quinta-feira, 3 de julho de 2008

Sémen actua como um anti-depressivo


O sémen faz você feliz. Esta é a notável conclusão de um estudo comparando as mulheres cujos parceiros usam preservativos com aquelas cujos parceiros não usam.

O estudo, que está limitado pela controvérsia provocada, mostrou que as mulheres que foram expostas directamente ao sémen estavam menos deprimidas. Os pesquisadores acreditam que isto acontece por causa da alteração do humor, resultante da absorção de hormonas no esperma através da vagina. Dizem que têm de excluir outras explicações.

"Quero deixar claro que não estamos a defender que as pessoas se abstenham de usar preservativos", diz Gordon Gallup, o psicólogo na Universidade Estatal de Nova York que conduziu a equipa. "É evidente que uma gravidez indesejada ou uma doença sexualmente transmissível seria mais desvantajosa do que compensar eventuais efeitos psicológicos de sémen".

Tentativas de suicídio

Sua amostra dividia 293 alunas (femininas) em grupos, dependendo da forma os seus parceiros usavam preservativos, e avaliou a sua felicidade utilizando o Beck Depression Inventory, um questionário padrão para a avaliação humor. Pessoas que obtenham mais de 17 pontos são consideradas moderadamente deprimidas.

Os investigadores descobriram que as mulheres cujos parceiros nunca usaram preservativo atingiram 8 pontos em média, aquelas que por vezes os tinham utilizado atingiram 10,5 pontos, aquelas que os utilizaram habitualmente atingiram 15 pontos e aquelas que sempre os utilizaram atingiram 11,3 pontos. As mulheres que não estavam fazendo sexo atingiram 13,5 pontos.

E mais, quanto mais longo for o intervalo desde a última vez em que tiveram relações sexuais, mais deprimidas as mulheres que nunca ou às vezes usaram preservativos. Mas o tempo decorrido desde a última relação sexual não fez qualquer diferença para o humor das mulheres que habitualmente ou sempre utilizam os preservativos.

Os investigadores também descobriram que os sintomas depressivos e as tentativas de suicídio foram mais frequentes entre as mulheres que usaram preservativo regularmente, em comparação com aquelas que não o fizeram. Os resultados irão aparecer na revista Archives of Sexual Behavior

Gallup disse à New Scientist que sua equipa já tem dados não publicados a partir de um grupo maior de 700 mulheres que confirma estas conclusões.

(...)

A questão que muitas pessoas vão perguntar é se o sexo oral poderia ter o mesmo efeito sobre o humor. "Desde os esteróides no controlo da natalidade, as pílulas sobrevivem ao processo de digestão. Presumo que o mesmo é válido pelo menos para algumas substâncias químicas no sémen", diz Gallup.

(...)



Tradução parcial do artigo Semen acts as an anti-depressant, in Revista New Scientist.

Uma ideia para acabar com o resto

Decrete-se o fim das retenções, como inventaram agora em França.

Ou já se lá chegou à custa de tanta regulamentação avulsa?

Os professorzecos não te esquecerão


Milu já excedeu largamente o tempo médio de permanência na direcção do ministério conhecido por torradeira, por razões óbvias.

Os professorzecos não sofrem de amnésia, e já que o ME continua com dificuldades orçamentais, sugiro que cobrem bilhetes à entrada do átrio.

Também podem vender um login de acesso ao Museu Virtual da Educação.


Declaração

Prescindo de quaisquer direitos referentes às sugestões acima apresentadas.


A sua lógica passou/passa por impor a professores e alunos um modelo de “escola tempo inteiro” que transforma as escolas em depósitos de crianças, “libertadores” dos pais. Entre outras anormalidades inventou o conceito de “aulas de substituição” que impede os adolescentes de saborearem o prazer de um furo. O financiamento desta sobrecarga de trabalho dos docentes foi inventado na revisão do ECD, onde estas aulas foram consideradas componente não lectiva!

Amor com amor se paga. Conseguem imaginar as actividades desenvolvidas pelos papás - CONFAP - para receberem tanto dinheiro do Gabinete da Ministra?

Fonte: Despacho nº 16872/2008, de 23 de Junho, que aprova as fichas de avaliação do desempenho.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Lei impede viatura eléctrica de circular

  • Uma viatura eléctrica, adquirida pela «Rota da Luz» para passeios turísticos, está parada em Aveiro porque não foi transposta para o Direito português uma norma comunitária.

    (...)

    Viaturas idênticas circulam em Espanha nos roteiros turísticos de Barcelona, Granada e Córdoba, mas, apesar da constante subida do preço dos combustíveis, a região de turismo «Rota da Luz» vê-se impedida de utilizar aquele transporte colectivo na via pública, tendo de continuar a consumir gasóleo para mostrar Aveiro aos turistas.
    IOL - Diário


Assim se vê a produtividade do sistema jurídico tuga e o seu contributo para o desenvolvimento económico do país. A notícia refere que os veículos eléctricos gastam apenas um Euro por cada 400 kms.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Imparcialidade da Justiça?

Pergunta:

- Tens aí fruta para os árbitros?

Interpretação de Carolina: Fruta de dormir.

Interpretação de Pinto da Costa: Talvez morangos...

Interpretação do meritíssimo Juiz: Quem me paga a minha fruta ;)


  • Quando um magistrado dá uma pancada deste tamanho num processo tão mediático, a última coisa que podemos fazer é ficar descansados com a Justiça que temos.
    Jornal de Notícias

Identidade: netodays


NETODAYS é o meu ID em numerosos sites. Creio que a maioria dos indivíduos faz exactamente o mesmo, isto é, também definem um ID que utilizam na generalidade dos sites. Realmente não seria prático andar a mudar de ID cada vez que se entra num site diferente.

