quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Apenas uma pergunta!

É em situações extremas que conhecemos as nossas próprias fraquezas.

Apenas uma pergunta em que te é pedido que respondas com sinceridade, e poderás auto-avaliar os teus princípios morais.

Trata-se de uma situação imaginária, porém deves decidir o que farias.

Estás em plena baixa de Lisboa, no meio do caos causado pelas cheias que ocorrem em épocas de chuvas mais intensas. Tens a tua máquina fotográfica, trabalhas para a "Time" e estás a tirar as fotos de maior impacto.

De repente, vês José Sócrates num carro, lutando desesperadamente para não ser arrastado pela corrente, entre destroços e lodo... No entanto, ele acaba por ser levado e tens a oportunidade de o resgatar, ou de tirares a fotografia vencedora do Prémio Pulitzer, que te traria a fama e o reconhecimento mundial por mostrar a morte de tal personagem...

Com base nos teus princípios éticos e morais, responde sinceramente:

Tiravas a foto a cores ou a preto e branco?

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Instituições portuguesas

Todos querem comandar, aconselhar, etc.. Os maus resultados são dos poucos que trabalham, como se vê nesta corrida de canoa entre portugueses e japoneses.

Professorzecos?

Para o ME os seus servidores são os "professorzecos". A expressão nem espanta porque condiz com a política de achincalhamento da profissão prosseguida pelos iluminados da 5 de Outubro. Não cabe na cabeça de ninguém que este Ministério deseje professores respeitáveis se é o primeiro a humilhá-los. Pode ser o princípio do fim da tia Milu.


  • (...) a reunião não terá corrido bem e acabou com acusações mútuas: a equipa do ministério considerou que os deputados estavam a dar voz a "professorzecos", enquanto estes lembraram os governantes de que só estavam no Governo porque existia a maioria parlamentar. (...) LER MAIS


O mais interessante é os sindicatos (FENPROF) considerarem que a Ministra deveria apresentar "um pedido público e formal de desculpas, dirigido a todos os Professores e Educadores Portugueses". Que adiantaria um pedido público e formal de desculpas se na sua mente certamente continuaríamos a ser considerados uma classe inferior, justificando a adjectivação: Professorzecos!

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

José Sócrates não seria uma grande perda!

Este site não foi pensado para a publicação de anedotas, mas no actual contexto algumas piadas que me chegam por mail são de publicação irresistível.

José Sócrates está a visitar uma escola primária e entra na sala da quarta classe. As crianças estão a discutir as palavras e os seus significados.

O professor pergunta ao primeiro-ministro se ele quer moderar o debate, sobre o significado da palavra "tragédia". Então Sócrates pede à turma um exemplo de uma "tragédia".

Um rapazinho levanta a mão e diz, "se o meu melhor amigo, que mora na casa ao lado, atravessar a rua e for atropelado por um carro, isso era uma tragédia".

"Não", diz o Primeiro, "isso seria um acidente, pois ninguém teve culpa".

Uma menina diz: "se um autocarro cair duma ponte por culpa do motorista, e todos os que lá iam morrerem, isso seria uma tragédia".

"Também não", explica Sócrates. "isso seria o que nós chamamos UMA GRANDE PERDA".

A sala fica silenciosa. Mais nenhuma criança quer arriscar. O primeiro-ministro pergunta outra vez: "Há aqui alguém que me possa dar um exemplo de uma tragédia?"

Finalmente, no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão. Muito baixinho, diz, "se o sr. regressar a Lisboa no avião do Governo e ele for atingido por um míssil dos terroristas, e explodir no céu, isso seria uma tragédia".

"Correcto!", exclama Sócrates, "muito bem. E podes dizer-nos PORQUE É QUE isso seria uma tragédia?"

"Bem", começa o Joãozinho, "porque, como o sr. explicou, não seria um acidente, e, como toda a gente sabe, não seria uma grande perda!"

sábado, 26 de janeiro de 2008

Autonomia das escolas na Socratelândia

Na quarta-feira tive uma reunião de Grupo para discutir a avaliação de desempenho dos docentes. Ficou como trabalho de casa fazer propostas à ficha de avaliação que o Coordenador utilizará para preencher aquando da observação das aulas, a discutir numa próxima reunião. Entretanto o Ministério anulou o debate publicando na Internet a referida grelha, num pacote de PDF's.



Autonomia das escolas para o Ministério é isto: Impor a todas os mesmos modelos, com uma opção "outro", a definir pela escola.


Simplex!

Os professores são a profissão em que os portugueses mais confiam

Os professores são a profissão em que os portugueses mais confiam e também aquela a quem confiariam mais poder no país. (RTP) Noutros países o resultado é semelhante, à excepção dos ignorantes africanos que preferem entregar-se à magia dos líderes religiosos.

Uma explicação simples é que o poder dos professores provém precisamente da independência com que é exercido, e os seus clientes – os alunos – não têm capacidade económica para influenciar as suas decisões. Políticos, advogados,... vendem-se obviamente aos mais poderosos.

A Ministra, vista por Bocage


Este poema não assinado circula por mail na Internet apresenta um retrato delicioso da Ministra.


Baixa, de olhos ruins, amarelenta,
Usando só de raiva e de impostura,
Triste de facha, o mesmo de figura,
Um mar de fel, malvada e quezilenta;

Arzinho confrangido que atormenta,
Sempre infeliz e de má catadura,
Mui perto de perder a compostura,
É cruel, mentirosa e rabugenta.

Rosto fechado, o gesto de fuinha,
Voz de lamento e ar de coitadinha,
Com pinta de raposa assustadinha,
É só veneno, a ditadorazinha.

Se não sabes quem é, dou-te uma pista:
Prepotente, mui gélida e sinistra,
Amarga, matreira e intriguista,
Abusa do poder... e é MINISTRA.

O Regresso do Morto-Vivo (ou como a IA me obrigou a trabalhar na reforma)

 Quem me conhece sabe que, no ano passado, arrumei definitivamente os manuais, fechei o giz no armário e decretei a merecida a...