quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Microeconomia

O "velho" Henderson e Quandt que estudei já não não faz parte do catálogo da McGraw-Hill mas entrando com o título Microeconomic Theory Mathematical Approach no Google ainda se encontra na Internet.
O livro de texto adoptado pelo meu professor de então - o Hirschleifer - tem agora um website próprio.
Aventura-se mo mercado um novo manual de Microeconomia, de Bernheim e Whinston.

Ferramentas de e-learning - Top 100

De que falamos quando nos referimos a e-learning? Uma boa ideia é começar por verificar as ferramentas que conhecemos entre as indicadas na lista das TOP 100 ;)



Versão PDF do TOP 100


Macroeconomia


A obra de Dornbush e Fischer foi a minha bíblia de Macroeconomia. O seu website apresenta PowerPoints que constituem boas sínteses dos capítulos.

Chiang - Matemática para Economistas


Com a 2ª edição do Chiang aprendi matemática e inglês. A 4ª edição oferece uma série de endereços com interesse em termos de indicadores estatísticos. Como não tem tanta concorrência na sua área, o seu website está bastante mais pobre que o de Economia.

Os computadores não são cadernos diários


O computador não é um caderno mais sofisticado. A sua introdução no ensino obriga a pensar em aulas diferentes. Um professor de Direito que terá continuado a combinar aulas magistrais com a presença dos computadores, concluiu que a melhor maneira de ser escutado passava por proibir a utilização dos computadores.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Manuais de referência em Economia na época do copy/paste

Não deixa de ser curiosa a comparação entre estes três manuais de referência em Economia: Nordhaus/Samuelson, McConnell/Brue e Robert/Frank.


Clique sobre as imagens para aceder aos respectivos sites






Escreveram obras para estudantes do 1º ano de Economia. Como os livros se tornaram demasiado pesados, ofereceram a opção de compra em dois volumes, segundo um critério clássico na disciplina, que distingue o estudo das unidades individuais do estudo dos grandes agregados, isto é, a Microeconomia da Macroeconomia.

A concorrência é real no mercado de língua inglesa, e estes "livros" já são muito mais que isso, porque nos seus sites oferecem apresentações em PowerPoint, gráficos interactivos, capítulos suplementares na web, indicam os sites de referência, etc. Em português, como o mercado é mais pequeno, continuamos com os livros de papel.

Analisadas as obras, a acusação de copy/paste no título é injusta e excessiva, apesar da evidente uniformização dos produtos, sobretudo ao nível dos websites, pois essa será certamente uma tendência a observar-se no sector, agora que surgem os primeiros livros híbridos. Os textos 100% online não atingiram um nível de excelência que lhes permita concorrer directamente com os híbridos... ou quando atingem passam a ter uma edição em papel e a ser híbridos ;)

Links relacionados

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Musicovery/LastFM - A maior discoteca de sempre está online


Os discos de vinil ficaram perdidos algures. A colecção de CD's é tão grande que custa a encontrar o tal disco. É preciso andar a trocar os CD's quando chegam ao fim, guardar nas caixas,... Já esqueci isso!

A maior discoteca de sempre está à distância de um clique, com música para quase todos os gostos, em http://www.musicovery.com/ E fica a tocar!

Update

Boa malha Lídia! O baú que indicaste - http://www.lastfm.com/ - também é óptimo, e possui características realmente inovadoras. É a concorrência! Os sites lançados posteriormente têm de fazer pela vida para conseguiram clientes ;)


Links relacionados

Avaliação do Desempenho - DR 2/2008

Síntese do modelo de avaliação de Milu, simplezes à parte.




sábado, 21 de fevereiro de 2009

Suzi Quatro - Can The Can

Ouvi isto vezes sem conta... Era a música pesada dos anos 70.

Green Windows/José Cid - 20 anos

Evidentemente que comprei este disco, mas com tantas voltas que a vida deu, desapareceu! Esta vem lá do fundo do baú-Internet ;)

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Sistema Operacional do Google


O sistema operacional Google Android já existe e está em confronto com os seus rivais na área dos telemóveis. Gostaria que não demorasse muito a chegar ao meu Desktop para acabar com o escândalo do Windows que a MicroSoft nos quer revender vezes sem conta, após algumas alterações à versão anterior.

Não resisti a espreitar um vídeo de demonstração do Android.


Realmente o SO do Google tem vindo a entrar no meu ambiente de trabalho, tanto mais googlizado quanto mais utilizo a Internet. Segue a lista das aplicações/sites que estou a utilizar:



Depois de fazer esta lista apercebo-me de que afinal o meu SO já não é bem o Windows ;) O lançamento de um SO Google Desktop seria o post que mais gostaria de ler no Blogue do Google.


PS
Se estiver interessado em conhecer os serviços que utilizo subscreva a minha lista no FriendFeed ou associe-se ao perfil no Facebook.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Deputado iletrado



O tweet da polémica: Aquela jurista foi um erro de casting. Não sei nem quero saber a sua orientação, mas falta-lhe homem

Independentemente da infelicidade da frase, custa-me ver que alguém abandona a rede apenas por falta de precaução relativamente à sua password.