Frequentemente o ID não corresponde ao nosso nome real, porque pode já estar tomado por outro utilizador. Até começar a utilizar a Internet conhecia poucos "Netos", mas então descobri que são mais do que as mães. E José Neto ou mesmo José Manuel Neto também são mais comuns do que supunha... É uma chatice! Nós queremos escrever o nome/ID - e quanto mais curto, menos teclas será necessário digitar ;) - num motor de pesquisa, e que ele nos leve aos sites. Para que o nosso ID funcione bem, é necessário que se destaque dos outros nomes, para o que convém que seja único, o que na aldeia global não é fácil.

Também é importante que nos identifiquemos com o ID. No meu caso não tenho a menor dúvida em afirmar que a Internet mudou o meu quotidiano, oferecendo-me melhores dias, e daí surgiu o NETODAYS. Este termo tem ainda a vantagem de combinar a língua inglesa com a portuguesa reduzindo a probabilidade de alguém pensar num nome semelhante.

Também é verdade que depois de inventado o ID, muita gente nos conhecerá por ele, e às tantas somos mais facilmente reconhecidos pelo ID que pelo próprio nome. O ID também nos dá a sensação de possuir algo, visto que o criámos.

Estou a ouvir alguém desse lado a dizer:

- Estúpido! Googlando “netodays” fica-se a saber a vida toda…

Bem, eu não disse que utilizava sempre este nick!

netodays(at)gmail.com

Perfil no Google





Foto instantânea



Uma qualidade: perseverança


Um defeito: ausências frequentes


Um amor: a praia


Um ódio: não tenho


Um prazer: Yes! Yes! Oh Yees!... Yeess!... Yeeesss!...


Uma irritação: trânsito entupido


Uma saudade: meu pai


Um pensamento: a penalização por não participares na política, é acabares a ser governado pelos teus inferiores


Um desejo: ser feliz


Uma superstição: não tenho


Uma piada: as três semelhanças entre uma mulher e uma bica? São quentinhas, dão prazer e tiram o sono


Um plano: ser surpreendido

O segredo da banca: Não pagar impostos e inventar taxas injustificadas

Em 2003 a banca foi apresentada pelo Governo como exemplo de sucesso das suas políticas visando a convergência de Portugal com União Europeia.



Fonte: Portugal 2010 - acelerar o crescimento da produtividade


Hoje, o país sente a crise económica, mas esta não é geral, e no caso da banca os lucros continuam a crescer, escandalosamente até. Qual é o seu segredo? É fácil. Assenta em dois pontos: (1) não pagam impostos; e (2) inventam as mais variadas taxas de “serviços”.
Para justificar o ponto (1) proponho a leitura do texto de Eugénio Rosa.

  • No período compreendido entre 2004 e 2007, ou seja, em apenas quatro anos, a banca arrecadou em Portugal 13.537 milhões de euros de lucros, tendo pago de imposto (IRC + derrama) apenas 2.115 milhões de euros, o que corresponde a uma taxa efectiva de imposto de apenas 15,6%, ou seja, uma taxa muito inferior à legal, que é paga pelas outras empresas, que é actualmente 25% de IRC e 1,5% de derrama. Se a banca tivesse pago a taxa legal, o Estado teria arrecadado só nestes quatro anos (2004-2007) mais 1.563 milhões de euros de receita fiscal.

    Se analisarmos a variação da taxa efectiva de imposto paga pela banca no período 2004-2007 constatamos que, em 2006, após a denuncia do escândalo ela aumentou 4,4 pontos percentuais pois, entre 2005 e 2006, passou de 13,5% para 17,9%, mas em 2007 registou um forte retrocesso pois caiu para apenas 15,9%, que corresponde a apenas 59% da taxa legal, ou seja, a banca em 2007 pagou apenas um pouco mais de metade da taxa legal que é exigida às outras empresas. Estes são os resultados do combate oficial ao planeamento fiscal abusivo da banca tão propagandeado por Sócrates e o seu ministro das Finanças.

    Por outro lado, as remunerações dos trabalhadores da banca representam uma percentagem cada vez menor da riqueza criada ou apropriada pela banca em Portugal. Em 2004, os Custos com pessoal representavam 55,6% do VAB, ou seja, da riqueza criada e apropriada pela banca naquele ano; em 2005, correspondiam a 42%; em 2006, a 37,6%; e, em 2007, representaram apenas 36,5% do VAB (Valor Acrescentado Bruto). Portanto, no período compreendido entre 2004 e 2007, verificou-se uma diminuição continua da percentagem que os custos de pessoal representam do VAB. (Eugénio Rosa - Continuar)


Para justificar o ponto (2) proponho ao leitor a missiva que se encontra no kontrastes.org.

  • Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina da v/. rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da tabacaria, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.
    Funcionaria desta forma: todos os senhores e todos os usuários pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, farmácia, mecânico, tabacaria, frutaria, etc.). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao utilizador. Serviria apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade ou para amortizar investimentos. Por qualquer outro produto adquirido (um pão, um remédio, uns litro de combustível, etc.) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até ligeiramente acima do preço de mercado.
    Que tal? (kontrastes.org – Continuar)


Conclusão

Eu não queria dizer que em Portugal apenas se faz dinheiro com esquemas ou a fugir aos impostos, mas parece difícil escrever outra coisa.

O Regresso do Morto-Vivo (ou como a IA me obrigou a trabalhar na reforma)

 Quem me conhece sabe que, no ano passado, arrumei definitivamente os manuais, fechei o giz no armário e decretei a merecida a...