quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Um vazio embaraçoso
Já ouvimos muitas desculpas, como a célebre "Não há dinheiro! Que parte não percebeu?", de Vitor Gaspar. Mais iritantemente ainda, e mais devagar, Anabela Rodrigues disse que não teve tempo!
sábado, 6 de junho de 2015
O Papel Comercial do BES/GES. Lesados de luxo vs. lesados pelintras
- O Papel Comercial constitui uma fonte de financiamento de curto prazo disponível para as empresas, destinados a financiar défices de tesouraria mediante a emissão de Títulos nominativos, livremente negociáveis e domiciliados numa Instituição Financeira que preste o serviço da respectiva guarda.
https://www.cgd.pt/Empresas/Gestao-Corrente/Apoio-Tesouraria/Pages/Papel-Comercial.aspx
- Como se sabe, foram vendidos títulos de dívida da Espírito Santo International e da Rio Forte, empresas do Grupo Espírito Santo, aos balcões do Banco Espírito Santo. Estas empresas deveriam assegurar o pagamento, mas estão em insolvência e não conseguem satisfazer as suas responsabilidades.
http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/banca___financas/detalhe/provisao_para_papel_comercial_esta_no_bes_mau_mas_so_novo_banco_conseguira_pagar.html
- O Novo Banco está determinado em comprar aos clientes de retalho do Novo Banco o papel comercial da ESI e RioForte, subscritos na rede de retalho do BES até 14 de Fevereiro de 2014, tal como fora anteriormente afirmado pelo BES.
http://www.novobanco.pt/site/cms.aspx?srv=222&stp=1&id=d85d57c9-d01d-4f36-bd99-4e8682526a6b&order=1&attach=No
- Tendo em conta o referido nos pontos anteriores, a CMVM entende - e já o transmitiu nos fora e pelos meios próprios - que deverá haver lugar à adopção pelo Novo Banco de soluções de compensação dos investidores não qualificados vítimas das más práticas de comercialização de papel comercial GES vendido aos balcões do Banco Espírito Santo.
http://www.cmvm.pt/pt/Comunicados/Comunicados/Pages/20150420.aspx
- Entre os 2508 clientes de retalho que reclamam o pagamento do dinheiro investido em papel comercial aos balcões do BES, relativo a dívida de empresas do grupo Espírito Santo, há 60, 2,4% do total, que fizeram aplicações superiores a €1 milhão. E há mesmo casos em que o investimento superou os €5 milhões. No conjunto, estes 60 clientes de papel comercial da Espírito Santo International (ESI) e da Rioforte têm aplicados €100 milhões, ie. 18% do total, de cerca dos €550 milhões.
(...) "há muitos quadros, juízes, directores do próprio Novo Banco que compraram papel comercial".
http://expresso.sapo.pt/economia/ha-60-lesados-de-luxo-no-papel-comercial=f921605
Numa situação diferente estarão os lesados pelintras. Indivíduos que pouparam durante a vida inteira para chegar aos €50.000, montante mínimo para a subscrição deste produto, e terão ficado sem quaisquer poupanças. Admite-se que estes não conhecessem as características do produto, tendo sido vítimas da sua ignorância. O Estado Social existe para evitar que as pessoas caiam em situações de pobreza extrema, devendo prestar-lhes auxílio, mas nunca ressarcindo a totalidade do capital, para que aprendam a ver onde colocam o dinheiro.
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Uma década para Portugal! Atenuar a austeridade apenas para que o regabofe se perpetue
Observando os valores históricos, constata-se que em 2014 produzimos sensivelmente o mesmo que em 2000! Nuns anos o PIB subiu, noutros desceu, ficando no resultado final uma taxa crescimento médio nula! Mais, no nosso melhor momento, 2004-2007, o crescimento médio foi de 1,7%.
