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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

A alegria é contagiosa nas redes sociais


Segundo a CNN as redes sociais transmitem a alegria por contágio. Poderemos mesmo ficar mesmo mais satisfeitos com algumas realizações (de amigos) de amigos virtuais. Isto é, apesar de não conhecermos as pessoas, a ideia de que estarão mais felizes contribui para a nossa felicidade ;) A tristeza também se propaga na rede, mas não tão rapidamente quanto a alegria.

Pode partilhar comigo a experiência das redes sociais adicionando o meu perfil no Hi5.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

A Escada Social Tecnográfica


JOSH BERNOFF é um dos mais citados analistas americanos na área das tecnologias da informação. Josh tem sido analista de mercado e é actualmente vice-presidente da Forrester Research.

Criou a segmentação Tecnográfica, com a qual visa uma compreensão mais profunda das pessoas, como usam a tecnologia, e como esta afecta os negócios.

A sua classificação foi construída para analisar o consumo, mas não resisto a copia-la para aqui, e cada qual será responsável pelas suas extrapolações.





Na sua metáfora da escada descreve seis níveis de familiaridade com as tecnologias:

  • Criativos: publicam conteúdos sociais. Escrevem blogues, fazem o upload de vídeos, música ou textos.
  • Críticos: respondem aos conteúdos dos outros. Postam nas revistas, nos comentários dos blogues, participam nos fóruns e editam artigos wiki.
  • Coleccionadores: organizam conteúdos para si próprios ou outros utilizando feeds RSS, tags, e votando em sites como o Digg.com.
  • Membros: ligam-se a redes sociais como o MySpace e o FaceBook. Em Portugal tem maior expressão o Hi5.
  • Espectadores: consomem conteúdos sociais, incluindo blogues, vídeos, podcasts, fóruns ou revistas.
  • Inactivos: nem criam nem consomem conteúdos sociais de qualquer tipo.


JOSH BERNOFF explica a sua metáfora da escada numa apresentação, do blogue que escreve em parceria com CHARLENE LI.

Qual o peso relativo das categorias acima apresentadas? Como variam por grupos etários? Como variam por géneros? Para responder questões destas utilize o Profile Tool.

domingo, 17 de agosto de 2008

A Escola do Futuro

A escola tem sido a instituição mais resistente à mudança. Os alunos não sabem tocar piano nem falar francês, mas já se sentem mais familiarizados com as ferramentas digitais que muitos professores. Porque é que não são utilizadas estas ferramentas, e prevalecem sempre os manuais e os testes escritos?


Atenção! Não adianta mudar as tecnologias de ensino, sem adoptar metodologias de aprendizagem que as rentabilizem.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

A Internet e a redefinição das regras do jogo


A Heinz retirou duma sua campanha publicitária um vídeo, que estava a causar polémica, por ir contra os valores morais da maioria dos seus consumidores. A empresa redigiu um comunicado a pedir desculpa aos seus clientes e retirou o vídeo da campanha.

Fonte: Portal da Heinz

Só que sendo divulgado como "o clip banido", teve exactamente a melhor propaganda que poderia ser feita para divulgar o vídeo na Internet.



  • Nunca tinha acontecido em Portugal: um tribunal mandou fechar um blogue. Em causa estão os posts do Povoa Online, onde eram criticados os autarcas da Póvoa de Varzim.
    "Actualmente (a Póvoa de Varzim) apenas oferece lixo, areia da praia contaminada e um mar poluído, tudo supervisionado por autarcas agarrados ao poder e sustentados por uma teia de corrupção que corrói toda a gestão municipal. Vingou a lei do cimento". São frases como esta que levaram o presidente do município, Macedo Vieira, e o vice-presidente, Aires Pereira, a pedir aos tribunais o encerramento do blogue.

    Fonte: Expresso.

No lugar onde estava o blogue que foi encerrado, o browser indicou-me que o blogue foi removido.

Mas como na Internet é fácil transferir conteúdos, certamente que esta decisão do tribunal fez a melhor publicidade com que um blogue poderia sonhar e não foi difícil encontrá-lo. Recuso-me a deixar o link mas mostro-vos a única imagem decente do blogue.


