O “salário” de António Mexia permitiria pagar o salário mínimo a 532,6 pessoas, que ganhassem o salário mínimo nacional, que se encontra nos 485,00 € mensais.
Como é relativamente difícil imaginar um exército de mais de 500 pessoas, “menos produtivas” que um só homem, resolveu-se aprofundar a comparação com "senhores do Mundo". A conclusão é que Christine Lagarde, Julia Gillard, Mario Draghi, Barack Obama, Angela Merkel, Elio Di Rupo, Ban Ki-Moon, David Cameron, François Hollande, Sebastián Piñera, Vladimir Putin e Ben Bernanke, todos juntos...
... os 12, todos juntos receberam menos que o presidente da EDP.
Por exemplo, Ben Bernanke, Presidente da Reserva Federal dos EUA, recebeu apenas 5,2% do salário de António Mexia, apesar de ser o responsável pela emissão de moeda nos EUA! Não há nenhum critério, que com base na produtividade justifique o salário de Mexia!
Se quiserem dar a volta aos princípios da lógica, argumentando que os melhor remunerados são os mais produtivos, então contratem para a EDP Jamie Dimon ou George Soros, que valem respectivamente 4878 e 866 mexias!
PS. - 1. Foram utilizados os dados do site http://www.meusalario.org/, consultado hoje.
2.Considerou-se irrelevante o facto de os 3,1 milhões de euros, referidos pela imprensa, dizerem respeito a anos anteriores.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
quinta-feira, 11 de abril de 2013
A China na Internet
Regista-se um crescimento explosivo dos utilizadores de Internet na China, cujo número já é equivalente aos americanos (US) e europeus (UE) juntos!
Os principais serviços que nós conhecemos no ocidente, têm a sua "tradução" num serviço chinês equivalente.
Estes serviços resultarão de obstáculos à circulação da informação (ilegítimos) ou de diferenças culturais?
Os principais serviços que nós conhecemos no ocidente, têm a sua "tradução" num serviço chinês equivalente.
Estes serviços resultarão de obstáculos à circulação da informação (ilegítimos) ou de diferenças culturais?
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Paul Krugman responsabiliza a UE e o BCE pela crise política portuguesa
BCE/CE só intervêm ou prometem intervir quando o Euro está ameaçado. Entretanto já criaram expectativas de criação dos eurobonds, que resolveriam a crise portuguesa, que se encontra no volume da dívida (acumulada) e não tanto do défice que tem sido alvo preferencial das notícias nestes dias. Krugman escreveu um texto responsabilizando a UE e o BCE pela crise política portuguesa:
- Em resposta da Comissão Europeia à crise política portuguesa, a Comissão elogia a determinação do Governo em impor a austeridade não importando o que os tribunais dizem, porque a austeridade está a produzir "o crescimento da confiança dos investidores em Portugal".
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quarta-feira, 20 de março de 2013
PSD criou a geração mais precária em Portugal
- Vá lá dizer ao seu pai, ao seu médico, ao seu professor, aos pensionistas que recebem 300 euros/mês, aos trabalhadores com 50 anos que ganham 485 euros/mês, salário mínimo nacional, que a culpa da precariedade dos seus filhos e dos seus netos é deles! Foram eles que viveram acima das suas possibilidades! Tenha vergonha na cara!
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Ana Drago
Se a banca é apoiada tem que ter obrigações
- Nenhum outro sector, que não o bancário, foi apoiado pelo Estado com dinheiro dos contribuintes. Utilizou-se o argumento que era necessário apoiar o sector bancário para financiar a economia, portanto é o momento de olhar para a economia, o emprego e o crédito. O crédito concedido às pequenas empresas – as geradoras de emprego – tem vindo a decrescer em Portugal. Não pode continuar um apoio tão sustentado à banca sem esta ter obrigações quanto à economia.
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Ana Drago
segunda-feira, 18 de março de 2013
A Europa perdeu num dia a confiança construída em décadas
Que a Europa nunca teve uma liderança política responsável pelo seu destino já sabíamos há muito tempo. Por isso mesmo, deram emprego ao Durão Barroso, que não tem nem representa nenhuma ideia de Europa.A crise financeira veio colocar a nu a falta de estratégia da UE, pois enquanto os Estados Unidos e Japão já ultrapassaram a crise, a Europa vive no marasmo, vendo as economias emergentes a adquirir maior importância.
O BCE, com receio da inflação tem imposto uma política monetária restritiva, e vendido a ideia que os países precisam da confiança dos mercados. Só pode ter enlouquecido quando decidiu resolver o resgate de Chipre - uma economia com 1 milhão de pessoas, que representa apenas 0,02% do PIB europeu - com uma solução que deitou por terra todo o esforço que vinha sendo feito pela afirmação do Euro. Um assalto a todos os depositantes.
