segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Legislativas 2009 – Sou professor! Não votei no PS!


1. Se a abstenção fosse um partido teria ganho as eleições. Em cada 10 eleitores, 4 não se identificam com nenhum dos partidos concorrentes, o que é um indicador da falta de qualidade da democracia.

2. O PS perdeu a maioria absoluta. Creio que José Sócrates não irá optar por nenhuma coligação. Tentará um governo PS minoritário com acordos pontuais.

3. Os Orçamentos do PS só passarão com acordos à direita (PS+CDS, PS+PSD ou PS+PSD+CDS).

4. Nas “questões fracturantes” o PS precisa da esquerda, incluindo o PC. Os votos da CDU e do BE são necessários para uma maioria de esquerda, necessariamente PS+BE+CDU.

5. A direita sem o PS continua inofensiva (PSD + CDS = 99 deputados).

6. O PSD foi o grande perdedor destas eleições, porque foi o único partido da oposição que não beneficiou da hemorragia de votos sofrida pelo PS. Isso deve-se a MFL que aspirou a ser PM sem fazer comícios. Certamente já concluiu que deverá procurar outro emprego.

7. O PS ganhou as eleições porque o PSD nem fez campanha. Se em vez do Pacheco Pereira ficar na retaguarda a interpretar os disparates de MFL, tivesse sido ele próprio o candidato, certamente o PSD teria tido outro resultado.

8. A hemorragia que afectou o PS não se deve ao mérito especial dos outros partidos, que cresceram todos salvo as abéculas do PSD. Um factor determinante da nova correlação de forças no parlamento foi o trabalho dos professores. Sócrates deveria recordar-se que estes promoveram a campanha "Sou professor! Não voto PS!", que conduziu a esta dispersão dos sufrágios. Estes partidos subscreveram um Compromisso Educação que poderão agora honrar, colocando termo aos principais disparates de Milu.


Fonte: EXPRESSO.

Se José Sócrates insistir nas políticas da educação que lhe deram este cartão amarelo, bastará que o PSD encontre um líder - MFL foi simplesmente Presidente, com autoridade estatutária. Um líder tem autoridade muito superior! - e que o PR convoque eleições antecipadas para que o PSD lhe tome o poder. Quererá Sócrates correr esse risco?

sábado, 26 de setembro de 2009

Para que a plebe saiba e se recorde


Não são claros os objectivos políticos. Contudo é cada vez mais claro que os políticos têm dois objectivos:

1. Atingir o poder;

2. Uma vez no poder, o objectivo é manterem-se no poder.


Já é António Barreto que acusa Sócrates de ditador, e contudo ele desgovernará o país mais quatro anos (Sondagem Intercampus/PÚBLICO/TVI/RCP).

Se tivessem objectivos políticos, certamente o desenvolvimento do país teria prioridade máxima. Não é sério falar em promover a competitividade das empresas quando se permite que uma larga maioria destas fundamente as suas vantagens concorrenciais na batotice. A evasão fiscal é uma das faces mais visíveis da desigualdade na repartição do rendimento. Os trabalhadores pagam IRS mas 64% das empresas não contribuíram em um cêntimo para o IRC (conferência anual da revista "Exame", por Nicolau Santos). Assim nos continuaremos a destacar como o país da zona Euro onde o rendimento se encontra se encontra pior distribuído (conferir coeficientes de Gini).

Estas políticas "socialistas" resumem-se ao compadrio que nenhuma economia suporta. Vocês sabem que as denúncias publicadas, por exemplo, no post "para que a plebe saiba", são verdadeiras. O país assim não tem futuro. E não se passam?

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

A vitória anunciada do aldrabão profissional


Que sabe fazer Sócrates além da gincana política? O projecto de uma obra, dar aulas de Matemática,… Não o imaginamos em nenhum destes papéis, mas temos de reconhecer que embrulhou todos os líderes da oposição.