O resto são anúncios de meninas e links para outros blogues.

Que fazer?
Para abrir um blogue ou copiar um vídeo não é necessária nenhuma formalidade. Basta ter acesso à Internet e saber como se faz. Qualquer miúdo sabe quando o seu nick é banido de um canal de IRC, pode voltar a entrar com outro nickname! A verdade é que para alguém conseguir prestígio junto dos amigos, estes têm de o reconhecer, e portanto não poderá andar a mudar de nome. E para ganharmos prestígio junto dos amigos precisamos de mostrar que temos ideias válidas. Sinceramente, não vejo como uma Câmara Municipal pode sentir-se incomodada com um blogue como este. E os Tribunais não têm mais nada para fazer?

Quando se diz que na Internet não há regulação, isso não é inteiramente verdade. O prestígio encontra-se repartido de forma muito diferente entre a comunidade cibernauta, portanto há pelo menos uma regulação social, além das normas técnicas definidas pela W3C. Cada vez que os Governos têm intervindo nesta matéria, isso só tem servido para limitar as liberdades individuais, sem benefício algum, além do imaginado pelos regimes ditatoriais.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Identidade: netodays


NETODAYS é o meu ID em numerosos sites. Creio que a maioria dos indivíduos faz exactamente o mesmo, isto é, também definem um ID que utilizam na generalidade dos sites. Realmente não seria prático andar a mudar de ID cada vez que se entra num site diferente.

Frequentemente o ID não corresponde ao nosso nome real, porque pode já estar tomado por outro utilizador. Até começar a utilizar a Internet conhecia poucos "Netos", mas então descobri que são mais do que as mães. E José Neto ou mesmo José Manuel Neto também são mais comuns do que supunha... É uma chatice! Nós queremos escrever o nome/ID - e quanto mais curto, menos teclas será necessário digitar ;) - num motor de pesquisa, e que ele nos leve aos sites. Para que o nosso ID funcione bem, é necessário que se destaque dos outros nomes, para o que convém que seja único, o que na aldeia global não é fácil.

Também é importante que nos identifiquemos com o ID. No meu caso não tenho a menor dúvida em afirmar que a Internet mudou o meu quotidiano, oferecendo-me melhores dias, e daí surgiu o NETODAYS. Este termo tem ainda a vantagem de combinar a língua inglesa com a portuguesa reduzindo a probabilidade de alguém pensar num nome semelhante.

Também é verdade que depois de inventado o ID, muita gente nos conhecerá por ele, e às tantas somos mais facilmente reconhecidos pelo ID que pelo próprio nome. O ID também nos dá a sensação de possuir algo, visto que o criámos.

Estou a ouvir alguém desse lado a dizer:

- Estúpido! Googlando “netodays” fica-se a saber a vida toda…

Bem, eu não disse que utilizava sempre este nick!

netodays(at)gmail.com

Perfil no Google





Foto instantânea



Uma qualidade: perseverança


Um defeito: ausências frequentes


Um amor: a praia


Um ódio: não tenho


Um prazer: Yes! Yes! Oh Yees!... Yeess!... Yeeesss!...


Uma irritação: trânsito entupido


Uma saudade: meu pai


Um pensamento: a penalização por não participares na política, é acabares a ser governado pelos teus inferiores


Um desejo: ser feliz


Uma superstição: não tenho


Uma piada: as três semelhanças entre uma mulher e uma bica? São quentinhas, dão prazer e tiram o sono


Um plano: ser surpreendido

quarta-feira, 19 de março de 2008

Linguagens utilizadas na Internet

Para si a Internet é o SAPO e pouco mais? Lê um pouco de todas as páginas escritas em português, e pensa que já conhece muito?... desengane-se. Se não se desenrascar em inglês, a importância do português na Internet não passa de uns míseros 3%...
http://unesdoc.unesco.org/images/0014/001420/142021e.pdf

Eis os factores considerados por George Weber para eleger o inglês como língua global, apesar de não ser a língua com mais falantes, como se pode conferir nos links abaixo.





Links

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Os professores na blogoesfera

Para um Movimento Cívico Independente.

