sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Alteração ao regime legal comunicada por mail - 7


Depois do parecer de Garcia Pereira vir dizer o que todos sabiam, mas com outra autoridade, visto que é especialista em Direito do Trabalho, o ME utilizou agora os nossos mails para nos tentar convencer da legitimidade da invenção de uma nova fase na avaliação do desempenho: a entrega dos objectivos individuais.


from DGRHE.MEducacao@dgrhe.min-edu.pt
to
date 13 February 2009 08:49
subject Objectivos individuais
mailed-by dgrhe.min-edu.pt



Professor,

Tendo em conta o elevado número de escolas que têm solicitado esclarecimentos sobre a fixação de objectivos individuais, importa informar o seguinte:

1.Os objectivos individuais são um requisito obrigatório quer para a auto-avaliação quer para a avaliação a cargo do presidente do conselho executivo;
2.De acordo com o Artigo 16.º do Decreto-Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro, é por referência aos objectivos individuais previamente fixados e ao respectivo grau de cumprimentos, que o docente efectua a sua auto-avaliação;
3.Da mesma forma, os objectivos individuais são elemento obrigatório na avaliação da componente funcional do desempenho, uma vez que só a partir da aferição do seu nível de execução é possível avaliar o contributo de cada docente para o cumprimento dos objectivos fixados no projecto educativo e no plano de actividades da escola, de acordo com o estabelecido nos artigos 10.º e 18.º do Decreto-Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro.

Assim, sem objectivos individuais fixados, não é possível avaliar o desempenho dos professores.
Relembra-se ainda, relativamente aos procedimentos inerentes à fixação de objectivos individuais, que:
1.O prazo para entrega dos objectivos individuais deve estar definido no calendário aprovado pela escola;
2.Nas situações em que o prazo estipulado não seja cumprido, deverá o director notificar o docente desse incumprimento, bem como das respectivas consequências;
3.No entanto, poderá o director/presidente do conselho executivo, tendo em conta a situação concreta da sua escola, fixar os objectivos ao avaliado, tendo por referência o projecto educativo e o plano anual de actividades da escola (número 4, do Artigo 9.º, do Decreto-Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro).

A avaliação de desempenho docente começa para os avaliados com a entrega dos objectivos para o período avaliativo (número 1, do Artigo 9.º, do Decreto-Regulamentar n.º 2/2008, de 10 de Janeiro), atribuindo-se aos professores, desta forma, uma significativa responsabilidade individual, uma vez que se trata de profissionais com elevados níveis de competências e de autonomia. Aliás, no SIADAP, os objectivos individuais são sempre fixados a partir de uma proposta da hierarquia.

A recusa da entrega de objectivos individuais prejudica sobretudo os professores avaliados que, dessa forma, ou reduzem o espaço de participação e valorização do seu próprio desempenho, ou, no limite, inviabilizam a sua avaliação.

Esta informação deve ser divulgada junto de todos os professores, para que não restem dúvidas relativamente às suas obrigações no processo de avaliação de desempenho que não pode, em caso algum, ser reduzido a um mero procedimento de auto-avaliação.


Lisboa, 13 de Fevereiro de 2009.

Com os melhores cumprimentos,

DGRHE

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Simplex'08 - Projecto na hora

Aqui fica umas das imagens bem humoradas que recebi por mail.

Contributos de Sócrates para o afundamento do país


Apresentação PowerPoint com a síntese dos contributos de Sócrates para o afundamento do país.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Professores da Gama Barros criaram um fundo de emergência para ajudar alunos carenciados


A escola sente a cise e tenta fazer o que pode.

  • Os professores da Escola Gama Barros criaram um fundo de emergência para ajudar alunos carenciados da cidade Agualva-Cacém num momento em que circula na escola uma recolha de doacções para apoiar uma aluna em dificuldades económicas.

    "Existem situações difíceis em algumas famílias e temos um fundo de emergência para ajudar, feito através de donativos, a maior parte de professores que são extremamente solidários, para acudir essas famílias", disse à agência Lusa, o professor Adérito Cunha.

    Os "três D´s" (divórcio, doença e desemprego= potenciam, segundo o professor, as situações difíceis que algumas famílias de alunos da Gama Barros enfrentam em 2009.

    "Estes três factores são uma mistura explosiva e são insustentáveis para as famílias", garantiu Adérito Cunha, acrescentando que, do total de 1500 estudantes da escola, um terço já recebe apoio do Serviço de Acção Social Escolar (SASE).

    Segundo o professor, tem havido um aumento gradual de alunos a solicitar refeições na escola, o que demonstra a debilidade financeira das famílias.

