Um cabo da GNR pediu para trocar de serviço, mas o sargento não autorizou a troca. Vai daí, o cabo respondeu "não dá pra trocar, então prò c...".
No entendimento comum dos mortais o comportamento do cabo deveria ser punido, mas os especialistas que administram a justiça em nome do Estado ainda elogiaram o tom da sua linguagem!
As normas jurídicas encontram-se particularmente distantes. A sua aplicação é muito demorada, instituindo-se mais como um mecanismo de gestão do tempo entre as partes em confronto, que como parte do sistema de justiça. Eis um exemplo anedótico de uma decisão do Tribunal da Relação de Lisboa, que evidentemente não deverá ser extrapolado para outros contextos, pois legitima a insubordinação e a linguagem ordinária entre pares, nas relações de trabalho, apresentando a "linguagem de caserna" como "mero sinal de virilidade verbal"!
Aqui está um lindo exemplo de uma justiça boa como o c...
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Há males que vêm por bem (e por cansaço)
Hoje acordei uma hora mais cedo do que o costume. Não foi o entusiasmo do meu 66.º aniversário, mas sim a assombração do termoacumulador ...
-
Quando estava na NOS, podia ver televisão no computador através do site https://nostv.pt , mas a DIGI não tem nenhuma aplicação para a web,...
-
Hoje, enquanto me sentava no meu banco de jardim habitual, observando o mundo a passar – e, claro, a espreitar um pouco o que acontece no me...
-
O “salário” de António Mexia permitiria pagar o salário mínimo a 532,6 pessoas, que ganhassem o salário mínimo nacional, que se encontra no...

Sem comentários:
Enviar um comentário