  • Aconteceu ontem, na Margem Sul, este encontro informal de professores e bloguistas que se revelam independentes de qualquer afiliação partidária e de qualquer sindicato, enquanto mentores deste movimento. A uni-los uma vontade comum: dar voz formal aos seus desencantos quanto aos atropelos cometidos no processo conhecido como Avaliação de Desempenho na carreira docente (AD) e apresentar medidas alternativas viáveis e conducentes a uma dignificação da carreira e a um verdadeiro sucesso educativo para os alunos.

    Segundo o manifesto distribuído na sessão, os professores estão a atravessar o momento mais negro da sua vida profissional desde o 25 de Abril... A um sentimento de enorme frustração soma-se hoje a insegurança quanto ao futuro profissional, uma insegurança decorrente de todos os mecanismos de fragilização da carreira e de instabilidade de emprego que o governo actual tem vindo a introduzir.

    O clima começa a ser favorável a opiniões como as que se debateram: os órgãos de comunicação social parecem estar a acordar para os problemas que a classe tem vindo a enfrentar. E, na verdade, os problemas e as ilegalidades constantes em todo este processo são tantos, que urge chamar a atenção da opinião pública, já que é uma escola pública que defendemos. Não podemos aceitar o regresso ao velho far-west, em que a lei que prevalecia era a lei da bala, balas essas sob a forma de mails, e de despachos, e de normativos que se sobrepõem aos Decretos-Lei, que os contradizem (muitas vezes) e que os violam (outras tantas).
    http://talvezpeninsula.blogspot.com/2008/01/para-um-movimento-civico-independente.html



Tomando como referência João Barroso, perante a mudança os professores têm três atitudes possíveis:


  • Uns (1) constroem muralhas porque vêem nesses ventos uma ameaça à sua situação; (2) outros constroem moinhos porque vêem nas mudanças o vento que alimenta as pás do moinho e que permite fabricar qualquer coisa; e há sempre aqueles que se limitam a (3) esconder a cabeça na areia. Ora eu acho que nos tempos de hoje os professores têm de fazer as três coisas ao mesmo tempo. JOÃO BARROSO


Talvez estes professores/blogueres estejam em circunstâncias para dignificar o estatuto social dos professores, que entretanto passaram a ser mesquinhos funcionários públicos, cumpridores zelosos das letrinhas publicadas no Diário da República, e agora nos sites da Internet! Evidentemente que a sua afirmação, a sua dignificação enquanto professores passa hoje por demonstrarem que a utilidade da blogoesfera e da web não se limita a um instrumento de mobilização num momento difícil das suas carreiras profissionais, mas deveriam fazer parte integrante do seu quotidiano escolar. Gostaria que mostrassem isso. Se fosse tão fácil como assinar uma petição ;) Eu já subscrevi o APELO PARA UMA DISCUSSÃO PÚBLICA ALARGADA DO MODELO DE GESTÃO DAS ESCOLAS PÚBLICAS.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Internet e reflexão colectiva

Alguns mails espalham-se muito rapidamente pela Internet, são publicados na blogosfera, e então são levados para o debate público pelos opinion makers, pelos jornalistas, etc. Deste modo, a banalização da Internet amplia efectivamente os direitos dos cidadãos, pela via da sua liberdade de expressão, mas temos umas lapas apegadas à rocha com tal ignomínia e uma oposição tão apagada, que se a sociedade civil não emergir, o país não abandonará a cauda da Europa.

A este propósito, o exemplo do “engenheiro” José Sócrates é bem elucidativo, pois apesar das aldrabices evidentes que todos conhecemos pela comunicação social, amplamente difundidas pela blogosfera, ainda se sentiu legitimado para processar o autor DoPortugalProfundo... Perdeu-se a vergonha! Além disso foi estúpido, porque continuou a lançar mais lenha na fogueira que o irá queimar... Num país onde a moral tivesse algum significado político, já teria sido demitido, mas com a “nova Lei de Gresham”, reformulada por Cavaco, nada disto tem relevância para as funções públicas que desempenha. Aguentem!

