- SÓCRATES JÁ TINHA COLOCADO TERMO À AVALIAÇÃO
Não sei se Sócrates errou ou premeditou o termo da avaliação de desempenho, mas desde que em Dezembro de 2010 congelou vencimentos e promoções, terminaram na prática quase todos os procedimentos para avaliação de professores, por falta de incentivo financeiro. Mantiveram-se uns resquícios de tarefas, porque os avaliadores não puderam demitir-se das suas funções, e por pressão de concursos sobre os contratados… MAS TIRANDO ISSO, SÓCRATES JÁ TINHA COLOCADO TERMO À AVALIAÇÃO POR MOTIVOS ORÇAMENTAIS. Pela tua crónica se vê que a única razão para obrigar os professores anualmente a um retrato em dezenas de descritores é inviabilizar a sua progressão, parra evitar o agravamento do défice orçamental.
Sei que temos o “defeito” de ser muitos, mas de fores intelectualmente honesta reconhecerás que este país tem uma casta que se apodera do rendimento sem trabalhar. Sabes que todos os indicadores da repartição do rendimento colocam Portugal na cauda da Europa, e o problema se tem agravado com estes desGovernos. Este fenómeno constitui um obstáculo ao desenvolvimento do país e portanto se o NEGÓCIOS tratasse destas matérias prestaria um excelente serviço ao país. Observar que todos os analistas “económicos” são insensíveis ao domínio “social” é que me faz viver num filme de terror.
Ao menos o Miguel Sousa Tavares tinha reconhecido que nenhum Governo tem legitimidade para estabelecer o IVA a 6% para o golfe enquanto corta pensões de 200 euros!
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quarta-feira, 30 de março de 2011
Tirem-nos deste filme
Comentário ao artigo de Helena Garrido com o mesmo título:
sábado, 19 de março de 2011
A crise política é o jogo da culpa
A democracia deveria ser repensada urgentemente, porque se suportamos os custos do seu funcionamento deveria ter algum valor acrescentado. Lendo o artigo de Helena Garrido ficamos com a sensação que a política é um jogo que só serve para os actores se culparem uns aos outros, agravando mais ainda os custos da crise económica.
- Numa forma dura e crua, pode dizer-se que Portugal está já a ser governado a partir de Bruxelas e Frankfurt. E que já está tudo preparado para o Governo fazer o pedido formal de ajuda financeira à Europa e ao FMI.
Factos são factos. O resto, a dita crise política, é o jogo da culpa. O Governo, pelo que disse ou pelo que não fez, quer tirar de cima de si a culpa do pedido de ajuda financeira. Um jogo que nos vai sair caro, que vai exigir ainda mais medidas de austeridade.
Helena Garrido / Jornal de Negócios / 18/MAR/2011
Infelizmente, se lhe perguntasse quem deveria dar a cara pela administração do país, imagino que HG me responderia Sócrates. Realmente este é tão "brilhante" que não rivaliza com ele qualquer adversário credível, e segue uma política tão "consensual" que parecem não existir alternativas.
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