sábado, 28 de janeiro de 2012

Austeridade sem moral: A descredibilização da política por quem a quer impor

Vitor Gaspar tem a função de impor um extenso plano de austeridade a todo o país. Não deve admitir excepções, que conduzem a outras...

Neste plano, não só é absolutamente imoral que comece por abrir excepções num banco onde é funcionário. Adianta o EXPRESSO que: Mas o Vítor Gaspar que todos conhecemos toma decisões com grande impacto político, e essas não escapam aos critérios genéricos de moralidade.

Assim, que moralidade tem um homem para exigir austeridade ao país, quando se subtrai a si próprio e aos colegas do Banco da participação no mesmo desígnio? Está mesmo a dizer que a austeridade é apenas um eufemismo para os mais fortes imporem uma repartição do rendimento cada vez mais desequilibrada.

Já sabemos que os funcionários do BdP não são funcionários públicos, mas quando utilizam a sua independência para fazer uma interpretação das regras diferente da dos irlandeses e espanhóis, recordam-nos o exemplo de Vitor Constâncio, que como Governador do Banco Central de um país miserável também se sentia legitimado para ganhar mais que o presidente da Reserva Federal Americana.

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