No caso do “engenheiro”, não fosse a Internet, e o tema nunca teria sido abordado pela imprensa. Pode ser que a circulação de mails e publicação de posts sobre o TGV, a Ota, etc. contribuam para a abertura do debate que de outra maneira não se realizaria na sociedade portuguesa.

Enfim, acho que basta o bom senso para publicar o seguinte texto que me chegou por mail, e que constitui um excelente exemplo no novo tipo de intervenção no debate público proporcionado pela Internet.


Travar para pensar




Linhas de TGV existentes


Há uns meses optei por ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio. Comprado o bilhete, dei comigo num comboio que só se diferenciava dos nossos Alfa por ser menos luxuoso e dotado de menos serviços de apoio aos passageiros.
A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de vista, demorou cerca de cinco horas.
Não fora ser crítico do projecto TGV e conhecer a realidade económica e social desses países, daria comigo a pensar que os nórdicos, emblemas únicos dos superavites orçamentais, seriam mesmo uns tontos. Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes recursos resultantes da substantiva criação de riqueza . A resposta está na excelência das suas escolas, na qualidade do seu Ensino Superior, nos seus museus e escolas de arte, nas creches e jardins-de-infância em cada esquina, nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade. Percebe-se bem porque não construíram estádios de futebol desnecessários, porque não constróem aeroportos em cima de pântanos nem optam por ter comboios supersónicos que só agradam a meia dúzia de multinacionais.
O TGV é um transporte adaptado a países de dimensão continental, extensos, onde o comboio rápido é, numa perspectiva de tempo de viagem/custo por passageiro, competitivo com o transporte aéreo.
É por isso, para além da já referida pressão de certos grupos que fornecem essas tecnologias, que existe TGV em França ou Espanha (com pequenas extensões a países vizinhos). É por razões de sensatez que não o encontramos na Noruega, na Suécia, na Holanda e em muitos outros países ricos. Tirar 20 ou 30 minutos ao Lisboa-Porto à custa de um investimento de cerca de 7,5 mil milhões de euros não terá qualquer repercussão na economia do País. Para além de que, dado hoje ser um projecto praticamente não financiado pela União Europeia, ser um presente envenenado para várias gerações de portugueses que, com mais ou menos engenharia financeira, o vão ter de pagar.
Com 7,5 mil milhões de euros pode construir-se mil escolas Básicas e Secundárias de primeiríssimo mundo que substituam as mais de cinco mil obsoletas e subdimensionadas (a 2,5 milhões de euros cada uma), mais mil creches inexistentes (a 1 milhão de euros cada uma), mais mil centros de dia para os nossos idosos (a 1 milhão de euros cada um). Ainda sobrariam cerca de 3,5 mil milhões de euros para aplicar em muitas outras carências, como a urgente reabilitação de toda a degradada rede viária secundária.
CABE AO GOVERNO REFLECTIR.
CABE À OPOSIÇÃO CONTRAPOR.
CABE AOS CIDADÃOS MANIFESTAREM-SE!!!
CABE À TUA CONSCIÊNCIA REENCAMINHAR OU DEIXAR FICAR.




Um fenómeno paralelo, são os textos publicados na web, assinados, dos quais são posteriormente difundidas muitas cópias por mail:

Valter Lemos nunca participou em debates parlamentares, nunca demonstrou possuir uma ideia sobre Educação (...)



Afinal se o outro se fez engenheiro, por que razão este não se poderá fazer Doutor?

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Convergência com a TV limitada pela largura de banda

Este blogue está a ser lido num computador, mas as suas potencialidades afastam-se muito da ideia de simples hipertexto, colocando à disposição do leitor recursos áudio e vídeo que mudaram radicalmente o conceito de leitura, e de assistência aos programas de TV. Foi com alguma surpresa minha, que apesar de detestar assistir a programas de televisão - que digo ser uma actividade passiva ;) dependente das grelhas e dos apetites dos directores de programas - dei um dia por mim a procurar “pegadinhas silvio santos” no YouTube!



Experimentem o modo FULL SCREEN, e se tiverem largura de banda suficiente, até parece TV! As televisões portuguesas estão a deixar-se passar pelas brasileiras, como de resto tem acontecido em todos os conteúdos lusófonos.

+ A TV está a morrer, diz "pai" da Internet
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