Défice de 2014 = Défice de 2011. Venha nova dose de austeridade sff http://t.co/7lCwYyzfWc pic.twitter.com/8R98xN97d0
— José Neto (@netodays) 24 setembro 2015
Foi este destaque do INE que estragou a festa!
Défice de 2014 = Défice de 2011. Venha nova dose de austeridade sff http://t.co/7lCwYyzfWc pic.twitter.com/8R98xN97d0
— José Neto (@netodays) 24 setembro 2015
The Economist aponta #BlackMonday como o 4º maior crash bolsista, depois de 1929/33, 1973/74 e 2008 pic.twitter.com/qMIGzbpCG7
— José Neto (@netodays) 29 agosto 2015
Não sei se faz sentido desejar um bom ano a todos os que leiam esta mensagem. A dúvida ocorre-me depois de ter escutado as críticas do padre sobre a industrialização das mensagens de Boas Festas e de Ano Novo com os recursos da Internet. Referiu o E-mail, o Twitter e o Facebook como se fossem os demónios dos tempos modernos, responsáveis pela desagregação das famílias...
Para que conste, esta mensagem não é copy/paste, e sinto-me muito mais tranquilo escrevendo-a no meu Tablet, que a publicará no Blogger, Twitter, Facebook e nem sei mais onde, que me senti na missa, perante a pressão para beijar a vizinhança ao lado pela paz de Cristo ou beijar a imagem mesmo que o padre tenha dito que os católicos não veneram imagens!
Tenham um 2014 minimamente decente, sem esperar pela saída da Troika, porque num país periférico como o nosso a famigerada independência não passa de uma utopia e quem constrói a Felicidade somos nós! Quem me mandou ir à Missa?