quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Aulas de Substituição – Mais uma invenção para abandalhar o Ensino
Hoje ia fazer mais uma substituição de 90 minutos numa turma do 7º unificado. Não cheguei a concluir a tarefa porque 30 minutos depois do toque chegou o professor titular da turma…
REFLEXÃO:
Não havendo substituições o professor titular teria tido falta desta vez, pois ninguém teria ficado a "segurar" os seus alunos, mas certamente que aprenderia ser pontual. Assim não teve falta, aprendeu que pode chegar 30 minutos depois, e será que continuará com coragem para marcar faltas aos retardatários? No lugar deste professor da turma eu teria preferido não aparecer e levar a respectiva falta, pois aqueles que utilizam o expediente das substituições para chegarem mais tarde às suas aulas certamente que diminuem a sua autoridade professoral, contribuindo bastante mais para abandalhar o Ensino do que para promover o "sucesso escolar" que todos gritam aos quatro ventos.
PS
Sobre este tema criei um blogue específico: http://aulas-de-substituicao.blogspot.com/
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Estes Putos
A renovação da crítica social e política utiliza hoje os recursos audiovisuais, facilmente integráveis na web.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Eficiência, custos e politiquice - Padrinho! Quer seu teu assistente!
Agora que o Governo está tão empenhado em cortar a despesa pública, os senhores deputados lembraram-se de que precisavam de um “assistente individual” para desempenharem eficientemente as suas funções! Essa aberração entrará directamente para os quadros da função pública, congelada! O mérito para conseguir emprego na função pública é ter um padrinho! Mudaram as moscas!
Ler mais?
domingo, 4 de novembro de 2007
Justiça e legitimidade para a acção
Sentir-se vítima de injustiça, pode dotar o indivíduo de uma dose suplementar de coragem, descobrindo-se capaz de executar operações com as quais jamais teria sonhado. O sentimento de sermos injustiçados, associado à ineficiência do sistema de justiça instituído, pode legitimar-nos a tomar a iniciativa nas nossas mãos. Paradoxalmente, o Estado de Direito combina-se com a barbárie, numa situação em que os “bons” são apenas aqueles que pensam como nós, contra os “maus”, aqueles que julgam de um modo diferente... Fica aqui registada uma excelente interpretação de Jodie Foster, em A Estranha em Mim.
Seu namorado foi morto gratuitamente, mas ditou a sorte que Erica resistisse. Este episódio revela-lhe uma personalidade justiceira que até então desconhecia. As suas acções passam a ficar legitimadas pela agressão de que foi vítima. Brilhante!
PS
Inventando a história das armas de destruição maciça no Iraque, para justificar a sua invasão na caça a Bin Laden, quantos Bins Ladens terão os Estados Unidos criado?
sábado, 27 de outubro de 2007
O pesadelo da ponte 25 de Abril às sextas-feiras

Do Cacém ao Pragal vão uns escassos 30 kms que se fazem bem em 20 minutos se o trânsito estiver a fluir.

Entretanto já tive a experiência de sexta-feira passada (ontem) Trânsito em direcção à ponte com fila a começar na A5, 50 metros antes do desvio para Monsanto, e golpes mesmo até no traço contínuo que separa a direcção Ponte da direcção Praça de Espanha. Em vez de 20 minutos, gasta-se uma hora, e ganha-se uma pilha de nervos. Vou consultar o site da CP para ver o horário dos comboios! Na realidade nenhum país pode desenvolver-se sem uma rede eficaz de transportes públicos... E se os chineses chegarem a utilizar automóveis como nós, duvido que a Terra resista a esse tipo de “desenvolvimento”.
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Foi uma desgraça mesmo!

