segunda-feira, 13 de abril de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
Há sites que não podem passar a livros

Há sites que não podem passar a livros porque constituem em si mesmos recursos educativos que não funcionariam em papel. Exemplo: Ludo Tech.
Escrevo isto no dia em que foi editado o site mais popular entre os professores portugueses, alimentado pela crítica ao mandato de Milu.
A ludoteca do blogue:
sexta-feira, 10 de abril de 2009
A mudança muda-nos a nós também
Estamos mais ligados que nunca
A pessoas
A lugares
Ao conhecimento
A ideias
À audiência
O modo como podemos interagir tem mudado significativamente
Como é que podemos aproveitar este ambiente na Web?
Envolvendo as pessoas na aprendizagem do “fluxo-Web”
(...)
O vídeo mostra então algumas das mais populares ferramentas da Web 2.0. Questiona a infoexclusão daqueles que não poderão expressar as suas ideias num blogue, lançar uns tweets ou preencher um perfil.
Uma crítica habitual à Web é observá-la apenas como espaço lúdico, que de acordo com a lógica industrial se opõe ao espaço de trabalho. A dicotomia trabalho/lazer não faz sentido para os jovens de hoje. É precisamente como passatempo que editam a Wikipédia que se constituiu como fonte de referência em muitas áreas, demonstrando o poder do trabalho realizado em redes sociais.
Pode a Escola ficar alheia ao desenvolvimento das ferramentas da Web 2.0? Para cumprir a sua função não pode, mas são óbvias as resistências, porque não é uma coisa tão simples quanto foi trocar as canetas de tinta permanente por esferográficas. Neste caso – como escreveu a Cristina Costa - a mudança muda-nos a nós também.

Fonte: http://dx.doi.org/10.1787/537160311288
A verdade é que não podemos continuar indiferentes ao crescimento do número de famílias com computador em sua casa, nem discriminar aqueles que ainda não atingiram esse objectivo.
A pessoas
A lugares
Ao conhecimento
A ideias
À audiência
O modo como podemos interagir tem mudado significativamente
Como é que podemos aproveitar este ambiente na Web?
Envolvendo as pessoas na aprendizagem do “fluxo-Web”
(...)
O vídeo mostra então algumas das mais populares ferramentas da Web 2.0. Questiona a infoexclusão daqueles que não poderão expressar as suas ideias num blogue, lançar uns tweets ou preencher um perfil.
Uma crítica habitual à Web é observá-la apenas como espaço lúdico, que de acordo com a lógica industrial se opõe ao espaço de trabalho. A dicotomia trabalho/lazer não faz sentido para os jovens de hoje. É precisamente como passatempo que editam a Wikipédia que se constituiu como fonte de referência em muitas áreas, demonstrando o poder do trabalho realizado em redes sociais.
Pode a Escola ficar alheia ao desenvolvimento das ferramentas da Web 2.0? Para cumprir a sua função não pode, mas são óbvias as resistências, porque não é uma coisa tão simples quanto foi trocar as canetas de tinta permanente por esferográficas. Neste caso – como escreveu a Cristina Costa - a mudança muda-nos a nós também.

Fonte: http://dx.doi.org/10.1787/537160311288
A verdade é que não podemos continuar indiferentes ao crescimento do número de famílias com computador em sua casa, nem discriminar aqueles que ainda não atingiram esse objectivo.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Mais uma bomba no processo de avaliação do desempenho

Refere o PÚBLICO que:
- Segundo um parecer da Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA), a que a Agência Lusa teve hoje acesso, o processo de avaliação do desempenho dos professores pode ser consultado por qualquer pessoa, desde que não contenha informação da reserva da intimidade do docente.
Logo a seguir sublinha a contradição com o ECD:
- O Estatuto da Carreira Docente estabelece que o processo de avaliação de desempenho tem "carácter confidencial".
Desta bomba não se tinha lembrado o Garcia Pereira ;)
terça-feira, 7 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Meridiano de Greenwich
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