domingo, 20 de março de 2011
Proposta indecente do GAVE
Trabalhem sem receber - propõe o GAVE/ME. Os professores evidentemente que se recusam a aceitar propostas indecentes.
sábado, 19 de março de 2011
A crise política é o jogo da culpa
A democracia deveria ser repensada urgentemente, porque se suportamos os custos do seu funcionamento deveria ter algum valor acrescentado. Lendo o artigo de Helena Garrido ficamos com a sensação que a política é um jogo que só serve para os actores se culparem uns aos outros, agravando mais ainda os custos da crise económica.
- Numa forma dura e crua, pode dizer-se que Portugal está já a ser governado a partir de Bruxelas e Frankfurt. E que já está tudo preparado para o Governo fazer o pedido formal de ajuda financeira à Europa e ao FMI.
Factos são factos. O resto, a dita crise política, é o jogo da culpa. O Governo, pelo que disse ou pelo que não fez, quer tirar de cima de si a culpa do pedido de ajuda financeira. Um jogo que nos vai sair caro, que vai exigir ainda mais medidas de austeridade.
Helena Garrido / Jornal de Negócios / 18/MAR/2011
Infelizmente, se lhe perguntasse quem deveria dar a cara pela administração do país, imagino que HG me responderia Sócrates. Realmente este é tão "brilhante" que não rivaliza com ele qualquer adversário credível, e segue uma política tão "consensual" que parecem não existir alternativas.
sábado, 12 de março de 2011
Sócrates ignora toda a sociedade
Sócrates ignora toda a sociedade, os sinais das manifestações de professores e da "geração à rasca", o discurso de tomada de posse do Presidente da República, os líderes dos restantes partidos, os parceiros sociais... e do alto da sua cadeira diz a toda a malta: tomem lá o PEC4 e vão-se...
O FMI não veio, mas que mais poderia o FMI inventar?
Vale cortar em tudo, menos nos gabinetes de Sócrates e amigos politicus que chupam este país.
Mas irão continuar a votar em Sócrates porque o problema de fundo da sociedade portuguesa é reduzida produtividade e o correspondente subdesenvolvimento. É evidente que Sócrates também tem culpa nestes problemas, quando cria em seu redor um exército de boys e promove políticas pouco transparentes na afectação de obras públicas, delapida as finanças públicas em brinquedos de guerra e num sistema judicial que só serve aos juízes...
Só que até aos anos 90 os licenciados iam encontrando lugares nas escolas, e agora já não encontram vaga porque os quadros estão preenchidos...
Os bons emigraram... os restantes manifestaram-se, porque invejamos os padrões de consumo dos países desenvolvidos, mas continuamos com a estrutura económica de um país que nunca se industrializou.
Valeu o dia pela catarse colectiva, como prova a diversidade de slogans:
- "Senhor Presidente, em nome dos pobres, dos jovens, dos idosos e da nação, dissolva o Parlamento!";
- "Sócrates cabrão, aceita a demissão";
- "Nunca pagámos tanto por tão pouco";
- "Economia é a tua tia";
- "Com a precaridade não há liberdade";
- "Revolução dos (es)cravos";
- "Deixa passar, deixa passar, que o mundo vai mudar";
- "Todos à rasca homens e animais";
- "Eu não votei na Merkel". (Jornal de Negócios)
Criticar é simples. Que soluções terão? Não vi nada de novo no seu Facebook!
O FMI não veio, mas que mais poderia o FMI inventar?
Vale cortar em tudo, menos nos gabinetes de Sócrates e amigos politicus que chupam este país.
Mas irão continuar a votar em Sócrates porque o problema de fundo da sociedade portuguesa é reduzida produtividade e o correspondente subdesenvolvimento. É evidente que Sócrates também tem culpa nestes problemas, quando cria em seu redor um exército de boys e promove políticas pouco transparentes na afectação de obras públicas, delapida as finanças públicas em brinquedos de guerra e num sistema judicial que só serve aos juízes...
Só que até aos anos 90 os licenciados iam encontrando lugares nas escolas, e agora já não encontram vaga porque os quadros estão preenchidos...
Os bons emigraram... os restantes manifestaram-se, porque invejamos os padrões de consumo dos países desenvolvidos, mas continuamos com a estrutura económica de um país que nunca se industrializou.