  • "Na política, as novas tecnologias são importantes porque nos aproximam dos cidadãos", mas para já, "sinto-me mais seguro em apagar a conta do Twitter", disse o deputado.
    PÚBLICO, 17.02.2009


Utilizar um serviço da Internet divulgando a password seria equivalente a partilhar o código do MultiBanco com os amigos. Será assim tão difícil de perceber?

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

A difusão gratuita das versões dos livros em pdf pode ser um estimulo à sua aquisição em papel


José Sócrates veio contribuir involuntariamente para a publicidade ao livro Clube Bilderberg, do qual começaram a circular muitas versões em pdf. Estas versões terão aberto o apetite para a versão em papel, que no fim-de-semana estava em 5º lugar no top de vendas da Livraria Bulhosa. Foi fácil sentir a necessidade da compra da 2ª edição, visto que a versão em papel tinha mais 150 páginas, actualizava informação e inseria muitas fotografias e documentos que não tinha visto na 1ª edição, em versão em pdf. Terei sido conquistado pelas fotografias e pela documentação, porque para ler o texto acho mais cómoda a versão pdf, uma vez que já não dispenso a função “find” ;)

Continuar a abandalhar a educação


  • Doze horas é a carga horária mínima anual para os temas de educação sexual serem tratados na escola. Esta é uma das propostas previstas no projecto entregue ontem no Parlamento pelo PS, que prevê ainda a inclusão obrigatória da educação sexual nas escolas e um dia para assinalar o tema.
    A iniciativa legislativa é da Juventude Socialista (JS) mas apresentada pelo PS, informa o vice-presidente da bancada parlamentar socialista e ex-líder da JS, Pedro Nuno Santos.
    PÚBLICO, 13.02.2009


Escolarizar a educação sexual é certamente roubar aos jovens o encanto da descoberta. A escola deveria limitar-se ao seu core business, os saberes clássicos: ensinar a ler, escrever, contar, raciocinar em termos lógicos... e já agora a saber utilizar as tecnologias da informação. Se a escola cumprisse a sua função, cada qual seria livre para aprender o que desejasse.

Juntar rapazes com raparigas - que obviamente têm interesses diferentes - para lhes "dar" educação sexual acabará por ser mais uma seca da escola depósito.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Alteração ao regime legal comunicada por mail - 7


Depois do parecer de Garcia Pereira vir dizer o que todos sabiam, mas com outra autoridade, visto que é especialista em Direito do Trabalho, o ME utilizou agora os nossos mails para nos tentar convencer da legitimidade da invenção de uma nova fase na avaliação do desempenho: a entrega dos objectivos individuais.


from DGRHE.MEducacao@dgrhe.min-edu.pt
to
date 13 February 2009 08:49
subject Objectivos individuais
mailed-by dgrhe.min-edu.pt



Professor,

Tendo em conta o elevado número de escolas que têm solicitado esclarecimentos sobre a fixação de objectivos individuais, importa informar o seguinte:

1.Os objectivos individuais são um requisito obrigatório quer para a auto-avaliação quer para a avaliação a cargo do presidente do conselho executivo;
2.De acordo com o Artigo 16.º do Decreto-Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro, é por referência aos objectivos individuais previamente fixados e ao respectivo grau de cumprimentos, que o docente efectua a sua auto-avaliação;
3.Da mesma forma, os objectivos individuais são elemento obrigatório na avaliação da componente funcional do desempenho, uma vez que só a partir da aferição do seu nível de execução é possível avaliar o contributo de cada docente para o cumprimento dos objectivos fixados no projecto educativo e no plano de actividades da escola, de acordo com o estabelecido nos artigos 10.º e 18.º do Decreto-Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro.

Assim, sem objectivos individuais fixados, não é possível avaliar o desempenho dos professores.
Relembra-se ainda, relativamente aos procedimentos inerentes à fixação de objectivos individuais, que:
1.O prazo para entrega dos objectivos individuais deve estar definido no calendário aprovado pela escola;
2.Nas situações em que o prazo estipulado não seja cumprido, deverá o director notificar o docente desse incumprimento, bem como das respectivas consequências;
3.No entanto, poderá o director/presidente do conselho executivo, tendo em conta a situação concreta da sua escola, fixar os objectivos ao avaliado, tendo por referência o projecto educativo e o plano anual de actividades da escola (número 4, do Artigo 9.º, do Decreto-Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro).

A avaliação de desempenho docente começa para os avaliados com a entrega dos objectivos para o período avaliativo (número 1, do Artigo 9.º, do Decreto-Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro), atribuindo-se aos professores, desta forma, uma significativa responsabilidade individual, uma vez que se trata de profissionais com elevados níveis de competências e de autonomia. Aliás, no SIADAP, os objectivos individuais são sempre fixados a partir de uma proposta da hierarquia.

A recusa da entrega de objectivos individuais prejudica sobretudo os professores avaliados que, dessa forma, ou reduzem o espaço de participação e valorização do seu próprio desempenho, ou, no limite, inviabilizam a sua avaliação.

Esta informação deve ser divulgada junto de todos os professores, para que não restem dúvidas relativamente às suas obrigações no processo de avaliação de desempenho que não pode, em caso algum, ser reduzido a um mero procedimento de auto-avaliação.


Lisboa, 13 de Fevereiro de 2009.

Com os melhores cumprimentos,

DGRHE

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