Engraçado. Atribuem reformas milionárias a todos os que por lá passam 6 anos (...) Vendem por 40 milhões de Euros o vale 360, e para se desculparem por obviamente não terem feito o seu trabalho, queixam-se de escassez de pessoal.
Não há pachorra para estes gajos que querem a austeridade para a populaça, mas imoralmente se cortam a participar no mesmo esforço....
Bardamerda!
sábado, 16 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Inovação do Crato!
Até aqui todos os Ministros da Educação que conhecemos foram mentecaptos que tivémos de aguentar como Nuno Crato demonstrou na obra O 'Eduquês' em discurso directo - Uma Crítica da Pedagogia Romântica e Construtivista. Li com interesse o livro, e como muitos, dei-lhe crédito quando chegou a Ministro.
Por exemplo, reconhecia-me completamente em passagens como esta:
- (...) em vez de ser dada liberdade nos processos e ser controlado o resultado, o Ministério tem pretendido controlar os processos e esquecer os resultados.
(p. 57)
Estamos a brincar com o cabeçalho? Que relevância tem aquela "informação"?
terça-feira, 22 de maio de 2012
Comprar Facebook será mau negócio
Ao lançar em fevereiro de 2004 o ‘thefacebook’, criado inicialmente como diretório para estudantes da Universidade de Harvard, Mark Zuckerberg estaria certamente longe de imaginar o impacto global que o seu site viria a ter.
Oito anos mais tarde, o Facebook é responsável por um em cada 7 minutos que passamos na internet, mais do que qualquer outro site. Cerca de 300 milhões de fotos são partilhadas todos os dias. E manifestamos as nossas preferências com o botão ‘Like’ 3,2 mil milhões de vezes por dia.
Cada um dos 901 milhões de utilizadores tem em média 139 amigos no site, o que se traduz nuns esmagadores 125 mil milhões de amizades. A rede social média de um ser humano tem curiosamente fundamentação científica. Em 1992, o antropólogo britânico Robin Dunbar já havia concluído que o poder cognitivo do cérebro limita a dimensão da rede social que qualquer espécie pode desenvolver, sendo que, o cérebro humano permitirá uma rede estável de 148 ligações.
A incrível história do Facebook foi já adaptada ao grande ecrã, através do filme de 2010 “A Rede Social”, nomeado para 8 Óscares e vencedor de 3. E, Mark Zuckerberg foi escolhido pela revista Time como a Personalidade do Ano, também em 2010.
Mas será que um dos sites mais populares do planeta pode também ser uma boa oportunidade para os investidores? A ansiosamente aguardada Oferta Pública de Venda (OPV) do Facebook teve finalmente lugar na passada 6ª feira, transformando muitos dos seus colaboradores e fundadores em milionários instantâneos. Nas apresentações aos investidores que antecederam a OPV, Mark Zuckerberg foi tratado com honras de estrela de rock, com longas filas de fãs à sua espera. Desde a estreia em bolsa do Google em 2004 que não existia tanta excitação em torno de uma operação deste tipo.
No entanto, em lugar da valorização de 42% que era esperada em média pelos investidores num inquérito recente, o Facebook “brindou-os” até agora, com uma perda superior a 10%. Será que ainda vai merecer um ‘Like’?
Oito anos mais tarde, o Facebook é responsável por um em cada 7 minutos que passamos na internet, mais do que qualquer outro site. Cerca de 300 milhões de fotos são partilhadas todos os dias. E manifestamos as nossas preferências com o botão ‘Like’ 3,2 mil milhões de vezes por dia.
Cada um dos 901 milhões de utilizadores tem em média 139 amigos no site, o que se traduz nuns esmagadores 125 mil milhões de amizades. A rede social média de um ser humano tem curiosamente fundamentação científica. Em 1992, o antropólogo britânico Robin Dunbar já havia concluído que o poder cognitivo do cérebro limita a dimensão da rede social que qualquer espécie pode desenvolver, sendo que, o cérebro humano permitirá uma rede estável de 148 ligações.
A incrível história do Facebook foi já adaptada ao grande ecrã, através do filme de 2010 “A Rede Social”, nomeado para 8 Óscares e vencedor de 3. E, Mark Zuckerberg foi escolhido pela revista Time como a Personalidade do Ano, também em 2010.
Mas será que um dos sites mais populares do planeta pode também ser uma boa oportunidade para os investidores? A ansiosamente aguardada Oferta Pública de Venda (OPV) do Facebook teve finalmente lugar na passada 6ª feira, transformando muitos dos seus colaboradores e fundadores em milionários instantâneos. Nas apresentações aos investidores que antecederam a OPV, Mark Zuckerberg foi tratado com honras de estrela de rock, com longas filas de fãs à sua espera. Desde a estreia em bolsa do Google em 2004 que não existia tanta excitação em torno de uma operação deste tipo.