A estimativa de crescimento irrealista, mesmo assim apenas permite atenuar a austeridade, que continuará a fazer-se sentir sobre os mesmos, para que o regabofe dos privilegiados possa continuar. Uma palavrinha muito em voga para explicar o estado a que chegámos - a corrupção – nem aparece neste relatório. Sócrates não faria melhor.
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Próspero 2014!
Não sei se faz sentido desejar um bom ano a todos os que leiam esta mensagem. A dúvida ocorre-me depois de ter escutado as críticas do padre sobre a industrialização das mensagens de Boas Festas e de Ano Novo com os recursos da Internet. Referiu o E-mail, o Twitter e o Facebook como se fossem os demónios dos tempos modernos, responsáveis pela desagregação das famílias...
Para que conste, esta mensagem não é copy/paste, e sinto-me muito mais tranquilo escrevendo-a no meu Tablet, que a publicará no Blogger, Twitter, Facebook e nem sei mais onde, que me senti na missa, perante a pressão para beijar a vizinhança ao lado pela paz de Cristo ou beijar a imagem mesmo que o padre tenha dito que os católicos não veneram imagens!
Tenham um 2014 minimamente decente, sem esperar pela saída da Troika, porque num país periférico como o nosso a famigerada independência não passa de uma utopia e quem constrói a Felicidade somos nós! Quem me mandou ir à Missa?
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Brutal aumento de impostos apresentado como corte da despesa/poupança do Estado
A propaganda está tão bem montada, que este aumento efectivo e imoral de impostos é apresentado como corte da despesa ou poupança do Estado.
A ideia é que os funcionários intermédios não fazem falta nenhuma ao Estado, pois passarão o dia a falar ao telemóvel - como a imagem sugere - ou talvez no Facebook...
Para melhorar ainda a repartição do rendimento, não se faz nada para reaver os impostos daquelas que os decidiram pagar na Holanda, e ainda se lhes oferece um bónus no IRC.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Marco Almeida ganhou moralmente em Sintra
Quem votou VIII conheceria Marco Almeida e teria razões para nele depositar a sua confiança. Quem votou no PS, votou na marca eleitoral que tem por atribuição fazer oposição ao PSD, com o primo Basílio ou outro pára-quedista qualquer. Como a diferença entre as duas primeiras listas foi de cerca de 1700 votos em 123 mil, quase sem expressão percentual, Marco Almeida ganhou moralmente estas eleições, porque ia tendo o número votos suficiente para as vencer efectivamente, contra as máquinas partidárias do PS e do PSD.
Nunca tinha escrito sobre eleições no blogue, porque nunca me tinha custado perder. Pelo que li no Twitter esta noite terá sido penosa para muitos mais, mas a nossa esperança de devolver Sintra aos Sintrenses não se esgotou hoje... Para a próxima acredita mais na tua força e esquece os notáveis, porque o efeito Capucho foi contraproducente.
Adenda
Marco Almeida denuncia trafulhices na contagem dos votos em Sintra, e exige anulação das eleições
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Portugal, o país mais desigual da Área Euro, persiste na chinenização do trabalho
- A crise da dívida soberana na zona do euro poderia muito bem designar-se de "crise do desemprego" em Portugal, como em outros Estados-Membros do sul da Europa. Esta crise levará à perda da geração de mão-de-obra qualificada em Europa. Mais que as variações do PIB e das taxas de juro da dívida soberana, o número de pessoas sem trabalho pode ser visto como um indicador de quão duramente o país foi atingido pela crise e as medidas de austeridade.
- Portugal reduziu abruptamente os gastos em educação, entre 2010 e 2012, 23 por cento em dois anos. Acompanhando esse número, entre os grupos que visitam centros de emprego, os professores viram o mais significativo aumento em todo o país em 2012. Enquanto isso, o governo aumentou o mínimo de alunos por turma para 26 com um máximo de 30, entre o 5º e o 12º anos de escolaridade (10-18 anos de idade).