Apareceu contra MFL como defensor do investimento, da aposta no futuro, do emprego, passando desta a imagem salazarenta da dona de casa que se preocupa excessivamente com o orçamento doméstico.

Roubou metade dos eleitores a Louçã quando este se embrulhou em explicações ininteligíveis sobre os PPR’s. Duma só estocada, associou Louçã à imagem de um radical com soluções escondidas na manga que prejudicariam a classe média.

As pessoas não votam com base numa “análise científica” do real – que não está ao seu alcance – mas sim com base em imagens, representações sociais do real. Na manipulação destas imagens sem dúvida que Sócrates é Mestre. Assim, já começou a contagem decrescente até à reeleição do “grande líder” esquecendo o seu mandato miserável e branqueando o carácter de um aldrabão profissional, com receio do apocalipse...

Sócrates faz-me lembrar a história da rã numa panela. Se a água for aquecendo lentamente a rã não reage, deixa-se ficar, permite que a água vá aquecendo, e no fim acaba cozida. Se tivessem colocado a rã directamente na água quente, ela teria reagido, saltaria e salvar-se-ia.

A Sócrates perdoou-se a trafulhice na Licenciatura, e ele sentiu a partir daí que vivia numa República das Bananas. Não esqueço que Clinton sofreu um processo de impeachment que o afastou da presidência dos Estados Unidos por uns simples beijinhos, apesar de perdoado pela esposa. Os Estados Unidos também elegem nódoas como Bush. Mas agora têm Obama e nós temos um banana na Presidência.

À primeira todos caem. À segunda quem quer. Os Estados Unidos puderam até dar-se ao luxo de reeleger Bush em prol do desenvolvimento do seu anedotário. Na República Portuguesa das Bananas Sócrates já tem o mandato renovado, fazendo-nos entrar em casa pela TV, todos os dias, a imagem de um país onde todos gostaríamos de viver, mas não sabemos onde fica. Em ocasiões como esta mete nojo ser português, porque a economia portuguesa não tem dimensão "para se roubar tanto" (Ferraz da Costa, EXPRESSO, 15 de Agosto de 2009) e para tanta palhaçada.

Não há desenvolvimento sem um Estado forte que assegure um enquadramento legal ao qual todos terão necessariamente de se submeter. Sócrates nem esta condição mínima assegura.

Se "Aprender Compensa" porquê que inventou um "ensino" sem disciplinas, sem programas, sem classificações? Deixo a resposta para reflexão.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O Português é a segunda língua no Twitter


Fonte: webecologyproject.org

O Português é a segunda língua no Twitter, depois do inglês, dominante incontestável. Para assumir esta expressão parece evidentemente que estamos perante a soma dos tweets dos naturais com os daqueles que adoptam o inglês como segunda língua!

Quanto às restantes restantes línguas só o japonês adquire expressão, o que se explica pela relativa homogeneidade da sua cultura.

Tentando compreender este segundo lugar fica a pergunta: Será que por sermos mais iletrados utilizamos mais frequentemente a língua de Camões, perdendo oportunidade de expressarmos as nossas ideias à escala planetária?

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Até Francisco Louçã ajuda Sócrates


  • Para o Bloco, devem continuar a ser deduzidos os custos de serviços de saúde que sejam indispensáveis e para os quais não haja garantia de oferta pública.
    (...)
    Finalmente, os PPR. Os PPR prometem um complemento de reforma e garantem uma dedução fiscal. Assim, todos os contribuintes pagam para os subscritores dos PPR, e os bancos fazem o negócio. O problema é que o rendimento dos PPR é insignificante, e assim vai ser inútil como complemento de reforma. Convido quem tenha dúvidas a reler o balanço anual do seu PPR e a verificar a rentabilidade. Qualquer depósito a prazo teria melhor resultado. O que os bancos fazem, e isso explica os péssimos resultados dos PPR, é jogar o dinheiro em acções na Bolsa: quando a Bolsa cai, os fundos afundam; quando ganha, os bancos cobram comissões e as pessoas ganham pouco. Os bancos ganham sempre, as pessoas perdem sempre, e os contribuintes financiam o sistema. Este sistema é absurdo e só é suportado pelo fisco.
    Francisco Louçã