A partir deste momento os depositantes de qualquer país da União jamais acreditarão que os seus depósitos estão em segurança, sendo fácil imaginar uma sangria de capitais. Não é concebível que alguém conseguisse minar o Euro de uma forma tão eficaz. E tinha sido fácil evitar o pânico, estabelecendo uma taxa ligeiramente superior para o escalão acima dos 100.000 euros, que facilmente obteria a mesma receita, poupando os trabalhadores, os pensionistas e a população em geral. Se o problema estava na lavagem de dinheiro pelos russos, que fizessem a pesca à linha, em vez de lançar a rede sobre toda a gente.
Imaginem que Vitor Gaspar se lembra de anunciar que Portugal não seguirá o caminho do Chipre. Bastará que ele comece a falar para o pânico se instalar. Quando terminar de falar, já ninguém acreditará no que ele disse. Mesmo que fique calado o pânico já se instalou, e todos receiam que ele decida resolver de vez o problema da dívida pública recorrendo aos depósitos dos particulares.
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sábado, 16 de março de 2013
Erros de previsão num país do imaginário Gapar/Troyka
Em 2011, as suas previsões nem admitiram que a aplicação daquele Memorando tivesse qualquer efeito recessivo sobre o PIB. A variação negativa atenuava-se em 2012, e a partir de 2013 o país já teria entrado numa rota de crescimento. Por isso a taxa de desemprego nunca ultrapassaria os 13/14% e o défice orçamental decresceria rapidamente.
Agora, o PIB já vai pelo terceiro ano consecutivo com crescimento negativo, a taxa de desemprego ultrapassa os 188% e o défice orçamental agravou-se em vez de cair.
O pior é que tudo isto continuam a ser apenas previsões de Gaspar/Troyka para um Portugal por si imaginado, que certamente se encontra muito distante do país real, isto é, nada garante que não se verifiquem 4, 5 ou mais anos com o PIB em queda, e tudo o resto pior que o agora previsto.
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Vítor Gaspar
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
"Refundação" do Estado: 4 mil milhões de euros
Talvez seja esclarecedor procurar a origem das expressões "Refundação" do Estado e 4 mil milhões de euros. Entraram no debate público na edição do EXPRESSO de 3 de Novembro de 2012. O número foi lançado como meta atingir sem qualquer estudo prévio. A notícia refere que o peso do Estado em Portugal é inferior à média da OCDE, mas na lógica prudencial deste Governo - que facilmente adivinha que os indicadores económicos serão piores que os que utilizou nas suas estimativas - o número foi lançado como objectivo a atingir a todo o custo, logo se veria como e para quê.
Há muito que se sabia que o crescimento das despesas acima das receitas públicas e do PIB teria que ser travado, mas o debate está inquinado porque se olha somente para as rubricas com maior peso no orçamento, permitindo imoralmente que as que têm menor importância numérica fiquem excluídas do corte na despesa, independentemente da sua utilidade social.
Também não se compreende a oportunidade deste corte cego quando o BCE resolveu assumir novas funções, traduzindo-se para Portugal num regresso fácil aos mercados, e num perdão da dívida com um valor muito superior aos tais 4 mil milhões...
Há muito que se sabia que o crescimento das despesas acima das receitas públicas e do PIB teria que ser travado, mas o debate está inquinado porque se olha somente para as rubricas com maior peso no orçamento, permitindo imoralmente que as que têm menor importância numérica fiquem excluídas do corte na despesa, independentemente da sua utilidade social.
Também não se compreende a oportunidade deste corte cego quando o BCE resolveu assumir novas funções, traduzindo-se para Portugal num regresso fácil aos mercados, e num perdão da dívida com um valor muito superior aos tais 4 mil milhões...
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Vítor Gaspar
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Afinal continuamos no limite psicológico dos 7%...
... porque apesar de toda a propaganda de ontem, os juros voltaram subir e estão acima dos 6%,
...mas incrivelmente o consultor do Governo já anunciou que
“Já não precisávamos” [de mais austeridade]... ...se não fosse o Governo ter na sua agenda que o Estado deve dar lucro ;)
Muito interessante, observar que as obrigações portuguesas ficaram em 93% detidas por estrangeiros, no mesmo dia em que os bancos nacionais foram almoçar com o Ministro da Economia.
Muito interessante, observar que as obrigações portuguesas ficaram em 93% detidas por estrangeiros, no mesmo dia em que os bancos nacionais foram almoçar com o Ministro da Economia.
