Como é que houve desvios para pagar salários dos professores se estão congelados desde 2001, com descongelamentos apenas pré-eleitorais, que são restabelecidos logo depois das eleições? O último congelamento foi estabelecido em 2010, depois de o PS ter ganho as eleições de 2009.
O desvio que a Troika refere foi um descongelamento momentâneo de José Sócrates nas eleições de 2009 para comprar os votos dos dos professores... Que até resultou para continuar a governar até ao PEC4 ;)
Estou a tentar ajudar a Troika a explicar como uma rubrica congelada pode provocar desvios orçamentais, porque a notícia é omissa.
domingo, 14 de agosto de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
England riots - The misfortune to be born non-white
Source: Unemployment rate by ethnic group * ONS * Backup
If not born white will probably have less easy access to goods, and more easily will be unemployed. In Portugal it is said that "Black stopped is a suspect and running is a thief." In England the blacks have more lucky than the Portuguese, but unemployment rates are invariably higher for non-white, showing that opportunities for access to the labor market are very different. However, the youth unemployment rate rose to 23%, the situation was explosive, literally just a short fuse.
More, the UK has a proportion of its children living in workless households than any other EU country.
Europe must listen to these warnings!
Already in France was similar.
If not born white will probably have less easy access to goods, and more easily will be unemployed. In Portugal it is said that "Black stopped is a suspect and running is a thief." In England the blacks have more lucky than the Portuguese, but unemployment rates are invariably higher for non-white, showing that opportunities for access to the labor market are very different. However, the youth unemployment rate rose to 23%, the situation was explosive, literally just a short fuse.
More, the UK has a proportion of its children living in workless households than any other EU country.
Europe must listen to these warnings!
Already in France was similar.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Incoerência de Santos Pereira
Santos Pereira tem como missão contribuir para a a redução do défice orçamental e relançar a economia portuguesa na via do crescimento económico, tarefa difícil partindo da herança que tão bem caracterizou no seu blogue.
Afirmou que se "deparou com um clima e ambiente de ostentação no Ministério que é uma afronta para ele e para os portugueses". Muitos de nós ficámos satisfeitos com a observação, dizendo para com os nossos botões que tínhamos Ministro.
Pouco depois ficamos a saber que segue uma política inflacionista, para não empregar um adjectivo pior.
Não é lícito comparar o seu ministério com os "dois ministérios e meio" que veio substituir para justificar a taluda que cabe mensalmente à sua chefe de gabinete. Seguindo a mesma lógica ele também deveria ter o vencimento de "dois ministros e meio", e naturalmente que desta forma não serviria de nada Passos Coelho ter reduzido o número de ministros.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
uwall.tv
http://uwall.tv/ é um dos melhores sites para ouvir música e criar as suas próprias listas, como esta.
A coerência de Passos Coelho: Menos 5 Ministros no Governo, mais 4 Administradores na Caixa (CGD)
O discurso é pedir mais e mais sacrifícios, apresentando medidas simbólicas para justificar a austeridade, que não se questiona, e cujos efeitos sobre redistribuição do rendimento se distorcem.
Uma das medidas simbólicas mais propaladas na campanha eleitoral foi a redução do número de Ministros para 10, que por força da coligação com o CDS ficou em 11. Mesmo assim, resultou numa "poupança" de 5 Ministros relativamente ao Governo se Sócrates que tinha 16!
O que não se compreende é por que motivos a Caixa (CGD) passou agora a necessitar de 11 Administradores, quando até aqui lhe tinham bastado 7! Mais 4 que ganham bastante melhor que os Ministros!
Uma interpretação é que os amigos de Passos Coelho preferem ser Administradores da Caixa (CGD) a serem Ministros por razões óbvias ;) Para continuar a assegurar bons tachos é que a Caixa (CGD) não pode ser privatizada. RTP idem.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Mota Amaral com gabinete, secretária, BMW, motorista e telemóvel à pala do Estado
A austeridade não é para todos e estes exemplos descredibilizam qualquer "esforço colossal"... que depressa passa a mentira colossal.
- PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Despacho n.º 1/XII - Relativo à atribuição ao ex-Presidente da Assembleia da República Mota Amaral de um gabinete próprio, com a afectação de uma secretária e de um motorista do quadro de pessoal da Assembleia da República.
Ao abrigo do disposto no artigo 13.º da Lei de Organização e Funcionamento dos Serviços da Assembleia da República (LOFAR), publicada em anexo à Lei n.º 28/2003, de 30 de Julho, e do n.º 8, alínea a), do artigo 1.º da Resolução da Assembleia da República n.º 57/2004, de 6 de Agosto, alterada pela Resolução da Assembleia da República n.º 12/2007, de 20 de Março,
determino o seguinte:
a) Atribuir ao Sr. Deputado João Bosco Mota Amaral, que foi Presidente da Assembleia da República na IX Legislatura, gabinete próprio no andar nobre do Palácio de São Bento;
b) Afectar a tal gabinete as salas n.º 5001, para o ex-Presidente da Assembleia da República, e n.º 5003, para a sua secretária;
c) Destacar para o desempenho desta função a funcionária do quadro da Assembleia da República, com a categoria de assessora parlamentar, Dra. Anabela Fernandes Simão;
d) Atribuir a viatura BMW, modelo 320, com a matrícula 86-GU-77, para uso pessoal do ex-Presidente da Assembleia da República;
e) Encarregar da mesma viatura o funcionário do quadro de pessoal da Assembleia da República, com a qualificação de motorista, Sr. João Jorge Lopes Gueidão;
f) Atribuir ao ex-Presidente da Assembleia da República telemóvel de serviço, em termos equiparados aos Vice-Presidentes da Mesa.
Palácio de São Bento, 21 de Junho de 2011
A Presidente da Assembleia da República, Maria da Assunção Esteves.
Publicado
DAR II Série-E - Número 1 ****** Backup
24 de Junho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
Os ratings da Moodys, Fitch e da Standard & Poor's
Sobre o episódio da Moodys fica para registo:
- Os ratings são meras opiniões, não são nenhum resultado científico.
- O que dá credibilidade às agências de rating é a referenciação pelos investidores e pelas autoridades. Se preferem as opiniões da Moodys às da Companhia Portuguesa de Rating é porque provavelmente a Moodys acerta mais vezes.
- A onda popular de indignação contra as agências de rating – via mail e Facebook – compreende-se porque a decisão de descer em 4 níveis a notação da dívida soberana portuguesa foi tomada após a assinatura de um programa de resgate e antes que sejam visíveis quaisquer desvios.
- Os ratings da Moodys, Fitch e da Standard & Poor's favorecem os Estados Unidos relativamente ao resto do Mundo.
- Quando olham para os países europeus, observam os anglo-saxónicos numa primeira divisão e os PIIGS numa segunda categoria.
- As agências de rating têm alguma razão porque ninguém aproveita esta oportunidade de negócio.
- As agências de rating têm uma evidente dualidade de critérios aqui exposta com bom humor.
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