Esta campanha tem corrido particularmente bem a Sócrates, que não foi julgado pelos resultados da sua governação nem pelas suas aldrabices, e é quase levado em ombros ao novo Governo pelo amadorismo dos opositores. De MFL já nem vale a pena falar. Com a demissão do assessor de Cavaco deixou de poder falar nas escutas do Governo que eram o caso se sustentação da sua campanha.

Louçã enleou-se no esquema teórico de um mundo onde a saúde seria integralmente financiada pelo Estado, perdendo votos para Sócrates quando este o acusou de retirar à classe média o benefício fiscal dos PPR.

Na sua defesa, responde Louçã que devem continuar a ser deduzidos os custos de serviços de saúde que (1) sejam indispensáveis e para os quais (2) não haja garantia de oferta pública.

Isto significa que quem quiser ter uma consulta no privado, dedutível no IRS, necessitará de:

(1) Provar que a consulta é indispensável, necessitando provavelmente de ir a alguma junta médica antes. Seria perca de tempo para o utente e desperdício de recursos em médicos, que teriam efectivamente sido deslocados para uma função administrativa; e

(2) Garantir que não haja oferta pública, o que apenas se consegue depois de ter percorrido todos os Hospitais públicos.

Assim ficamos com duas classes: I, a daqueles que não precisam de deduzir no IRS, e portanto podem escolher entre o público e o privado sem dores de cabeça; II, a daqueles que precisam de deduzir no IRS, e portanto terão custos adicionais em burocracia.

Quanto aos PPR's já está estabelecido por lei que têm que assegurar a rentabilidade mínima de 4% ao ano. Se os lucros dos bancos são excessivos, bastaria subir esta percentagem para os lucros ficarem melhor distribuídos. Porque não prever mesmo a indexação da rentabilidade dos PPR's aos lucros? Convém recordar que os PPR's foram criados por Cavaco Silva com dois objectivos prioritários:

(1) Retirar liquidez do mercado para reduzir a inflação;

(2) Permitir que cada um fosse em parte directamente responsável pela sua reforma, desenvolvendo a componente privada na área da segurança social.

É evidente que os indivíduos que ganham melhor também conseguem mais facilmente um complemento de reforma mais razoável. É a vida. Antes isso que ficarem todos exclusivamente dependentes das reformas a atribuir pelo Estado.

Tenho a certeza que não era isto que Louçã queria dizer. Mas disse e Sócrates agradeceu.

sábado, 19 de setembro de 2009

Os professores oferecem a José Sócrates argumentos para a vitória do PS


Toda a gente conhece Sócrates. Mete nojo ser governado por um trafulha destes. Os professores têm lutado durante estes 4 anos contra as suas desastrosas políticas no domínio educativo, que apenas têm como objectivo reduzir a despesa pública, apesar de serem apresentadas como reformas indispensáveis para o desenvolvimento económico, na propaganda.

Acontece que a democracia representativa é um jogo que teremos de respeitar até inventar um sistema melhor.

José Sócrates conhece as regras do jogo. Por isso desafiou todos os sectores sócio-profissionais - professores, médicos, juízes, polícias, funcionários públicos,... - logo no início da legislatura. A ideia de atacar em várias frentes em simultâneo permitia-lhe reivindicar para si, teoricamente, a representação do interesse geral da Nação.

Não vejo motivo para elogiar o seu trabalho em nenhuma das áreas, mas pelo menos partiu para o ano final da legislatura com todos os conflitos resolvidos, excepto no caso dos professores. Estes não compreenderam o ciclo eleitoral, e depois de terem realizado manifestações gigantescas, dispersaram-se hoje em manifestaçõezinhas a 8 dias das eleições!!!

