Secundária Frei Heitor Pinto, a partir das 14H30, organizado por diversos Sindicatos.

Para o SPRC é evidente que esta iniciativa da polícia não está desligada das declarações recentes do primeiro-ministro, cujo discurso, de teor absolutamente antidemocrático, faria corar os governantes mais à direita que passaram pelo poder no pós-25 de Abril.

Sabendo-se que as forças de segurança não agem sem comando e muito menos sem a direcção do poder político, o SPRC responsabiliza o governo por esta atitude intimidatória, autoritária e violadora dos mais elementares direitos democráticos e da liberdade do Povo Português.

A Direcção do SPRC decidiu apresentar queixa sobre esta violação dos direitos democráticos ao senhor Presidente da República, à Assembleia da República, à Provedoria de Justiça, à Procuradoria-Geral da República e entregar a análise deste acto de autoritarismo e totalitarismo aos seus advogados para que preparem a apresentação de uma queixa contra o governo português no Tribunal Europeu.

Entretanto, na sequência da situação a que foram sujeitos dirigentes sindicais de diversas organizações do distrito, designadamente o coordenador do SPRC, ontem, em Montemor-o-Velho, a Direcção do SPRC decidiu apresentar queixa-crime no Ministério Público daquela localidade contra o responsável local da GNR, o que será concretizado na próxima sexta-feira.

08.10.2007

A Direcção

Fonte: http://www.sprc.pt/paginas/Novidades/novidades_policiapaisana.html


"O fascismo da actual fase da modernidade é liquefeito. Como um gás, está em toda parte. Não precisa ser assumido para funcionar, estando adaptado às exigências do tempo presente. Existe nas práticas de governo e, em outros exemplos, em simples actos de burocratas e outros agentes do poder público. Não precisa de um livro de cabeceira, como o ‘Minha Luta’ de Hitler. Está diluído nas concepções que os meios de comunicação fazem circular".
Fonte: http://www.galizacig.com/actualidade/200611/cm_fascismos_liquidos.htm

Por exemplo, da banalidade que os professores faltam a alguns tempos lectivos, passou-se à imposição de actividades de substituição como se de um passe de magia se tratasse. Não foi preciso cuidar da existência de materiais para as ditas actividades, e criaram-se efectivas prisões de substituição, porque aulas não são, como afirmaram as associações de professores no documento em que manifestam a sua oposição ao novo Estatuto da Carreira Docente.

Se alguém avaliasse as ditas actividades de substituição certamente que concluiria o seguinte:
- os professores ficam muito mais desgastados nas aulas de substituição que nas da componente lectiva, porque nas primeiras nunca sabem o que vão encontrar, e têm a sua autoridade professoral substancialmente diminuída;
- os alunos estão a ali a perder tempo, enquanto lhes negam oportunidades de convívio entre si. Mais, habituam-se a um clima de burburinho que terá um efeito negativo se for transposto para as aulas comuns;
- os papás ficam mais tranquilos quando sabem que os pequenos estão à guarda de um professor. Porém, se as escolas já têm controlo electrónico de entradas e saídas, este já é suficiente para se saber se o aluno se encontra ou não no interior do espaço escolar das tantas às tantas. Numa escola decente, o seu recinto oferecerá garantias análogas a uma sala de aulas.

Gostava que os opinion makers favoráveis às aulas de substituição experimentassem ficar 45 minutos no meio de 25 putos do 7º ou 8º ano, coloridos, falando crioulo entre si. Sem autoridade para lhes impor um conteúdo programático, e para posteriormente os avaliar, por que motivo os catraios ficarão sossegados a ouvir contar anedotas quando o zapping pelos canais é muito mais divertido?

Somem-se a isto, vencimentos congelados desde 2001, mudanças de escalão idem, idade de reforma a subir, tarefas burocráticas cada vez mais exigentes, clima político da América latina com a retórica europeia. Porquê América latina? Se os 24 ministros da Educação que tivemos desde Abril de 1974 tivessem poderes de tutela sobre os sinais de trânsito, o sinal de sentido proibido, que todos conhecemos, já teria outra forma e hoje talvez fosse, e com uma fundamentação muito razoável, um quadrado vermelho, enquanto o rectângulo branco, horizontal, talvez já estivesse na vertical. Como foi usual no Ministério da Educação, esta última "reforma da sinalética" seria a vigésima quarta proposta dos últimos 33 anos e todas defendidas a peito pelos seus titulares.

Maria de Lourdes Rodrigues sente-se legitimada para ir inventando novas tarefas para os docentes, e para lhes cortar os célebres "direitos adquiridos" porque age em nome do mérito, e invoca a nobre tarefa de elevar os níveis de escolaridade para patamares europeus. A "missão" que se sente a cumprir, associada à pretensa justiça de uma espécie de fado "verdadeiramente inevitável" permitem-lhe todos os atropelos.

No sector da educação, a desgraça ainda mal terminou as férias de Verão...


José Sócrates foi recebido na Covilhã por um cordão humano de protesto.

O Regresso do Morto-Vivo (ou como a IA me obrigou a trabalhar na reforma)

 Quem me conhece sabe que, no ano passado, arrumei definitivamente os manuais, fechei o giz no armário e decretei a merecida a...