Valeu o dia pela catarse colectiva, como prova a diversidade de slogans:
- "Senhor Presidente, em nome dos pobres, dos jovens, dos idosos e da nação, dissolva o Parlamento!";
- "Sócrates cabrão, aceita a demissão";
- "Nunca pagámos tanto por tão pouco";
- "Economia é a tua tia";
- "Com a precaridade não há liberdade";
- "Revolução dos (es)cravos";
- "Deixa passar, deixa passar, que o mundo vai mudar";
- "Todos à rasca homens e animais";
- "Eu não votei na Merkel". (Jornal de Negócios)
Criticar é simples. Que soluções terão? Não vi nada de novo no seu Facebook!
terça-feira, 8 de março de 2011
É proibido expressar opinião contra a avaliação do desempenho
Ser honesto dá direito a despedimento.
Parece evidente a todos que tem apenas uma turma, hora e meia por semana, "só enganando a administração pode corresponder a um modelo que avalia quatro dimensões da actividade dos professores segundo 39 indicadores e 72 descritores. Por isso, apelei a uma reflexão sobre o sistema de avaliação - era isso que se pedia no abaixo-assinado".
Neste país, onde os políticos assumem as "qualidades" (papéis) que lhes apetece em função do que querem dizer, a sinceridade do coordenador da DREC valeu-lhe o despedimento.
sexta-feira, 4 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
O trabalho de casa do Pato Donald
- (...) primeiros dados da execução orçamental referentes a Fevereiro, mês em que, pela primeira vez em quinze anos, a despesa pública primária (sem juros) terá descido, 3,6%.
Estes números serão esta tarde levados em primeira mão por José Sócrates a Ângela Merkel para demonstrar à chanceler alemã que Portugal está a fazer o “trabalho de casa”.
Negócios, 02/MAR/2011
Reduzindo os vencimentos dos funcionários que trabalham no Estado e aumentando os impostos a pagar por todos é fácil reduzir o défice, mas o trabalho de casa não foi feito, foi aldrabado.
Dicas para o trabalho de casa:
- colocar a percentagem de generais e almeirantes em linha com países de dimensão semelhante. O último número do EXPRESSO revela que somos o país do Mundo com mais comandantes por soldado, a gastarem dinheiro em "brinquedos" caros (aviões, submarinos,...);
- controlar o endividamento das autarquias (ver Alandroal);
- eliminar os institutos e fundações públicas inúteis (servem para empregar a clientela);
- rever as remunerações dos gestores públicos, absolutamente escandalosas;
- rever as parcerias público-privadas, pois estas são a prazo desastrosas para o Estado, quer nas estradas, nos hospitais ou nas escolas;
- enterrar de vez a discussão sobre investimentos megalómanos, como o TGV ou um novo Aeroporto.
Não vou continuar a lista porque só estes items já constituíram um trabalho de casa EXCELENTE.
Resultado do encontro: Ângela Merkel elogiou os «corajosos» esforços portugueses, no que toca a medidas de austeridade e lembrou que «nunca disse que Portugal precisava de recorrer ao Fundo» Europeu, (Agência Financeira, 02/MAR/2011) Assim ficou Sócrates com a taça de ter "salvo" o país do FMI... mas já estamos a pagar a sua política, com a ameaça de esta prosseguir numa dosagem ainda mais forte, a confirmarem-se as previsões da Agência Financeira, pois:
- Mas, em troca da cedência, a Alemanha deverá impor condições: mais austeridade e mais reformas estruturais, as mesmas que constam do seu Pacote para a Competitividade. E José Sócrates já percebeu que «não há almoços grátis» e já começou a preparar a opinião pública para a inevitabilidade de serem precisas mais medidas.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Manifesto pela Criatividade e Colaboração no uso da Web 2.0 nas Escolas Portuguesas

Imagine um documento escrito colaborativamente por docentes do Ensino Básico e Secundário e outros agentes do sistema educativo português (Nível Básico, Secundário e Superior), assim como investigadores e outros interessados em criar um documento de referência para o uso criativo e colaborativo de ferramentas da designada Web 2.0 no contexto educativo actual.
Pare de imaginar. O documento está a ser construído aqui.
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