- Vitor Gaspar, advertiu que "a disciplina orçamental" não vai acabar, mesmo que as medidas de austeridade acordadas entre a Troika e o Governo Português sejam respeitadas e concluídas em 2014. Gaspar afirmou ainda que o trabalho para reduzir os níveis de dívida não será concluída em 2014 ou no ano seguinte: "Vai levar os esforços de uma geração".
Fonte: THE TRUE COST OF AUSTERITY AND INEQUALITY, Setembro de 2013, OXFAM.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Não há amanhã
sábado, 7 de setembro de 2013
O negócio do ensino privado no Grupo GPS
domingo, 25 de agosto de 2013
«O ideal até era que os salários descessem»
Com a sua morte, adquiriu hoje prodigiosos elogios em todos os jornais/sites, mas se lerem os comentários verão que ninguém desculpa o fanatismo liberal de António Borges, um dos responsáveis e dos beneficiários pela crise financeira e pela situação em que Portugal se encontra.
Para António Borges os hedge funds dispensavam a sua regulamentação, alegando que eram transaccionados apenas por profissionais, detentores de conhecimento. Para a generalidade da malta, ignorante, a única solução, será submeter-se a salários cada vez mais baixos, concorrendo com os chineses.
Os adjectivos utilizados pelos jornalistas e pelos comentadores, diferem tanto que nem parecem referir-se à mesma pessoa! Os primeiros são politicamente correctos. Para os segundos poderia ter falecido em 2009.
sábado, 17 de agosto de 2013
Um Governo que impõe aos outros regras que não segue
As escolas do ensino básico e secundário registaram a maior redução de funcionários. Mas os gabinetes do Governo registaram o maior aumento ;)
Arco de Luz - Terreiro do Paço
O vídeo não tem qualidade cinematográfica, mas para testar o Smartphone está óptimo. O espectáculo levou muitas pessoas ao Terreiro do Paço, provocando o caos no trânsito. Talvez alguns bares tenham facturado mais nestas noites, mas a maioria parece-me não ter entrado em nenhum.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
O PIB continua a cair, mas mais devagar
Porém, quem quer fazer propaganda à receita da Troika lê que “comparativamente com o trimestre anterior, o PIB aumentou 1,1% em volume”, simplesmente porque o PIB apesar de continuar a cair, caiu menos que no trimestre anterior.
No 1º trimestre de 2013 o PIB em volume (quantidade de bens produzidos) caiu a -4,1% ao ano, e no 2º trimestre caiu a uma velocidade menor: -2,0%. Comparativamente com o 2º trimestre de 2012 – em que a economia caía a -3,2% ao ano – no 2º trimestre de 2013 estima-se que a velocidade da queda se tenha reduzido em cerca de um ponto percentual, mas isto não é crescimento económico.
Podemos imaginar alguém a cair de um precipício, que entretanto abriu o para-quedas, começando a cair com maior suavidade, um efeito o INE associa ao calendário da Páscoa, a redução menos acentuada do Investimento e a uma aceleração expressiva das Exportações. Mas o Governo utilizou este ponto de inflexão ainda muito duvidosa para legitimar a política de austeridade e fazer a sua propaganda.
A Páscoa baralha as contas porque tem carácter sazonal. A redução menos acentuada do Investimento pode associar-se a um corte da procura interna que não foi tão longe quanto o Governo desejava devido à intervenção do Tribunal Constitucional. A aceleração das Exportações deve-se em grande parte à nova refinaria da Galp e ao crescimento económico dos principais parceiros... Nada disto depende da política do Governo, e muito provavelmente a economia sairia da recessão mais depressa sem governo nenhum.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Que podemos esperar do PS?
Custa a acreditar, que durante a noite foi erigida uma estátua numa cidade, mas neste país já tudo parece possível. Que seja o PS a homenagear padres fascistas, militantes do ELP e do MDLP, que nem contaram com o voto favorável do PSD e do CDS, é mesmo extraordinariamente revelador do PS que temos.
