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terça-feira, 24 de abril de 2012

Custos por hora de trabalho em Portugal são dos mais baixos da Europa

Fonte: Labour costs in the EU27 in 2011, 63/2012 - 24 April 2012

    Entre os 17 países da zona euro, só em três é que os trabalhadores são mais baratos do que em Portugal. Segundo os dados publicados hoje pelo Eurostat, os portugueses são dos que custam menos às empresas por cada hora trabalhada.

    Em 2011, o Eurostat estima que esse custo tenha sido de 12,1 euros por hora em Portugal, o que representa subida muito ligeira face ao ano anterior (12 euros). Em 2009 e 2008, os custos de trabalho estavam nos 11,9 e 11,5 euros, respetivamente.
    Dinheiro Vivo


Sonhámos com a convergência real ao Norte da Europa, mas realmente estamos a convergir mais com a China ;)

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Estudo: Falta de sexo dá mais trabalho

Já suspeitava que muitos trabalhadores aplicados passam o tempo a encher chouriços à falta de melhor alternativa. O EXPRESSO veio oferecer maior credibilidade à minha teoria.



Até aqui ia vivendo com as representações de uma amiga fã de leituras esotéricas. Para ela as pessoas tinham energia ou não. Tendo-o poderiam aplicá-la no amor ou no trabalho, não a tendo só poderiam encher chouriços.

25ª hora: Trabalho ou lazer?


Se o dia tivesse mais uma hora onde a aplicaríamos, em trabalho ou em lazer?
Aplicando-a em trabalho poderíamos desenvolver melhor as tarefas actuais ou outras. Se a remuneração acompanhar o desempenho os ganhos adicionais serão imediatos e ainda poderemos amealhar parte para gastar no futuro. Aplicando-a em lazer (hobbies, família, amigos) o rendimento monetário até poderá sofrer uma redução imediata, mas em termos de bem-estar será benéfico para a saúde, designadamente na redução do stress, proporcionando um maior equilíbrio emocional que a longo prazo poderá resultar num ganho superior ao aumento do rendimento.

A questão estará em saber quando chega o momento de dizer BASTA! ao trabalho adicional, de modo a podermos desfrutar da vida plenamente, e esse momento variará de acordo com perfil de cada um, dos viciados aos alérgicos no trabalho. A decisão racional compete-nos, embora me pareça que a maioria nem reflecte sobre o assunto, aguardando que os mecanismos legais determinem a data da sua reforma, momento a partir do qual ficam sem saber o que fazer!

No caso do funcionalismo público, como a remuneração é independente do desempenho temos o problema simplificado porque a primeira hipótese nem se coloca!



Quanto custa um dia de praia para um funcionário público? Admitindo que ele não precisa de deixar de fazer nada para desfrutar de um maravilhoso dia de praia, então o custo de oportunidade será nulo ;)



Antes de começar a fazer páginas Internet fazia muita praia. Agora compreendo a profundidade de piadas como esta:

  • ERA UMA VEZ... 4 funcionários públicos chamados Toda-a-Gente, Alguém, Qualquer-Um e Ninguém.

    Havia um trabalho importante para fazer e Toda-a-Gente tinha a certeza que Alguém o faria.
    Qualquer-Um podia fazê-lo, mas Ninguém o fez.
    Alguém se zangou porque era um trabalho para Toda-a-Gente.
    Toda-a-Gente pensou que Qualquer-Um podia tê-lo feito, mas Ninguém constatou que Toda-a-Gente não o faria.
    No fim, Toda-a-Gente culpou Alguém, quando Ninguém fez o que Qualquer-Um poderia ter feito.

    Foi assim que apareceu o Deixa-Andar, um 5º funcionário para evitar todos estes problemas.

O Regresso do Morto-Vivo (ou como a IA me obrigou a trabalhar na reforma)

 Quem me conhece sabe que, no ano passado, arrumei definitivamente os manuais, fechei o giz no armário e decretei a merecida a...