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Retrato estatístico da educação em Portugal com os dados da OCDE
Num momento em que as estatísticas apresentadas nos relatórios do FMI, estão a ditar a “verdade” sobre a educação para justificar cortes nesta rubrica por razões estritamente financeiras e orçamentais, será oportuno um retrato alternativo, que se apresenta partindo dos dados mais recentes da OCDE - Education at a Glance 2011: OECD Indicators e 2012 -, uma instituição internacional onde o número de países participantes constitui a melhor garantia de independência. Estas estatísticas não foram encomendadas pelo Governo!
Comecemos por um “detalhe” importante: As taxas de escolarização em Portugal foram recentemente inflacionadas pelo fenómeno das “Novas Oportunidades”. Descontando o efeito dessa oferta de diplomas, Portugal é dos países com menor escolarização a nível do ensino secundário. Isto é, temos muitos alunos a que o ensino ainda não chegou, contrariamente ao propalado “excesso de Professores”.
O FMI não gostou de observar que o custo por aluno em Portugal aumentou mais que nos outros países de 2000 a 2010. Expliquem lá a esses senhores que os salários nem subiram, se considerarem que o trabalho dos professores na escola aumentou, sem ser pago: a componente dita não lectiva que acaba como se fosse lectiva nas aulas de substituição e em muitas outras tarefas. Como se observa na parte de baixo do Gráfico B7.5 o custo dos professores por estudante aumentou em resultado da redução dos alunos por turma. É que as turmas das NOVAS OPORTUNIDADES tinham apenas 15 alunos!
Fonte: http://www.oecd.org/edu/EAG%202012_e-book_EN_200912.pdf p. 302
Se quisermos desenvolver o país, precisamos de recursos humanos qualificados. Os países mais desenvolvidos gastam mais recursos com os estudantes, que serão mais produtivos, contribuindo para um maior volume do PIB per capita. Observa-se uma baixa despesa com os estudantes em países subdesenvolvidos, naturalmente com reduzido PIB per capita. Isto é, os gastos em educação são um bom investimento.
É bom que se recorde disto. Por isso repito a ideia igualmente com os dados correspondentes ao nível de ensino secundário (para detalhes sobre os níveis de ensino consulte o Glossário do EUROSTAT).
Um dos problemas da economia portuguesa provém da reduzida despesa em educação, em percentagem do PIB, que se encontra abaixo da média dos países da OCDE.
Observando a despesa por estudante a conclusão é a mesma: Portugal encontra-se abaixo da média da OCDE.
Antes da reforma curricular de Nuno Crato, que aumentou o número de alunos por turma, em Portugal observavam-se números semelhantes aos de muitos outros países.
Não poderão apelidar este retrato de corporativista, porque recordo que contrariamente ao que quase todos pensam, mais aulas não significam necessariamente melhor aproveitamento... Não se verificou qualquer correlação entre as horas de aprendizagem em ciências e os resultados dos estudantes!
Finalmente veja-se a tal ideia de que os professores serão privilegiados, porque ganharão bem demais. Antes dos cortes nos vencimentos, em 2009, o gráfico até mostra os salários máximos ligeiramente acima da média da OCDE. Mas se tivermos em conta que em Portugal serão necessários 35 anos para atingir o salário máximo - perto da idade de reforma -, enquanto na OCDE a média é de 24 anos, voltaremos a ficar abaixo da média, até mesmo sem contar com os cortes...
No sistema remuneratório é que deveriam copiar o exemplo alemão ;) não na vergonhosa selecção a partir dos 13 anos.
Comecemos por um “detalhe” importante: As taxas de escolarização em Portugal foram recentemente inflacionadas pelo fenómeno das “Novas Oportunidades”. Descontando o efeito dessa oferta de diplomas, Portugal é dos países com menor escolarização a nível do ensino secundário. Isto é, temos muitos alunos a que o ensino ainda não chegou, contrariamente ao propalado “excesso de Professores”.
O FMI não gostou de observar que o custo por aluno em Portugal aumentou mais que nos outros países de 2000 a 2010. Expliquem lá a esses senhores que os salários nem subiram, se considerarem que o trabalho dos professores na escola aumentou, sem ser pago: a componente dita não lectiva que acaba como se fosse lectiva nas aulas de substituição e em muitas outras tarefas. Como se observa na parte de baixo do Gráfico B7.5 o custo dos professores por estudante aumentou em resultado da redução dos alunos por turma. É que as turmas das NOVAS OPORTUNIDADES tinham apenas 15 alunos!