No entanto, em lugar da valorização de 42% que era esperada em média pelos investidores num inquérito recente, o Facebook “brindou-os” até agora, com uma perda superior a 10%. Será que ainda vai merecer um ‘Like’?
Fonte: Newsletter Activobank7
Usando palavrões de Economia para esconder as opções políticas
O Pedro Lains bate no Governo por utilização incorrecta da expressão transaccionáveis.
Respondi no Facebook, mas republico aqui:
Isso dos bens transaccionáveis é um simples palavrão que lhes saiu para a malta ter desculpa para não perceber a mensagem, pior é o conteúdo: num país onde nunca se soube o que é a industrialização, querem usar a escola para fazer a revolução industrial, a revolução verde e a revolução azul - nunca li nada desta, mas estou a referir-me às pescas ;) - E de preferência ainda acabam com o Estado e a Escola....
Estão mesmo a ver os professores de Informática, Contabilidade, Filosofia, História, etc. agora vão passar a dar aulas de metalurgia e metalomecânica, electricidade e energia, electrónica e automação, tecnologia dos processos químicos, construção e reparação de veículos a motor, etc.
Já estou com mais de 40 currículos, mas quando preciso de fazer a revisão do automóvel vou ao mecânico, e percebo de horta apenas o suficiente para saber escolher as alfaces, os tomates e os pepinos para fazer a salada. Tenham dó de mim.
É tão racional como passar turmas de a jovens a partir de 15 anos com um historial de insucesso escolar, de 15 para 25 alunos. Já com 15 aquilo parece o jardim zoológico, porque tem muita variedade, muitas aves raras! Sem dúvida terá racionalidade orçamental... Mas quando descobrirem outro buraco no BPN, na Madeira, nas PPP, etc. o dinheiro aparecerá logo.
Respondi no Facebook, mas republico aqui:
Isso dos bens transaccionáveis é um simples palavrão que lhes saiu para a malta ter desculpa para não perceber a mensagem, pior é o conteúdo: num país onde nunca se soube o que é a industrialização, querem usar a escola para fazer a revolução industrial, a revolução verde e a revolução azul - nunca li nada desta, mas estou a referir-me às pescas ;) - E de preferência ainda acabam com o Estado e a Escola....
Estão mesmo a ver os professores de Informática, Contabilidade, Filosofia, História, etc. agora vão passar a dar aulas de metalurgia e metalomecânica, electricidade e energia, electrónica e automação, tecnologia dos processos químicos, construção e reparação de veículos a motor, etc.
Já estou com mais de 40 currículos, mas quando preciso de fazer a revisão do automóvel vou ao mecânico, e percebo de horta apenas o suficiente para saber escolher as alfaces, os tomates e os pepinos para fazer a salada. Tenham dó de mim.
É tão racional como passar turmas de a jovens a partir de 15 anos com um historial de insucesso escolar, de 15 para 25 alunos. Já com 15 aquilo parece o jardim zoológico, porque tem muita variedade, muitas aves raras! Sem dúvida terá racionalidade orçamental... Mas quando descobrirem outro buraco no BPN, na Madeira, nas PPP, etc. o dinheiro aparecerá logo.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Twite do dia
Depois da notícia no JN que sugere o termo dos Centros Novas Oportunidades, @rdores escreveu no Twitter, certamente inspirado nas declarações recentes de Passos Coelho, uma expressão bem humorada:
Vídeo da notícia na SIC
- Um casal de desempregados são um Centro de Novas Oportunidades
Vídeo da notícia na SIC
domingo, 13 de maio de 2012
Chineses copiam logotipo de certificação europeia
http://en.wikipedia.org/wiki/File:CE_marks.jpg
A guerra comercial não tem qualquer ética. Já não basta a exploração de mão-de-obra infantil e a cópia dos produtos, agora os chineses chegaram ao ponto de copiar também o logotipo de certificação europeia, CE.
A guerra comercial não tem qualquer ética. Já não basta a exploração de mão-de-obra infantil e a cópia dos produtos, agora os chineses chegaram ao ponto de copiar também o logotipo de certificação europeia, CE.
- Eles copiam tudo, inclusivamente a certificação que vem com a embalagem e com o produto. Os produtos entram na Europa e aparentemente estão certificados, mas o consumidor está a comprar uma falsificação, sem certificação. Eles usam muito a marca CE, que segundo sei a UE não registou mas a China fê-lo como China Export. Tem a mesma imagem e o mesmo lettering e as pessoas pensam que se trata da certificação europeia...
Corrreio da Manhã
sábado, 28 de abril de 2012
Há pessoas que se conseguem desplafonar
Há pessoas que se conseguem desplafonar. Mas como é que poderiam viver com menos de 21.000 euros?
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