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
MST: "O verbo evidenciar não existe"
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Governo BPN
| BPN omitido no currículo de novo ministro A Bola BPN omitido no currículo de novo ministro. Por Redação. A- A A+. O novo ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, conta no currículo com uma passagem pelo Conselho Superior da Sociedade Lusa de Negócios mas essa informação ... |
| Ligação de Machete ao BPN sem impacto, diz ex-MNE Diário de Notícias - Lisboa João Semedo considerou que a proximidade de Rui Machete ao grupo BPN/SLN "num momento em que as fraudes do BPN e SLN pesam tanto das contas públicas e no bolso de cada contribuinte" confere à escolha um estatuto de "muito mau gosto". |
| Governo Passos esquece BPN no currículo de Rui Machete Notícias ao Minuto O gabinete de Passos Coelho omitiu o BPN do currículo de Rui Machete. O DN aponta hoje que a passagem do novo ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros pelo Conselho Superior da Sociedade Lusa de Negócios, dona do Banco Português de ... |
| Gabinete de Passos omite BPN no currículo de Machete Diário de Notícias - Lisboa A passagem do novo ministro de Estado e dos Negócios Estangeiros pelo Conselho Superior da Sociedade Lusa de Negócios, a proprietária do Banco Português de Negócios (BPN), de 2007 a 2009, não consta das "notas biográficas dos novos ministros", ... |
| Novo ministro dos Negócios Estrangeiros com fortes ligações ao ... Público.pt O novo Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, foi presidente ao longo de vários anos do Conselho Superior da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), a dona do Banco Português de Negócios (BPN), onde o Estado português injectou a ... |
| Passagem do novo ministro pela SLN foi omitida do currículo TVI24 Rui Machete, escolhido para ocupar o cargo de ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, já trabalhou na SLN, sociedade gestora do BPN, mas essa passagem pela empresa foi omitida da sua biografia, enviada aos órgãos de comunicação social ... |
| Maria Luís Albuquerque ouvida na comissão de Orçamento sobre ... RTP A comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública quer ouvir a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, no âmbito da venda do BPN ao BIC até 31 de julho. A presença de Maria Luís Albuquerque naquela comissão foi requerida na ... |
| Passagem de Rui Machete pelo BPN omitida pelo Governo Diário Digital Novo ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, a passagem de Rui Machete, de 73 anos, pelo Conselho Superior da Sociedade Lusa de Negócios, a proprietária do Banco Português de Negócios (BPN), entre 2007 a 2009, foi omitida das «notas ... |
| Finanças pagaram 22 milhões de euros ao BIC Económico O Ministério das Finanças já pagou ao BIC 22 milhões de euros no âmbito do contrato de venda doBPN, que previa que o Estado pudesse ter suportar responsabilidades contingentes no montante máximo de 158 milhões de euros. "Até à presente data, ... |
| Governo: Escolha de Machete é ótima e ligação a BPN não tem ... Visão Lisboa, 24 jul (Lusa) - O antigo ministro dos Negócios Estrangeiros António Monteiro considerou hoje que o novo titular da pasta é uma "solução ótima" e que as ligações de Rui Machete ao grupoBPN/SLN não vão afetar a sua imagem. "Acho que foi uma ... |
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Os cartões de Cavaco: PS, vermelho; CDS, amarelo; PSD, laranja
A decisão apresentada constitui claramente um cartão vermelho ao PS, que já se manifestou contra a proposta de Cavaco. Não se dignam de apresentar qualquer justificação, bastando-lhes imaginar que a conversão das últimas sondagens em mandatos lhes seria favorável. Apenas desejam chegar ao poder, por desgaste da coligação CDS-PSD, mas não se espera do PS uma mudança de política, sabendo-se que nos Governos de Mário Soares o partido foi o rosto da austeridade.