Fonte: http://www.oecd.org/edu/EAG%202012_e-book_EN_200912.pdf p. 302
Se quisermos desenvolver o país, precisamos de recursos humanos qualificados. Os países mais desenvolvidos gastam mais recursos com os estudantes, que serão mais produtivos, contribuindo para um maior volume do PIB per capita. Observa-se uma baixa despesa com os estudantes em países subdesenvolvidos, naturalmente com reduzido PIB per capita. Isto é, os gastos em educação são um bom investimento.
É bom que se recorde disto. Por isso repito a ideia igualmente com os dados correspondentes ao nível de ensino secundário (para detalhes sobre os níveis de ensino consulte o Glossário do EUROSTAT).
Um dos problemas da economia portuguesa provém da reduzida despesa em educação, em percentagem do PIB, que se encontra abaixo da média dos países da OCDE.
Observando a despesa por estudante a conclusão é a mesma: Portugal encontra-se abaixo da média da OCDE.
Antes da reforma curricular de Nuno Crato, que aumentou o número de alunos por turma, em Portugal observavam-se números semelhantes aos de muitos outros países.
Não poderão apelidar este retrato de corporativista, porque recordo que contrariamente ao que quase todos pensam, mais aulas não significam necessariamente melhor aproveitamento... Não se verificou qualquer correlação entre as horas de aprendizagem em ciências e os resultados dos estudantes!
Finalmente veja-se a tal ideia de que os professores serão privilegiados, porque ganharão bem demais. Antes dos cortes nos vencimentos, em 2009, o gráfico até mostra os salários máximos ligeiramente acima da média da OCDE. Mas se tivermos em conta que em Portugal serão necessários 35 anos para atingir o salário máximo - perto da idade de reforma -, enquanto na OCDE a média é de 24 anos, voltaremos a ficar abaixo da média, até mesmo sem contar com os cortes...
No sistema remuneratório é que deveriam copiar o exemplo alemão ;) não na vergonhosa selecção a partir dos 13 anos.
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sábado, 19 de janeiro de 2013
Justificações do FMI para a erradicação do ensino público
Os funcionários públicos em Portugal recebem salários 10% acima da média dos outros países europeus. Esta diferença é maior no sector da educação, que também emprega mais pessoas, mas com piores resultados.
Os funcionários públicos trabalham 35 horas por semana, o horário mais reduzido entre os países da OCDE.
Fonte: http://www.imf.org/external/pubs/ft/scr/2013/cr1318.pdf
A realidade depende dos óculos que utilizamos. Nem vou gastar tempo com contra-argumentos, limitando-me a sugerir a leitura de alguém certamente insuspeito de defender os professores.
Os funcionários públicos trabalham 35 horas por semana, o horário mais reduzido entre os países da OCDE.
Fonte: http://www.imf.org/external/pubs/ft/scr/2013/cr1318.pdf
A realidade depende dos óculos que utilizamos. Nem vou gastar tempo com contra-argumentos, limitando-me a sugerir a leitura de alguém certamente insuspeito de defender os professores.
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terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Chagou a Lei da Selva
No último andar já não acendem as luzes nem abrem as janelas desde a semana passada!
Indícios de abandono permitem entrada na casa sem autorização judicial, lê-se no Negócios. Não sei o que a lei considera "indícios de abandono", mas numa interpretação de português comum, meros indícios permitem avançar a todo o gás, para além de toda a dúvida razoável, com grande possibilidade de os factos se terem passado de modo diverso daquele para que apontam os indícios probatórios.
Despejar imediatamente, e só posteriormente ser obrigado a provar alguma coisa é uma autêntica Lei da Selva. Adeus Estado de Direito. Quem pode, phode.
Indícios de abandono permitem entrada na casa sem autorização judicial, lê-se no Negócios. Não sei o que a lei considera "indícios de abandono", mas numa interpretação de português comum, meros indícios permitem avançar a todo o gás, para além de toda a dúvida razoável, com grande possibilidade de os factos se terem passado de modo diverso daquele para que apontam os indícios probatórios.
Despejar imediatamente, e só posteriormente ser obrigado a provar alguma coisa é uma autêntica Lei da Selva. Adeus Estado de Direito. Quem pode, phode.
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sábado, 12 de janeiro de 2013
Porque é que pagamos impostos?
Soares dos Santos explicou hoje no EXPRESSO: "A maior parte das pessoas não quer ter problemas com ninguém".
Quer dizer, não significa que estejam convencidos da necessidade de contribuir para o bem-estar comum, mas apenas para evitarem chatices para si. Brilhante moralidade!
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