Mário Soares não teve papas na língua a comentar o resultado das eleições directas no maior partido da oposição.
O ex-Presidente da República definiu a vitória de Luís Filipe Menezes como "uma desgraça".
"Aquilo que sucedeu é uma coisa que não nos agrada", disse Mário Soares em declarações à rádio TSF.
O antigo governante advertiu ainda, que é necessário que exista uma oposição forte. "Um Governo precisa de uma oposição forte e estruturada, porque senão pode dizer que não há alternativas e que pode fazer o que quiser".
Fonte: http://expresso.clix.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/129760Logo a seguir à eleição de Luís Filipe Menezes, José Sócrates preparou uma visita à Covilhã revelando-se ao seu melhor nível pidesco. Eis o comunicado do Sindicato dos Professores da Região Centro (FENPROF):
VISITA DE SÓCRATES À COVILHÁ PREPARADA DA PIOR FORMA:
POLÍCIA LEVA MATERIAL DE INFORMAÇÃO DA SEDE DO SPRC NA COVILHÃ
Hoje, 8 de Outubro, dois polícias “à civil”, entraram na sede do SPRC na Covilhã e, na ausência de qualquer dirigente, por se encontrarem em actividade sindical, levaram consigo dois documentos de informação. Apesar de nunca vista, em 25 anos do SPRC e 33 de democracia, esta acção de características pidescas, a que um agente designou de rotina, assume contornos repugnantes e deploráveis, e constitui uma clara violação dos direitos, liberdades e garantias e das instituições democráticas.
O Sindicato dos Professores da Região Centro apela a todos os cidadãos para que não se deixem intimidar e aos professores para que participem em todas as acções de contestação a esta política e a este rumo de ataque ao regime democrático que o governo e o primeiro ministro entenderam tomar, a começar pelo Cordão Humano que se realiza amanhã na Covilhã, junto à Escola Secundária Frei Heitor Pinto, a partir das 14H30, organizado por diversos Sindicatos.
Para o SPRC é evidente que esta iniciativa da polícia não está desligada das declarações recentes do primeiro-ministro, cujo discurso, de teor absolutamente antidemocrático, faria corar os governantes mais à direita que passaram pelo poder no pós-25 de Abril.
Sabendo-se que as forças de segurança não agem sem comando e muito menos sem a direcção do poder político, o SPRC responsabiliza o governo por esta atitude intimidatória, autoritária e violadora dos mais elementares direitos democráticos e da liberdade do Povo Português.
A Direcção do SPRC decidiu apresentar queixa sobre esta violação dos direitos democráticos ao senhor Presidente da República, à Assembleia da República, à Provedoria de Justiça, à Procuradoria-Geral da República e entregar a análise deste acto de autoritarismo e totalitarismo aos seus advogados para que preparem a apresentação de uma queixa contra o governo português no Tribunal Europeu.
Entretanto, na sequência da situação a que foram sujeitos dirigentes sindicais de diversas organizações do distrito, designadamente o coordenador do SPRC, ontem, em Montemor-o-Velho, a Direcção do SPRC decidiu apresentar queixa-crime no Ministério Público daquela localidade contra o responsável local da GNR, o que será concretizado na próxima sexta-feira.
08.10.2007
A DirecçãoFonte: http://www.sprc.pt/paginas/Novidades/novidades_policiapaisana.html
"O fascismo da actual fase da modernidade é liquefeito. Como um gás, está em toda parte. Não precisa ser assumido para funcionar, estando adaptado às exigências do tempo presente. Existe nas práticas de governo e, em outros exemplos, em simples actos de burocratas e outros agentes do poder público. Não precisa de um livro de cabeceira, como o ‘Minha Luta’ de Hitler. Está diluído nas concepções que os meios de comunicação fazem circular".
Fonte: http://www.galizacig.com/actualidade/200611/cm_fascismos_liquidos.htm
Por exemplo, da banalidade que os professores faltam a alguns tempos lectivos, passou-se à imposição de actividades de substituição como se de um passe de magia se tratasse. Não foi preciso cuidar da existência de materiais para as ditas actividades, e criaram-se efectivas prisões de substituição, porque aulas não são, como afirmaram as associações de professores no documento em que manifestam a sua oposição ao novo Estatuto da Carreira Docente.
Se alguém avaliasse as ditas actividades de substituição certamente que concluiria o seguinte:
- os professores ficam muito mais desgastados nas aulas de substituição que nas da componente lectiva, porque nas primeiras nunca sabem o que vão encontrar, e têm a sua autoridade professoral substancialmente diminuída;
- os alunos estão a ali a perder tempo, enquanto lhes negam oportunidades de convívio entre si. Mais, habituam-se a um clima de burburinho que terá um efeito negativo se for transposto para as aulas comuns;
- os papás ficam mais tranquilos quando sabem que os pequenos estão à guarda de um professor. Porém, se as escolas já têm controlo electrónico de entradas e saídas, este já é suficiente para se saber se o aluno se encontra ou não no interior do espaço escolar das tantas às tantas. Numa escola decente, o seu recinto oferecerá garantias análogas a uma sala de aulas.
Gostava que os opinion makers favoráveis às aulas de substituição experimentassem ficar 45 minutos no meio de 25 putos do 7º ou 8º ano, coloridos, falando crioulo entre si. Sem autoridade para lhes impor um conteúdo programático, e para posteriormente os avaliar, por que motivo os catraios ficarão sossegados a ouvir contar anedotas quando o zapping pelos canais é muito mais divertido?
Somem-se a isto, vencimentos congelados desde 2001, mudanças de escalão idem, idade de reforma a subir, tarefas burocráticas cada vez mais exigentes, clima político da América latina com a retórica europeia. Porquê América latina? Se os 24 ministros da Educação que tivemos desde Abril de 1974 tivessem poderes de tutela sobre os sinais de trânsito, o sinal de sentido proibido, que todos conhecemos, já teria outra forma e hoje talvez fosse, e com uma fundamentação muito razoável, um quadrado vermelho, enquanto o rectângulo branco, horizontal, talvez já estivesse na vertical. Como foi usual no Ministério da Educação, esta última "reforma da sinalética" seria a vigésima quarta proposta dos últimos 33 anos e todas defendidas a peito pelos seus titulares.
Maria de Lourdes Rodrigues sente-se legitimada para ir inventando novas tarefas para os docentes, e para lhes cortar os célebres "direitos adquiridos" porque age em nome do mérito, e invoca a nobre tarefa de elevar os níveis de escolaridade para patamares europeus. A "missão" que se sente a cumprir, associada à pretensa justiça de uma espécie de fado "verdadeiramente inevitável" permitem-lhe todos os atropelos.
No sector da educação, a desgraça ainda mal terminou as férias de Verão...