Não se pode confundir determinação com impaciência. Receio que estas manifestações sejam utilizadas por Sócrates para se distanciar do PSD, autopromovendo-se na luta contra o corporativismo e como legítimo representante dos grandes ideais democráticos, blá, blá, blá,..

E neste país de anedotas, acabam por não dar tempo ao Sócrates para responder sobre os FreePort's nem para terminar a Licenciatura...

Adenda
O Guia do voto útil contra Sócrates é interessante para recolocar a questão da expressão através do voto da (1) preferência por modelos de desenvolvimento, ou do (2) protesto contra situações nas quais nos sentimos vítimas.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

A Gripe A e o preço da carne de porco


http://www.indexmundi.com/commodities/?commodity=pork

Mesmo tendo sido escolhido um nome tão inócuo como Gripe A, as pessoas recordaram-se da sua origem, e o descalabro dos preços a partir de Julho mostra bem que a designação gripe suína não poderia continuar.

A "espanhola" (1918-1919), a "asiática" (1957-1958) e a "de Hong-Kong" (1968-1969) foram as três importantes pandemias de gripe do século XX. (Conferir) Porém a intensidade da globalização nos nossos dias inibia à partida expressões como gripe mexicana ou gripe americana, atendendo à sua repercussão sobre o volume das exportações.


Teoria da Conspiração: A Gripe A como modalidade de extermínio em massa

sábado, 12 de setembro de 2009

Pessoas que mudaram o Mundo



Clique sobre a imagem acima para a ampliar e identificar os indivíduos, quando passa o rato sobre as imagens. Clicando nas mesmas terá acesso à sua biografia na Wikipédia.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Benfica – O melhor clube português do século XX


O Benfica é o nono maior clube do Século XX na Europa, de acordo com uma tabela baseada em resultados nas taças europeias hoje publicada pela Federação Internacional da História e Estatísticas do Futebol (IFFHS).

Destaca-se a grande distância dos restantes clubes portugueses, como se pode observar na tabela:



Classificação:


1. Real Madrid, Esp 563,50 pontos
2. Juventus, Ita 466,00
3. FC Barcelona, Esp 458,00
4. AC Milan, Ita 399,75
5. Bayern Munique, Ale 399,00
6. Inter de Milão, Ita 362,00
7. Ajax, Hol 332,75
8. Liverpool, Ing 300,25
9. Benfica, Por 299,00
10. Anderlecht, Bel 231,00
(...)
29. FC Porto, Por 115,00
47. Sporting, Por 68,00
110. Vitória de Setúbal, Por 21,00
Tabela Completa - IFFHS

Para a tabela contam os resultados na Taça e Liga dos Campeões (oito por vitória e quatro por empate), Taça das Feiras e Taça UEFA (seis e três), Taça das Taças (cinco e 2,5), Taça Mitropa (quatro e dois), Taça Latina (quatro e dois) e Supertaça Europeia (6,5 e 3,25).PÚBLICO


Contra factos não há argumentos ;)

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Manuela Ferreira Leite asfixiou-se


Teve o seu estado de graça enquanto esteve calada. No debate com Francisco Louçã, se este tivesse demorado mais 15 minutos tê-la-ia convencido a mudar de partido. Na Madeira asfixiou-se completamente.

  • Aqui [não há asfixia democrática porque] quem legitima o poder é o voto do povo e não está ninguém aqui por imposição, é em resultado dos votos.

    Acho que há asfixia democrática no continente porque é aquele local em que eu própria o tenho sentido. Todos os jornalistas, todos os empresários, muitas das pessoas da sociedade civil, percebem que estão sob algum tipo de chantagem, caso ousem criticar o Governo.
    TSF


É preciso ter descaramento para fazer propaganda com a "Verdade" e apresentar a Madeira como "um exemplo do bom governo do PSD", quando todos sabemos que a sua prosperidade se deve à chantagem sobre o continente que lhe vale um caudal de receitas superior ao de qualquer outra região.

