sexta-feira, 17 de setembro de 2010

25 anos de MultiBanco

A Revolução MultiBanco está em curso. Em Setembro de 1985 entraram em funcionamento as primeiras máquinas MultiBanco (ATM's). Depressa entraram nas nossas rotinas os levantamentos, à medida que se foram multiplicando os ATM’s, inicialmente apenas disponíveis em Lisboa e na Amadora. Dois anos mais tarde instalaram terminais de pagamento automático nas bombas da gasolina! Então a rede alargou-se significativamente porque se podia pagar 1.000$00, mas metendo apenas 500$00 de gasolina ficava-se com direito receber uma nota 500$00. Era esta a contabilidade de muitos fins-de-semana em 87!

Ficou definitivamente mais simples pagar, não conseguimos conceber a sociedade de consumo sem a magia do verde, código, verde… Podemos viver sem computadores e sem telemóveis, mas é quase impossível viver sem cartão!

Quando os bancos precisaram de nos criar a necessidade do MultiBanco, investiram oferecendo-nos os cartões e dizendo que seriam gratuitos… Já não são, o produto já atingiu a maturidade, e pode ser rentabilizado transferindo os custos operacionais para os comerciantes ou os consumidores, que já pagam as taxas dos cartões de crédito sem reclamar.

Os postos de trabalho que deixaram de ser necessários para tratar resmas de papel são outro custo da modernidade.


quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Não são 30 quilómetros, são 15 para cá e 15 para lá.

Isabel Alçada em entrevista ao PÚBLICO (14/SET/2010):

  • A questão dos 30 quilómetros que as crianças têm de percorrer é um mal menor?

    Não são 30 quilómetros, são 15 para cá e 15 para lá. Na maior parte dos casos, a distância é razoável. Foi visto caso a caso. O critério não é a quilometragem, há outros como a disponibilidade de ter uma escola melhor. Todo o trabalho que foi feito começou em Abril, em relação de proximidade com as direcções regionais que estiveram a trabalhar com agrupamentos e autarquias.
A Matemática dos objectivos é muito simples. Basta as escolas e os professores olharem para o  ano anterior e comprometerem-se a melhorar x%, como sugere neste vídeo.  Científico!

    sábado, 4 de setembro de 2010

    Carlos Cruz acusa sistema político e judicial pretenderem limpar a sua imagem inventando a sua condenação

    Diz que não se tratou do julgamento do caso Casa Pia, do qual muitos nomes foram inexplicavelmente afastados, mas da interrupção de uma vida e de uma carreira que constituem seu motivo de orgulho, porque para desviar as atenções da população do que realmente era importante seria necessário queimar alguma estrela.
    Continua a confessar-se inocente e lançou um site onde apresenta as “provas” que terão servido de base à sua condenação.

    • Estou INOCENTE!
      A acusação, a quem compete demonstrar a minha culpabilidade, não demonstrou nada e portou-se de forma incompetente e parcial.
      Mas a minha inocência não se prova apenas com os comportamentos da acusação. Prova-se com documentos indesmentíveis, com a denúncia das contradições insanáveis dos assistentes durante a investigação e, depois em Instrução e finalmente em julgamento, e com testemunhas várias que depuseram no julgamento e cimentaram as minhas provas. Qualquer pessoa, se não estiver com preconceitos nem com a cabeça cheia pelo que leu e ouviu na comunicação social, chega a essa conclusão sem muito esforço. Provas da Verdade (site de Carlos Cruz)

    Conta com inúmeros testemunhos de personalidades influentes a sociedade portuguesa que pensam que o seu perfil psicológico não se coaduna com o tipo de crimes de que é acusado e/ou consideram ridículas as “provas” que sustentaram a decisão do Tribunal.

    Carlos Cruz recorrerá da sentença para os Tribunais portugueses e para instâncias internacionais, encontrando-se determinado ao apuramento da verdade.

    Este caso poderia marcar um virar de página na Justiça em Portugal se terminasse com a impunidade de branqueamento do sistema... Mas aqui já sou eu a sonhar ;)


    Parece-me que Carlos Cruz e Pedro Namora deveriam desenvolver sinergias neste processo.

    quinta-feira, 2 de setembro de 2010

    Escolas matam a criatividade

    Inicialmente as crianças não têm receio de errar e podem ser criativas. A Escola "ensina-lhes" o pavor pelo erro e transforma-os em adultos "normais", bons para encher chouriços ;)

    quinta-feira, 19 de agosto de 2010

    PORTUGAL, UMA PRAÇA PARA O MUNDO


    Excelente videoclipe promocional da imagem de Portugal que está a passar no pavilhão Portugal da Expo Xangai 2010.

    É dos tais casos em a imagem supera o produto ;)

    terça-feira, 17 de agosto de 2010

    A China ultrapassou o Japão em termos reais

    A economia Chinesa tornou-se a segunda maior economia do mundo, segundo dados divulgados nesta segunda-feira 16 de Agosto.


    O The Economist publica esta notícia com um gráfico que ilustra a repartição do Produto Interno Bruto pelas principais potências nos últimos 2000 anos. O rápido crescimento previsto para a China e a Índia na actualidade corresponde para estes países  a uma “recuperação” das suas posições anteriores.

    sábado, 14 de agosto de 2010

    O passado e futuro dos jogos de computador

    Os jogos de computador têm interesse porque para os saber jogar bem é preciso compreender, definir e seguir a estratégia correcta. Para serem atractivos visualmente exigem geral,ente bastantes recursos gráficos, e só se podem jogar depois de instalados...  Bom, este tem sido assim, mas esta conversa está prestes a passar à história. Com o desenvolvimento da linguagem utilizada na Web, que vai na norma HTML5 - um HTML que permite incorporar objectos interactivos - é possível jogar directamente no browser sem necessidade fazer a instalação de qualquer plug-in/add-on. O site HTML5games destina-se a reunir toda a variedade de jogos que irá ficando disponível à medida que forem adaptados para a nova norma.

    Os primeiros jogos de computador, desenvolvidos para o ZX SPECTRUM já estão aqui.

    O Regresso do Morto-Vivo (ou como a IA me obrigou a trabalhar na reforma)

     Quem me conhece sabe que, no ano passado, arrumei definitivamente os manuais, fechei o giz no armário e decretei a merecida a...