José Sócrates foi recebido na Covilhã por um cordão humano de protesto.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Internet e reflexão colectiva
A este propósito, o exemplo do “engenheiro” José Sócrates é bem elucidativo, pois apesar das aldrabices evidentes que todos conhecemos pela comunicação social, amplamente difundidas pela blogosfera, ainda se sentiu legitimado para processar o autor DoPortugalProfundo... Perdeu-se a vergonha! Além disso foi estúpido, porque continuou a lançar mais lenha na fogueira que o irá queimar... Num país onde a moral tivesse algum significado político, já teria sido demitido, mas com a “nova Lei de Gresham”, reformulada por Cavaco, nada disto tem relevância para as funções públicas que desempenha. Aguentem!
No caso do “engenheiro”, não fosse a Internet, e o tema nunca teria sido abordado pela imprensa. Pode ser que a circulação de mails e publicação de posts sobre o TGV, a Ota, etc. contribuam para a abertura do debate que de outra maneira não se realizaria na sociedade portuguesa.
Enfim, acho que basta o bom senso para publicar o seguinte texto que me chegou por mail, e que constitui um excelente exemplo no novo tipo de intervenção no debate público proporcionado pela Internet.
Travar para pensar

Linhas de TGV existentes
Há uns meses optei por ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio. Comprado o bilhete, dei comigo num comboio que só se diferenciava dos nossos Alfa por ser menos luxuoso e dotado de menos serviços de apoio aos passageiros.
A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de vista, demorou cerca de cinco horas.
Não fora ser crítico do projecto TGV e conhecer a realidade económica e social desses países, daria comigo a pensar que os nórdicos, emblemas únicos dos superavites orçamentais, seriam mesmo uns tontos. Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes recursos resultantes da substantiva criação de riqueza . A resposta está na excelência das suas escolas, na qualidade do seu Ensino Superior, nos seus museus e escolas de arte, nas creches e jardins-de-infância em cada esquina, nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade. Percebe-se bem porque não construíram estádios de futebol desnecessários, porque não constróem aeroportos em cima de pântanos nem optam por ter comboios supersónicos que só agradam a meia dúzia de multinacionais.
O TGV é um transporte adaptado a países de dimensão continental, extensos, onde o comboio rápido é, numa perspectiva de tempo de viagem/custo por passageiro, competitivo com o transporte aéreo.
É por isso, para além da já referida pressão de certos grupos que fornecem essas tecnologias, que existe TGV em França ou Espanha (com pequenas extensões a países vizinhos). É por razões de sensatez que não o encontramos na Noruega, na Suécia, na Holanda e em muitos outros países ricos. Tirar 20 ou 30 minutos ao Lisboa-Porto à custa de um investimento de cerca de 7,5 mil milhões de euros não terá qualquer repercussão na economia do País. Para além de que, dado hoje ser um projecto praticamente não financiado pela União Europeia, ser um presente envenenado para várias gerações de portugueses que, com mais ou menos engenharia financeira, o vão ter de pagar.
Com 7,5 mil milhões de euros pode construir-se mil escolas Básicas e Secundárias de primeiríssimo mundo que substituam as mais de cinco mil obsoletas e subdimensionadas (a 2,5 milhões de euros cada uma), mais mil creches inexistentes (a 1 milhão de euros cada uma), mais mil centros de dia para os nossos idosos (a 1 milhão de euros cada um). Ainda sobrariam cerca de 3,5 mil milhões de euros para aplicar em muitas outras carências, como a urgente reabilitação de toda a degradada rede viária secundária.
CABE AO GOVERNO REFLECTIR.
CABE À OPOSIÇÃO CONTRAPOR.
CABE AOS CIDADÃOS MANIFESTAREM-SE!!!
CABE À TUA CONSCIÊNCIA REENCAMINHAR OU DEIXAR FICAR.
Um fenómeno paralelo, são os textos publicados na web, assinados, dos quais são posteriormente difundidas muitas cópias por mail:
Valter Lemos nunca participou em debates parlamentares, nunca demonstrou possuir uma ideia sobre Educação (...)
Afinal se o outro se fez engenheiro, por que razão este não se poderá fazer Doutor?
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Consequências da escassez de banda sobre o trabalho
A partir do site do Banco de Portugal são abundantes os ficheiros .csv, assinalados com o ícone
que só os especialistas atentos distinguirão do símbolo de Excel, Como os ficheiros .csv são muito mais leves que os ficheiros do Excel, numa fase inicial em que a largura de banda era estreita, predominando os modems de 28.800 bps, era importante disponibilizar a informação sem sobrecarregar a rede, embora isso tivesse outros custos a pagar pelo utilizador ;)
Refira-se que foi lançado à cerca de um ano o BPstat, precisamente com a ideia popularizar o acesso aos indicadores. Naturalmente que o novo site é mais fácil de utilizar, mas mais exigente em termos de recursos tecnológicos.
NOTA – As voltas que é necessário dar para obter um ficheiro inteligível a partir de um .csv indicam-se abaixo:
1. Seleccionar a coluna que contêm os dados (A)
2. Seleccionar Dados/Texto para colunas
3. Escolher “Delimitado” e “Ponto e vírgula” para delimitador.
4. Em “avançadas” podemos opcionalmente indicar outra preferência para assinalar a casa decimal e/ou para separar os milhares.
5. Em “destino” devemos indicar a célula onde desejamos que a nova tabela comece.
6. Botão “concluir”. Está feito!
Registe-se um abraço ao Manuel Gonçalves, por esta dica.
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Convergência com a TV limitada pela largura de banda
Experimentem o modo FULL SCREEN, e se tiverem largura de banda suficiente, até parece TV! As televisões portuguesas estão a deixar-se passar pelas brasileiras, como de resto tem acontecido em todos os conteúdos lusófonos.
+ A TV está a morrer, diz "pai" da Internet
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Estudo: Falta de sexo dá mais trabalho

