O gráfico abaixo ilustra o crescimento do PIB português, década a década, de 1900 a 2010, extraído de um vídeo apresentado por Madina Carreirra.
Porque é que Portugal não cresceu com a entrada de fundos estruturais nos anos 80 e 90, nem com o endividamento dos anos 2000?
"Ficar com o dinheiro alheio é não ser parvo", disse citando António Barreto. Enumerou muitos casos referidos na comunicação social - Freeport, Casa da Música, Portocale,... - para mostrar que em Portugal as obras nunca se fazem com os orçamentos previstos, os agentes políticos e os empresários não são responsabilizados pelas suas acções, e só por isso é que nenhum é preso.
Se o FMI tivesse tempo para investigar o esbanjamento de recursos ajudaria efectivamente o país. Como apenas têm pressa em recuperar os seus recursos irão cortar nas grandes rubricas (massa salarial e despesas sociais) contribuindo para uma maior desigualdade e imoralidade na repartição do rendimento.
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quinta-feira, 14 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Demonstração do esgotamento do modelo económico por Medina Carreira
Medina Carreira foi ouvido a propósito de cenários de evolução da dívida pública na sala do Senado.
A crise da dívida projectou o seu nome para a praça pública, com muitos resistentes as seus discurso pesado a darem-lhe agora razão. Porém, quando no "Plano Inclinado" de 12.02.2011 teve a ousadia de relacionar a dívida pública com os partidos e a democracia...
... até Mário Crespo se passou, e esta foi a última emissão do programa:
Medina Carreira também foi substituído no "Sol".
Esteve bem Henrique Neto, sublinhando que a democracia não se esgota nas finanças públicas, mas que será necessário considerar um amplo conjunto de factores adicionais.
O que se estranha é que um profissional como Mário Crespo coloque termo a um programa só por resistência mental a gráficos que lhe sugerem relações que ninguém defendeu.
A crise da dívida projectou o seu nome para a praça pública, com muitos resistentes as seus discurso pesado a darem-lhe agora razão. Porém, quando no "Plano Inclinado" de 12.02.2011 teve a ousadia de relacionar a dívida pública com os partidos e a democracia...
... até Mário Crespo se passou, e esta foi a última emissão do programa:
Medina Carreira também foi substituído no "Sol".
Esteve bem Henrique Neto, sublinhando que a democracia não se esgota nas finanças públicas, mas que será necessário considerar um amplo conjunto de factores adicionais.
O que se estranha é que um profissional como Mário Crespo coloque termo a um programa só por resistência mental a gráficos que lhe sugerem relações que ninguém defendeu.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Medina Carreira: É a Economia estúpidos!
Medina Carreira foi um dos subscritores da reavialiação dos investimentos públicos, apresentado no post abaixo. Defende que o Estado deve criar um quadro normativo e promover a qualificação séria dos recursos humanos de modo que as empresas portuguesas possam exportar.
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