    "Uma directora de turma colocou-me um problema muito difícil: uma aluna estava a faltar e a directora já tinha desenvolvido todos os mecanismos para ela vir à escola" mas veio-se a saber que "era porque não tinha roupa", disse.
    JORNAL DE NOTÍCIAS, 10 / FEV / 2009
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Links relacionados

domingo, 8 de fevereiro de 2009

sábado, 7 de fevereiro de 2009

O Clube Bilderberg


O debate público democrático passa à margem das questões importantes, pré-decididas noutros fóruns?


  • O Clube de Bilderberg é uma conferência anual não-oficial cuja participação é restrita a um número de 130 convidados, muitos dos quais são personalidades influentes no mundo empresarial, académico, mediático ou político. Devido ao facto das discussões entre as personalidades públicas oficiais e líderes empresariais (além de outros) não serem registadas, estes encontros anuais são alvo de muitas críticas (por passar por cima do processo democrático de discussão de temas sociais aberta e publicamente) e de inúmeras teorias da conspiração. Wikipedia

  • Duas razões por que não é aberta a discussão - nós queremos que seja livre e queremos que as pessoas falem para os temas, não para fora. E como não há conclusões, não podemos publicá-las.




Apresentam-se nas reuniões do Bilderberg líderes políticos que num futuro breve assumem cargos de responsabilidade a nível interno. Foi o caso de Bill Clinton, Tony Blair, todos os recentes presidentes da Comissão Europeia, (BBC) e José Sócrates que parece de pedra e cal apesar de todos os escândalos.

José Sócrates é apresentado na lista do SEMANÁRIO, mas não consta do site Bilderberg.org que evidencia grande desactualização.

A 1ª edição em papel do livro de Daniel Estulin desapareceu rapidamente das bancas, mas a versão em pdf não se esgotará ;)




José Sócrates, membro do parlamento, foi eleito líder do Partido Socialista
depois da demissão do Eduardo Ferro Rodrigues, por causa de uma crise político-social e obscuras acusações de pedofilia. Fontes próximas à investigação confirmam que a crise foi provocada por membros do Clube Bilderberg.





Download do livro


Conversas de engate voltam ao teletexto da SIC e TVI


  • Os ‘chats’ reabriram e voltam ao ecrã os anúncios para encontros sexuais

    Um “travesti procura homem bem machão na zona entre Viana e o Porto” e há “gatinhas” disponíveis “com muita higiene e discrição” em Gaia. Há quem queira “rapaz novo e giro de Braga pra agora” e tudo isto se ‘aprende’ em plena tarde televisiva da SIC e da TVI. As propostas escorrem ao longo de tiras do teletexto, nas zonas de chats das operadoras privadas de televisão. E, apesar dos abundantes avisos de proibição — nomeadamente contra a referência a “sectores de actividade associados a serviços de cariz sexual” —, os utilizadores usam e abusam da oportunidade.
    Foi esta semana que reabriram estas “salas de chats” das televisões privadas, depois de um mês de pausa obrigatória, imposto pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) que multou a SIC e a TVI por falha no contrato de concessão e violação à Lei da Televisão, precisamente ao permitirem que, nesses espaços, circulassem à vontade mensagens “obscenas” e acessíveis a todos os públicos. À multa juntou-se uma participação ao Ministério Público por indícios de crimes desde “aliciamento a práticas sexuais com menores” à promoção de prostituição e venda de droga, tudo ao longo das páginas do teletexto.
    Os membros da ERC produziram uma deliberação de 73 páginas onde à linguagem jurídica e formal se segue um vasto rol de exemplos capazes de fazer corar as pedras da calçada. De apelos a sexo com menores a anúncios de prostituição retirados dos ecrãs de televisão, há de tudo, mas poucos possíveis de transcrever. “Em Lisboa, senhor 60 anos dá 100 euros para estar com nina” ou “To no mercado Santiago de Aveiro. Alguma nina até 18a ker ganhar euros?” são dois casos soft que ilustram o desvio em relação à grelha televisiva normalmente aceite.
    “A ERC tratou o teletexto como se fosse parte da programação”, disse fonte da SIC ao Expresso, para quem a atitude do regulador peca “por sensacionalismo e exagero”. Prometendo rebater a multa e o eventual processo crime “nos tribunais, porque uma deliberação da ERC não é uma sentença nem faz jurisprudência”, a SIC sabe que reabriu uma caixa de pandora e uma batalha com o regulador.
    A TVI recusou qualquer comentário, remetendo as explicações para os regulamentos que circulam nas próprias páginas do teletexto e que elencam proibições que, mesmo ao lado, os utilizadores desrespeitam. As operadoras privadas garantem que foram instalados filtros para evitar a publicação de palavrões ou uma linguagem de cariz sexual demasiado óbvia. Há ainda a limitação de acesso para menores, a passagem das salas de chats mais ‘acaloradas’ para horários nocturnos, assim como a promessa de uma ‘tutoria’ mais directa às mensagens que chegam ao ecrã. No entanto, os primeiros dias de emissão permitem ver como todas estas garantias servem tão bem o objectivo como uma peneira para tapar o sol. As salas “Red Light”, “Banho Turco” ou “Drive in” abrem hostilidades na SIC só entre as 22h35 e as quatro da manhã. Mas, mal arrancam, já têm anúncios, propostas e sugestões de encontros que dariam para todas as combinações aritméticas possíveis. E, mais ainda, são os utentes do dia que avisam para o interesse das salas nocturnas, onde, garantem, “já se pode dar o telemóvel” para permitir encontros mais fáceis. As ‘gatinhas’, os ‘activos’, os ‘passivos’, os ‘machões’ e as ‘boazonas’ figuram durante todo o dia com propostas tão óbvias quanto o desconhecimento dos utentes das mais básicas regras da ortografia.
    A ERC mantém-se atenta e a possibilidade de o processo ser reaberto não está afastada. Até porque, como na primeira investigação, podem surgir queixas de telespectadores. A primeira denúncia partiu de uma senhora, cujo número de telemóvel foi colocado no teletexto (sem seu conhecimento) prometendo todo o género de favores sexuais. As propostas telefónicas que lhe encheram o telemóvel nos dias seguintes levaram-na a pedir explicações ao regulador da Comunicação Social. A ERC, recorde-se, tem por missão avaliar o cumprimento por parte das estações privadas do contrato de concessão assumido com o Estado. As falhas — ou reincidências — podem pesar na decisão sobre a revalidação das licenças.
    Rosa Pedroso Lima rlima@expresso.impresa.pt
    EXPRESSO, 07 / FEV / 2009


