quarta-feira, 30 de março de 2011

Tirem-nos deste filme

Comentário ao artigo de Helena Garrido com o mesmo título:

  • SÓCRATES JÁ TINHA COLOCADO TERMO À AVALIAÇÃO
    Não sei se Sócrates errou ou premeditou o termo da avaliação de desempenho, mas desde que em Dezembro de 2010 congelou vencimentos e promoções, terminaram na prática quase todos os procedimentos para avaliação de professores, por falta de incentivo financeiro. Mantiveram-se uns resquícios de tarefas, porque os avaliadores não puderam demitir-se das suas funções, e por pressão de concursos sobre os contratados… MAS TIRANDO ISSO, SÓCRATES JÁ TINHA COLOCADO TERMO À AVALIAÇÃO POR MOTIVOS ORÇAMENTAIS. Pela tua crónica se vê que a única razão para obrigar os professores anualmente a um retrato em dezenas de descritores é inviabilizar a sua progressão, parra evitar o agravamento do défice orçamental.
    Sei que temos o “defeito” de ser muitos, mas de fores intelectualmente honesta reconhecerás que este país tem uma casta que se apodera do rendimento sem trabalhar. Sabes que todos os indicadores da repartição do rendimento colocam Portugal na cauda da Europa, e o problema se tem agravado com estes desGovernos. Este fenómeno constitui um obstáculo ao desenvolvimento do país e portanto se o NEGÓCIOS tratasse destas matérias prestaria um excelente serviço ao país. Observar que todos os analistas “económicos” são insensíveis ao domínio “social” é que me faz viver num filme de terror.
    Ao menos o Miguel Sousa Tavares tinha reconhecido que nenhum Governo tem legitimidade para estabelecer o IVA a 6% para o golfe enquanto corta pensões de 200 euros!

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