sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Ministra reprovada pelos resultados das escolas públicas


Milu foi claramente reprovada pelos resultados das escolas públicas, uma vez que no no ranking de escolas as privadas tomaram os primeiros lugares em resultado da anomia que se vive nas públicas. Pela primeira vez, desde que que se publicam rankings (2001) é necessário descer até à 17ª posição para encontrar uma escola pública!
Correio da Manhã, 29 de Outubro de 2008.

Avaliando a Ministra pelos seus resultados sobre a escola pública, sem dúvida teria classificação negativa. Submeter-se a tarefas de recuperação não fará parte dos seus planos.

A sobrecarga de trabalho dos docentes com tarefas improdutivas já está a dar resultados.

Que podemos fazer?

Milu e a manif

Um vídeo de 5 estrelas.

Finlândia - Chile


  • Se o ministério aceitar uma recomendação do Conselho Nacional de Educação (CNE), os alunos deixarão de reprovar na escola até que completem os 12 anos. A proposta, revelada hoje no “Diário Económico” baseia-se nas recomendações da OCDE e nos resultados obtidos com uma política idêntica na Finlândia, onde ninguém reprova durante a escolaridade obrigatória. A Finlândia tem o melhor desempenho escolar do mundo.
    PÚBLICO, 29.10.2008


Observe-se que os alunos já não reprovam no ensino secundário a partir dos 18 anos, momento a partir do qual se podem inscrever nos cursos de Educação e Formação de Adultos, onde não há classificações numéricas nem testes.

O ME lembra-se da Finlândia quando pensa na avaliação nos alunos, independentemente do contexto sócio-económico distinto do português.

O mesmo ME toma o Chile como paradigma quando pensa na avaliação dos professores. Elucidativo!


Avaliação dos professores: O exemplo da Finlândia

terça-feira, 28 de outubro de 2008

A falência da escola-depósito


  • O Conselho Executivo (CE) da Escola Básica 2, 3 de Santa Maria, em Beja, demitiu-se em bloco, «saturado» com vários casos de violência no estabelecimento de ensino, como agressões entre alunos e a funcionários, professores e pais.
    «Apresentámos a demissão, porque estamos cansados e saturados com vários casos de violência na escola, que deixaram de ser pontuais e passaram a ser frequentes», explicou hoje à agência Lusa a professora e presidente demissionária do CE da escola, Domingas Velez.
    Diário Digital, 27 de Outubro de 2008


Uma escola inclusiva não é um depósito de crianças!

Seria interessante estudar a relação entre a imposição de aulas de substituição sem sentido, violentas em si mesmas, e a generalização da violência nas escolas.

O governo dá novas oportunidades!


            
Queres ter relações sexuais,
Sem preocupações?
O governo dá preservativos!

Já tiveste relações,
Mas esqueceste o capacete ;)
O governo dá a pílula do dia seguinte!

Tiveste um azar do caraças,
Engravidaste?
O governo dá o aborto!

Não abortaste,
Tiveste um filho?
O governo dá o abono de família!

Não estás a trabalhar,
Estás desempregado?
O governo dá subsídio de desemprego!

Estás agarrado,
És viciado e não gostas de trabalhar?
O governo dá rendimento social de inserção!

Queres ser doutor?
Frequentas uma Universidade Pública?
O governo dá as propinas!

Não gostas de estudar?
Andas na Escola mas não aprendes nada?
O governo dá novas oportunidades!

És político?
Cumpriste dois mandatos (8 anos) na Assembleia da República?
O governo dá a reforma!

Trabalhas?
Estás tramado porque tens de pagar impostos por todos os outros,
E não te podes reformar, porque o teu trabalho é necessário à Nação!

Globalização da imoralidade


  • Trufas e caviar no jantar da cimeira do G8 sobre fome

    Os líderes das oito economias mais industrializadas do mundo (G8), reunidos numa cimeira no Japão, estão a causar espanto e repúdio na opinião pública internacional, após ter sido divulgada aos órgãos de comunicação social a ementa dos seus almoços de trabalho e jantares de gala.

    Reunidos sob o signo dos altos preços dos bens alimentares nos países desenvolvidos - e consequente apelo à poupança -, bem como da escassez de comida nos países mais pobres, os chefes de Estado e de Governo não se inibiram de experimentar 24 pratos, incluindo entradas e sobremesas, num jantar que terá custado, por cabeça, a módica quantia de 300 euros.
    Diário de Notícias, 10 de Julho de 2008



Algum destes senhores terá sido afectado pela crise financeira?

O Regresso do Morto-Vivo (ou como a IA me obrigou a trabalhar na reforma)

 Quem me conhece sabe que, no ano passado, arrumei definitivamente os manuais, fechei o giz no armário e decretei a merecida a...