terça-feira, 4 de março de 2025
O fato e a t-shirt
A t-shirt, por outro lado, é uma peça de roupa muito mais pessoal e expressiva. Ela permite que o indivíduo mostre sua individualidade, seus gostos, suas preferências e até mesmo suas convicções, adequando-se a ambientes onde pode relaxar, ser ele mesmo, sem a necessidade de se preocupar com formalidades. A t-shirt expressa descontração, informalidade, conforto e autenticidade.
segunda-feira, 3 de março de 2025
Estamos fartos da política com truques
Parece que as pessoas estão a ficar fartas da política com truques um pouco por todo o lado... e acabam por votar em quem não merece.Miguel Morgado diz que os partidos deviam garantir que a política não é feita "com truques". O comentador da SIC diz que nos últimos 25 anos, "com algumas exceções", isso não tem acontecido e assume que tanto ele como "muitos portugueses" estão fartos de truques.
— SIC Notícias (@SICNoticias) March 2, 2025
Saiba mais… pic.twitter.com/ZmkX5kqtob
Trump e Putin são o expoente máximo da política com truques. Só são mais perigosos porque se encontram sentados nos arsenais nucleares.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025
Os amigos e os professores, fazem falta?!
E lá estava eu, um jovem curioso nos anos 80, diante de um desafio colorido que prometia levar-me à loucura: o cubo mágico. Meus pais, com a melhor das intenções, presentearam-me com aquele objeto misterioso, e eu, com a ingenuidade da idade, acreditei que seria capaz de decifrá-lo num piscar de olhos.
Puro engano! Passei a noite em claro, tentando inutilmente alinhar aquelas cores teimosas, mas o máximo que consegui foi embaralhar ainda mais o cubo. Desolado, recorri à sabedoria dos livros e adquiri um exemplar de mais de 100 páginas intitulado "Todos Podem Fazer o Cubo Mágico", mas perdi a paciência antes de o conseguir fazer.
Não podia desistir! Recorri a um amigo macanudo, daqueles que parecem ter todas as respostas para os enigmas da vida. Ele, com a paciência de um monge budista, ensinou-me um método para fazer o cubo mágico, e anotámos um esquema com as etapas a seguir.
Com a ajuda dessa cábula, passei a dominar o cubo mágico com maestria. Nas competições com amigos orgulhava-me de resolver o cubo em menos de 60 segundos. Era uma febre!
Naquela época, a informação disseminava-se pela rádio, tv, jornais e revistas, e pelo boca-a-boca. Não havia nenhum Google, nem ChatGPT! Cada interessado tinha seu próprio método para resolver o enigma. Eu, por exemplo, apeguei-me ao método que meu amigo macanudo me ensinou e não quis saber de outros.
Hoje em dia, com a internet e a inteligência artificial, tudo parece mais fácil. Basta digitar "como resolver o cubo mágico" no Google e pronto, temos acesso a milhares de tutoriais e vídeos explicativos. Mas será que essa facilidade toda não nos afasta um pouco da importância de ter um bom amigo ou um bom professor?
Dedico esta mensagem ao meu amigo macanudo Necas, operador da estação Bala, já no céu. Ele ensinou-me não apenas a resolver um quebra-cabeças, mas também a importância de ter alguém para nos guiar e nos ajudar a superar alguns dos desafios da vida.
Aos interessados, deixo aqui alguns esquemas para resolver o cubo mágico. Virem-se!
E você, já teve alguma experiência parecida? Compartilhe sua história nos comentários!
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025
Repensando a Riqueza: Da Acumulação Ilimitada à Vida Boa
Já parou para pensar sobre o verdadeiro significado da riqueza? Aristóteles, há milhares de anos, já diferenciava a economia (uso da riqueza para a "Vida Boa") da crematística (busca pela riqueza em si). Será que essa distinção ainda é relevante hoje?
Em um mundo obcecado pelo crescimento económico, muitas vezes esquecemos que a riqueza é apenas um meio para um fim: o bem-estar humano. Mas será que mais riqueza significa necessariamente mais felicidade? Um estudo recente, baseado em dados de diversos países, revela uma relação complexa entre rendimento e bem-estar, mostrando que, acima de um certo ponto, o aumento da riqueza não se traduz em melhorias significativas na qualidade de vida.
Este artigo explora a fundo essa questão, revisitando as ideias de Aristóteles e trazendo para o debate as contribuições de economistas contemporâneos como Amartya Sen. Sen convida-nos a repensar a própria noção de prosperidade, indo além da simples acumulação de bens materiais e focando nas capacidades que as pessoas precisam desenvolver para alcançar uma vida plena e feliz.
