terça-feira, 25 de agosto de 2009

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Folksonomia


É impossível manter uma lista actualizada com todos os sites interessantes, porque não temos tempo para ver todas as novidades que o ciberespaço nos reserva. Daí a popularidade da folksonomia ou social bopkmarking. Por outras palavras, podemos colocar os nossos bookmarks/favoritos na web e partilhá-lhos com outras pessoas. Os grupos do diigo são talvez dos mais conhecidos, e navegar pelas tags clouds de alguns destes grupos é utilizar o trabalho gratuito de muitas pessoas. Eis algumas bookmarks sobre Web 2.0 e tecnologia educativa.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Há almoços grátis


O Futuro dos Preços classifica o grátis do século XX de artifício de Marketing, enquanto o Grátis do século XXI provêm de um novo paradigma de funcionamento da economia. Enquanto a economia industrial era inflacionaria, com custos dos produtos que conduziam a aumentos de preços, a economia digital é deflacionária porque o custo marginal de uma cópia é nulo... Certamente que grande parte da economia real nunca se reduzirá a bits, mas vale a pena imaginar um Mundo onde grande parte dos preços tende para zero.

  • Essa nova forma de Grátis se baseia na economia de bits, não de átomos. Uma qualidade singular da era digital é que, uma vez que algo se transforma em um produto digital, inevitavelmente passa a ser grátis – em termos de custo, com certeza, e muitas vezes em termos de preço.
    (...)

    Na economia dos átomos – em outras palavras, a maioria das coisas que nos cercam –, tudo tende a ser mais caro com o tempo. Mas na economia dos bits, que é o mundo on-line, as coisas ficam mais baratas. A economia dos átomos é inflacionária, enquanto a economia dos bits é deflacionária.

    O século XX representou, em grande parte, uma economia dos átomos. O século XXI será igualmente uma economia dos bits. Qualquer item grátis na economia dos átomos deve ser pago por algum outro item, e é por isso que o Grátis tradicional cheira tanto a uma isca – você está pagando, de uma forma ou de outra. Mas o Grátis na economia dos bits pode ser realmente grátis, excluindo totalmente o dinheiro da equação. As pessoas têm motivos para suspeitar do Grátis na economia dos átomos e para confiar no Grátis na economia dos bits. Intuitivamente, elas percebem a diferença entre as duas economias e entendem por que o Grátis funciona tão bem on-line.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Sócrates vs Sócrates



É triste o anulamento da oposição.
Sem dúvida que seria necessário um Sócrates bom para combater o Sócrates que temos!

Até que apareça um novo D. Sebastião... porque:
  • "O país não tem dimensão para se roubar tanto".
    Ferraz da Costa, EXPRESSO, 15 de Agosto de 2009

Youtube.EDU


Faculdades e universidades dos Estados Unidos já vinham, isoladamente, oferecendo cursos gratuitos online incluindo a filmagem das palestras de seus mais ilustres professores.

Agora, além do MIT, são mais de 100 faculdades e universidades americanas que disponibilizaram as suas aulas gratuitamante na Internet, no site de compartilhamento de vídeos YouTube.EDU.

Podemos citar, a título de exemplo, várias universidades conhecidas mundialmente, como Berkeley, Columbia Business School, Cornell, Dartmouth, Duke, Harvard, Stanford, MIT, Yale, UCLA e Princeton.

São milhares de vídeos em praticamente todas as áreas imagináveis!

Todos os países do mundo já sabem que a educação, a investigação e a ciência são peças chave para o seu desenvolvimento. Compartilhar estas informações é ir rapidamente ao seu encontro. Os Estados Unidos já entraram na prática. Portugal é um país retardado, tecnologicamente, mas sobretudo culturalmente. Quando começarão os portugueses a seguir este exemplo? A mudança de mentalidades é sempre muito mais lenta que a revolução tecnológica. Porquê?

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Ministra da Saloiice dá exemplo do estado da Educação



Na Av. de Roma, n.º 20, o 5.º andar, foi recentemente adquirido por uma quantia milionária por uma (i)responsável política deste (des)governo que nos caiu em sorte para mal dos nossos pecados.

Este "apartamentinho" está em obras de beneficiação há cerca de um ano e o resultado começa a estar à vista. Num prédio pintado de amarelo com todas as persianas das janelas em verde, a recente proprietária substituiu as mesmas por vermelho... Tudo isto à revelia do mais elementar bom gosto, bom senso, respeito pelos condóminos e até da própria lei (?), num atropelo visual inqualificável.

A autora desta atitude suburbana-pimba é nada menos do que a Senhora Ministra da Educação deste País...

E se cada um de nós começasse a seguir o mau exemplo desta senhora e desatasse a pintar das cores que nos agradam? Ou de acordo com as nossas preferências clubistas? Para os espíritos mais sensíveis... Apreciem a pinta desta SALOIICE...

Pedido de desculpas pela precipitação


Publiquei este post fazendo fé num mail dum vizinho. Acontece que segundo informação posterior, confirmada no local, a mudança para o vermelho terá sido decidida em reunião de condóminos, tendo sido a Ministra apenas a primeira a pintar as janelas. Não haveria portanto motivo algum para ter publicado este post. Lamento já não o poder apagar, porque entretanto a notícia já se espalhou pela Web. Certamente que será preferível ficar aqui o post com a devida correcção, do que fazer de conta que não tinha escrito nada.

Lamento, mas eu também fui enganado.


Na verdade não me surpreenderia se tivesse inventado uma teoria qualquer para o último andar poder ter uma cor diferente ;) Porquê? Se alguma alguma coisa caracteriza o seu mandato é atropelo das regras e a redefinição das mesmas.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Direitos de autor

Evidentemente que não faz hoje sentido a protecção da "propriedade intelectual" como se não se tivesse verificado uma revolução na plataforma de comunicação. Este vídeo explica porque é necessário alterar a legislação, permitindo aos consumidores que estes possam copiar os ficheiros em certos contextos, porque faz parte da utilização do bem.



Puxei o tema porque não podia perder esta pérola que me dirigiram ontem num fórum:

  • Ninguém tem o direito, seja em termos estritamente jurídicos ou mesmo moralmente falando, de reproduzir o produto do meu trabalho sem a minha autorização. E a questão de ser mais ou menos fácil fazê-lo é irrelevante: será que o facto de eu não trancar a porta do carro legitima que alguém possa entrar nele e usá-lo sem a minha permissão?!...


Respondi que se deixar o carro aberto e alguém o utilizar, isso é um roubo porque eu fico sem ele! Na área do conhecimento não é assim! O conhecimento não é um bem físico como o automóvel... se utilizarem as minhas dicas (propriedade intelectual) não perderei nada com isso! (INTERATIC)

O Regresso do Morto-Vivo (ou como a IA me obrigou a trabalhar na reforma)

 Quem me conhece sabe que, no ano passado, arrumei definitivamente os manuais, fechei o giz no armário e decretei a merecida a...