Para quem associa a Internet a actividades sexuais, aqui está uma boa prova da presença desta actividade em qualquer meio aberto. O jogo da invenção de filtros está perdido à partida, porque será sempre possível imaginar como outro modo de os mndr fdr.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

As melhores desculpas para não fazer um blogue


1 – Não entender aque cada qual terá o seu ambiente personalizado de aprendizagem, mais rico ou mais pobre;

2 – Culpar de exibicionismo os colegas que esforçam por aprender:

3 – Tomar a Internet e os blogues como uma moda passageira sem entender o significado da revolução tecnológica em curso. PENSE NISTO: Com o acesso aos novos meios digitais, os jovens aprendem, trabalham, pensam, compram e criam de um modo diferente do de seus pais.



quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Google Earth PRO Gratuito para Professores


Uma prenda da Google. Oferecem a licença a troco de algumas informações sobre a escola.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Alteração ao regime legal comunicada por mail - 6


Agora que o ME passou a ter uma base de dados com os nossos endereços de mail tudo ficou mais simples... O concurso de professores titulares definiu que a respectiva categoria teria apenas validade na respectiva escola, mas como entretanto inventaram o direito de cada professor ser avaliado por um titular da respectiva área disciplinar, e pumba, mais um mail:

from DGRHE.MEducacao@dgrhe.min-edu.pt
to
date 2 February 2009 14:29
subject Mobilidade por transferência de professores titulares
mailed-by dgrhe.min-edu.pt


Exmo (a) Sr. (a)
Professor (a)

Na sequência do Despacho n.º 4196-A/2009, de 28/01/2009, publicado no D.R. n.º 22, 2ª série, de 02/02/2009, disponível na página da DGRHE, entre 2 e 23 de Fevereiro decorrerá o processo de mobilidade por transferência de professores titulares.

Chama-se a atenção para a Nota Informativa n.º1, disponível na página electrónica da DGRHE, onde encontra informação detalhada sobre as várias etapas e operacionalização deste processo.

Com os melhores cumprimentos.

Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação

República das Bananas

Qual é o perigo de os alunos andarem com as camisas fora das calças?

Se vão fazer leis para eliminar todas as possibilidades de perigo, dificilmente restará alguma liberdade. Entretanto observe-se um aluno americano com todo o material!

Por cá as agressões são à dentada. Precisarão de um açaimo?

sábado, 31 de janeiro de 2009

Escolas questionam Ministério sobre consequências da avaliação


  • Conselhos executivos não sabem o que fazer aos muitos professores que recusaram entregar os objectivos dentro do prazo estipulado e querem orientação da tutela