Quer saber mais sobre como a riqueza pode contribuir (ou não) para a sua "Vida Boa"? Descubra como repensar seus valores e prioridades, e como buscar uma prosperidade mais autêntica e significativa.
Leia o artigo completo aqui e junte-se a nós nesta importante reflexão! [Link para o artigo]
#riqueza #felicidade #bemestar #economia #aristoteles #amartyasen #vidaboa #prosperidade #consumo #desenvolvimento
sábado, 4 de janeiro de 2025
Ilusões da juventude
Disse Paul Krugman, em entrevista ao EXPRESSO (02/JAN/2025)
segunda-feira, 10 de julho de 2023
domingo, 25 de junho de 2023
O maior risco da inteligência artificial é não haver suficiente
No texto, Pedro Domingos aborda os potenciais benefícios da inteligência artificial (IA) e enfatiza a importância de não se deixar levar pelo medo dos seus riscos, a fim de não perdermos a oportunidade única que ela nos proporciona.
Domingos destaca que os benefícios da IA são extraordinários e abrangem diversas áreas, como a cura de doenças, a gestão eficiente de cidades e do meio ambiente, a geração de riqueza e a realização de novas descobertas científicas. A capacidade da IA de processar grandes quantidades de dados e identificar padrões complexos pode levar a avanços significativos em campos como medicina, energia, transporte, entre outros.
O autor argumenta contra a visão apocalíptica de que a IA pode levar à extinção da humanidade, ressaltando que isso se baseia em pressupostos equivocados. Ele desmistifica a ideia de que os sistemas de IA possuem características humanas, como emoções, desejos e consciência. Na realidade, os algoritmos de IA são sequências de instruções programadas pelos humanos e executadas pelos computadores.
Domingos defende que o alarmismo em torno dos riscos da IA está focado principalmente nos algoritmos de aprendizagem automática, mas argumenta que esses sistemas são regidos por objetivos fixos estabelecidos por humanos. Eles procuram maximizar o envolvimento em redes sociais ou minimizar erros de previsão, por exemplo, e não têm a capacidade de evoluir de forma arbitrária para se tornarem malévolos.
O autor destaca ainda que a IA pode contribuir para combater a desinformação online, detectando e filtrando conteúdos falsos. Embora existam preocupações sobre a manipulação humana por meio da IA, Domingos argumenta que os humanos são mais capazes de manipular os sistemas de IA do que o contrário. Ele afirma que a inteligência humana e a capacidade de discernimento são fundamentais na detecção e resposta à desinformação.
Quanto aos enviesamentos e discriminação associados à IA, Domingos aponta que muitas vezes ocorre confusão entre correlação e causalidade. Ele argumenta que as diferenças de resultados em sistemas de IA podem refletir realidades sociais e não necessariamente enviesamentos. Ele defende que a IA oferece uma oportunidade única para combater esses enviesamentos e discriminações, uma vez que os algoritmos não possuem predisposições relacionadas a sexo, raça ou outros fatores.
O autor aborda ainda a questão da privacidade, destacando que a publicidade direcionada proporcionada pela IA não é prejudicial aos utilizadores, mas sim um benefício para todos os envolvidos. Ele argumenta que a publicidade direcionada permite que os utilizadores desfrutem de serviços valiosos sem custos diretos, enquanto as empresas obtêm receitas por meio dos anunciantes.
Em suma, Pedro Domingos defende que a IA possui uma série de benefícios extraordinários em diversas áreas da sociedade. Ele destaca a importância de compreendermos corretamente as características e limitações da IA, a fim de aproveitar suas vantagens sem cair no medo irracional de seus riscos.
O Regresso do Morto-Vivo (ou como a IA me obrigou a trabalhar na reforma)
Quem me conhece sabe que, no ano passado, arrumei definitivamente os manuais, fechei o giz no armário e decretei a merecida a...
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Quando estava na NOS, podia ver televisão no computador através do site https://nostv.pt , mas a DIGI não tem nenhuma aplicação para a web,...
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Hoje, enquanto me sentava no meu banco de jardim habitual, observando o mundo a passar – e, claro, a espreitar um pouco o que acontece no me...
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O “salário” de António Mexia permitiria pagar o salário mínimo a 532,6 pessoas, que ganhassem o salário mínimo nacional, que se encontra no...