Até aqui ia vivendo com a leitura de uma amiga fã de leituras esotéricas. Para ela as pessoas tinham energia ou não. Tendo-o poderiam aplicá-la no amor ou no trabalho, não a tendo só poderiam encher chouriços.
25ª hora: Trabalho ou lazer?

Se o dia tivesse mais uma hora onde a aplicaríamos, em trabalho ou em lazer?
Aplicando-a em trabalho poderíamos desenvolver melhor as tarefas actuais ou outras. Se a remuneração acompanhar o desempenho os ganhos adicionais serão imediatos e ainda poderemos amealhar parte para gastar no futuro. Aplicando-a em lazer (hobbies, família, amigos) o rendimento monetário até poderá sofrer uma redução imediata, mas em termos de bem-estar será benéfico para a saúde, designadamente na redução do stress, proporcionando um maior equilíbrio emocional que a longo prazo poderá resultar num ganho superior ao aumento do rendimento.
A questão estará em saber quando chega o momento de dizer BASTA! ao trabalho adicional, de modo a podermos desfrutar da vida plenamente, e esse momento variará de acordo com perfil de cada um, dos viciados aos alérgicos no trabalho. A decisão racional compete-nos, embora me pareça que a maioria nem reflecte sobre o assunto, aguardando que os mecanismos legais determinem a data da sua reforma, momento a partir do qual ficam sem saber o que fazer!
No caso do funcionalismo público, como a remuneração é independente do desempenho temos o problema simplificado porque a primeira hipótese nem se coloca!
Quanto custa um dia de praia para um funcionário público? Admitindo que ele não precisa de deixar de fazer nada para desfrutar de um maravilhoso dia de praia, então o custo de oportunidade será nulo ;)
Antes de começar a fazer páginas Internet fazia muita praia. Agora compreendo a profundidade de piadas como esta:
- ERA UMA VEZ... 4 funcionários públicos chamados Toda-a-Gente, Alguém, Qualquer-Um e Ninguém.
Havia um trabalho importante para fazer e Toda-a-Gente tinha a certeza que Alguém o faria.
Qualquer-Um podia fazê-lo, mas Ninguém o fez.
Alguém se zangou porque era um trabalho para Toda-a-Gente.
Toda-a-Gente pensou que Qualquer-Um podia tê-lo feito, mas Ninguém constatou que Toda-a-Gente não o faria.
No fim, Toda-a-Gente culpou Alguém, quando Ninguém fez o que Qualquer-Um poderia ter feito.
Foi assim que apareceu o Deixa-Andar, um 5º funcionário para evitar todos estes problemas.