O CDS levou cartão amarelo! Tinha ganho poder no interior da coligação à custa de manobras palacianas, pelo que Cavaco fez bem ao travar Portas. Se este só com uma pasta de cada vez já enrolou o país em tantos casos (desaparecimento de documentos, submarinos,...) então como super-ministro dificilmente se imagina até onde iria o seu poder destrutivo.
Claramente, o PSD é o partido beneficiado com a sua proposta. Com um “Governo de Salvação Nacional” PS-PSD-CDS, cuja primeira missão é realizar eleições, imediatamente depois de a Troika sair do país (!), Cavaco está a situar o PSD na pole position, porque anulará os ganhos da oposição (do PS, e mesmo do CDS!) resultantes do desgaste do Governo. Mais, vangloriar-se-ão de terem evitado um segundo resgate... porque facilmente reverterão igualmente como mérito seu a almofada do “programa cautelar”. Assim, o PSD será o partido em melhores condições nas eleições de Junho de 2014. Podemos dizer que o PSD teve um cartão laranja, porque afinal Cavaco é seu!
É triste viver em democracia, quando as alternativas se limitam ao PS e ao PSD...
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Saiu Vítor Gaspar, entrou uma Gasparzeca
Como é óbvio, mentiu mais uma vez!
Segundo a carta de demissão de Vítor Gaspar, este já sai com oito meses de atraso. Passou-se com os acórdãos do Tribunal Constitucional e com a tonteira da TSU. Gaba-se te ter preservado a confiança dos credores, apesar de saber que estes exigem agora as mesmas taxas de juro – insuportáveis - que Sócrates pagava.
Logo agora que “as condições de financiamento do Tesouro e da economia portuguesa melhoraram significativamente”, e que “chegou uma nova fase: a fase do investimento”, não se percebe bem por que razão diz “não se sentir em condições de assegurar o sucesso do programa de ajustamento”.
Uma vez quer Vítor Gaspar recorda estar a “assumir plenamente as responsabilidades que lhe cabem” e que ironicamente afirma no final ser sua “firme convicção que com a sua saída contribuirá para reforçar a coesão da equipa governativa” só pode estar a sair por considerar traição a actividade de alguns colegas. Isto é, Vítor Gaspar seria um bom Ministro das Finanças, num país imaginário, onde pudesse impor todas as regras, sem qualquer constrangimento institucional, nem qualquer necessidade de negociar e justificar todos os vaipes que passassem pela cachola.
Mesmo assim, elogios fúnebres não lhe tem faltado:
"Uma surpresa muito desagradável" e "uma grande perda para o país", disse Miguel Beleza, representando certamente muitos que nele confiaram.
A polémica do (não) sabia nada de swaps aconselharia tudo excepto a promoção de uma eventual arguida. Mas tem a sua lógica... pois se prendessem os criminosos responsáveis pelo estado a que o país chegou, no Governo, na Assembleia, nos partidos, nas autarquias, nas empresas públicas, nas fundações... se a corrupção fosse eficazmente combatida, então é que o país recuperaria a confiança dos Empresários, do exterior e dos cidadãos. Continuando assim, Portugal aproximar-se-á a maior velocidade ainda, da Grécia.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Ideia para contornar os quatro feriados que o Governo extinguiu
Feriados extintos pelo Governo Passos Coelho/Paulo Portas/Vitor Gaspar/Miguel Relvas ;)
- Dois feriados civis:
5 de Outubro, Implantação da República
1 de Dezembro, Restauração da Independência - Dois feriados religiosos:
Corpo de Deus, 60 dias após a Páscoa
1 de Novembro, Todos os Santos
Fonte.
E a produtividade? Ninguém demonstrou que a redução dos feriados tenha efeitos positivos sobre a produtividade. Na educação tem-se a percepção que os feriados contribuem para aliviar tensões e recarregar as baterias, sendo qualquer eventual perda de um destes dias rapidamente recuperada nos seguintes.