Hoje em dia é, certamente, mais complexo e mais difícil ser professor do que era

  • Hoje, os professores têm que lidar não só com alguns saberes, como era no passado, mas também com a tecnologia e com a complexidade social, o que não existia no passado. Isto é, quando todos os alunos vão para a escola, de todos os grupos sociais, dos mais pobres aos mais ricos, de todas as raças e todas as etnias, quando toda essa gente está dentro da escola e quando se consegue cumprir, de algum modo, esse desígnio histórico da escola para todos, ao mesmo tempo, também, a escola atinge uma enorme complexidade que não existia no passado. Hoje em dia é, certamente, mais complexo e mais difícil ser professor do que era há 50 anos, do que era há 60 anos ou há 70 anos. Esta complexidade acentua-se, ainda, pelo fato de a própria sociedade ter, por vezes, dificuldade em saber para que ela quer a escola. A escola foi um factor de produção de uma cidadania nacional, foi um factor de promoção social durante muito tempo e agora deixou de ser. E a própria sociedade tem, por vezes, dificuldade em ter uma clareza, uma coerência sobre quais devem ser os objectivos da escola. E essa incerteza, muitas vezes, transforma o professor num profissional que vive numa situação amargurada, que vive numa situação difícil e complicada pela complexidade do seu trabalho, que é maior do que no passado. Mas isso acontece, também, por essa incerteza de fins e de objectivos que existe hoje em dia na sociedade.
    António Nóvoa


sexta-feira, 4 de setembro de 2009

O Dossiê Sócrates


O autor do blogue http://doportugalprofundo.blogspot.com/ reuniu os posts sobre o caso da Licenciatura de Sócrates num livro, e publicou-o mesmo agora, no momento oportuno ;)

Como o livro está disponível para download gratuito no Lulu e o autor recomenda aos seus leitores que obtenham a sua cópia na versão digital gratuita antes que seja tarde, resolvi guardar a minha cópia de segurança aqui.

Certamente que este livro não esgotará!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Lembram-se do aumento zero da função pública?


Manuela Ferreira Leite foi Ministra das Finanças de Durão Barroso (2002/2004).
Este post foi escrito para recordar como o reinado de MFL mexeu nos nossos bolsos.

Em 2003 obteve um abrandamento das despesas públicas à custa do famoso aumento zero da função pública. O Relatório do Banco de Portugal (2003) explica que:

MFL continuou a obra iniciada em 2002:
  • As despesas com pessoal cresceram significativamente em 2002 (6.5 por cento), embora revelando uma desaceleração de 1.5 p.p. face ao valor de 2001.Para esta desaceleração contribuíram uma menor actualização da tabela salarial (...) (p. 94)
    http://www.bportugal.pt/publish/relatorio/antigos/rel_02_p.pdf
Em 2004 continuou a sua brilhante política:
Estou farto do trabalho adicional que a Milu nos tem dado, designadamente quando aprovou um ECD que legitimou a obrigatoriedade do trabalho gratuito através de indescritíveis aulas de substituição, da necessidade de repetir os testes quando os alunos faltam ou têm negativa… Ainda estou de férias, e já me imagino a passar-me com a sua insolência por saberem que nunca reprovam. O pior é que a "alternativa" também não me agrada. Terei que emigrar?

Adenda
Variação dos vencimentos médios dos trabalhadores da Administração Pública e dos preços – 2000/2007

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

A história de Christian, o Leão



Amizade é... deixar o outro seguir o seu caminho.

Sou muito competitiva. Detesto perder! Prefiro fazer batota, a ter que perder!



Sócrates escolheu a mandatária ideal para a juventude do seu imaginário. Sem dúvida!

Foi pena ter dado a entrevista, porque surgia mais valorizada nas imagens e no YouTube!

O PS já a aconselhou a não dar mais entrevistas ;)



Piada que circula por mail:
Quem lhe descará o namorado? (Gonçalo Uva)
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