    A confusão em torno da avaliação de desempenho dos professores continua, com vários conselhos executivos a assumir que não sabem o que fazer com os docentes que, terminado o prazo, não entregaram os seus objectivos individuais.
    Há escolas que notificaram os professores de que vão ser penalizados com a não contagem do tempo de serviço para efeitos de progressão na carreira. Outras que se recusam a decretar consequências e aguardam orientações da tutela. E as interpretações sobre o que devem fazer os conselhos executivos — substituir-se ou não aos avaliados, definindo os objectivos por eles — também são diversas.
    É neste cenário de dúvida que o Conselho de Escolas pediu à tutela uma reunião para o esclarecimento destas questões, disse ao Expresso Álvaro dos Santos, presidente deste órgão consultivo do Ministério da Educação (ME).
    Também na sua escola, a Joaquim Gomes Ferreira Alves (Porto), houve quem não entregasse os objectivos. “Vamos notificá-los do incumprimento. Mas não vamos dizer que consequências vão ter. Essa interpretação tem de ser feita a um nível que não o de escola a escola. Tem de haver uma orientação do ME”, defende Álvaro dos Santos.
    Por agora, as orientações têm sido dadas através de e-mails da Direcção-Geral dos Recursos Humanos (DGRHE) e na página da Internet do ME, onde vão sendo dadas respostas à medida das perguntas das escolas.
    “A escola deve definir se avalia os docentes que não procederam à entrega dos objectivos individuais, do mesmo modo que deve decidir se define os objectivos para os que não os entregarem”, diz uma das respostas da DGRHE.
    Mas a questão não é pacífica. “Não vejo que o ME possa endossar às escolas a responsabilidade de decidir dessa maneira”, comenta Manuela Esperança, presidente da Secundária Vergílio Ferreira, em Lisboa. Na sua escola, quase metade dos professores não entregou os objectivos. “Não os vou obrigar, nem definir por eles. Parece-me que têm de assumir a responsabilidade pelo seu acto. Mas aguardo instruções”, continua. No Agrupamento de Escolas Diogo Cão (Vila Real), a contestação foi levada ao extremo, com 240 professores a não participarem neste acto e apenas meia centena a fazê-lo, na sua maioria contratados que temem consequências em futuros concursos, conta o vice-presidente do conselho executivo, José Azevedo.
    O professor entende que para estes casos devem ser assumidas as metas que constam no projecto da escola. “Mas não temos capacidade jurídica para fazer estas interpretações. Pedimos orientações à direcção regional do Norte e estamos à espera”.
    Uma coisa é certa, admite este professor: “O equilíbrio emocional dos colegas foi beliscado e nota-se uma grande retracção em fazer aquilo que sai fora do seu serviço lectivo normal”.
    Há ainda escolas onde o prazo para cumprir esta etapa da avaliação ainda não terminou, pelo que é cedo para fazer balanços sobre a adesão dos docentes a mais esta forma de luta. Quanto às consequências, a discussão poderá só acabar nos tribunais.
    Isabel Leiria ileiria@expresso.impresa.pt
    EXPRESSO, 31/JAN/2009



Este é o ponto da situação da educação, sector habitualmente apresentado como exemplar pelos socratistas. Miguel Sousa Tavares vai hoje ao ponto de afirmar que queimando Sócrates em lume brando, o país corre o risco de perder a sua independência ;) Precisaremos de um novo Afonso Henriques!

Sócrates é um homem decidido em todas as áreas, mas quando chega à educação deixa o barco sem rumo, como ilustra a expressão acima destacada.

Mãe de Sócrates não foi afectada pela Crise Financeira


  • Maria Adelaide de Carvalho Monteiro, a mãe do primeiro-ministro José Sócrates, comprou o apartamento na Rua Braamcamp, em Lisboa, a uma sociedade off-shore com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, apurou o Correio da Manhã. Em Novembro de 1998, nove meses depois de José Sócrates se ter mudado para o terceiro andar do prédio Heron Castilho, a mãe do primeiro-ministro adquiria o quarto piso, letra E, com um valor tributável de 44 923 000 escudos – cerca de 224 mil euros –, sem recurso a qualquer empréstimo bancário e auferindo um rendimento anual declarado nas Finanças que foi inferior a 250 euros (50 contos).
    Correio da Manhã, 31/JAN/2009


Que pensarão disto aqueles que estarão a pagar o empréstimo das suas habitações até aos 60 anos, ganhando muito mais que a estimada senhora?

Lendo a notícia do PÚBLICO fica-se a saber ainda que:

  • A mãe do primeiro-ministro tem uma pensão mensal de mais de três mil euros, do Instituto Financeiro da Segurança Social, mas o gabinete do primeiro-ministro não disse àquele jornal qual era a profissão de Maria Adelaide Carvalho Monteiro.
    PÚBLICO, 31/JAN/2009


Provavelmente será a doméstica mais especializada do país ;)

Crise Financeira

Os sujeitos económicos agiram racionalmente, tomando as melhores decisões para a satisfação das suas necessidades egoístas, mas do conjunto das suas acções não terá resultado uma utilização eficiente dos recursos, postulada por Adam Smith. Os mercados entraram em roda livre. Será necessário repensar a Economia.

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