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terça-feira, 27 de junho de 2017
quinta-feira, 11 de abril de 2013
A China na Internet
Regista-se um crescimento explosivo dos utilizadores de Internet na China, cujo número já é equivalente aos americanos (US) e europeus (UE) juntos!
Os principais serviços que nós conhecemos no ocidente, têm a sua "tradução" num serviço chinês equivalente.
Estes serviços resultarão de obstáculos à circulação da informação (ilegítimos) ou de diferenças culturais?
Os principais serviços que nós conhecemos no ocidente, têm a sua "tradução" num serviço chinês equivalente.
Estes serviços resultarão de obstáculos à circulação da informação (ilegítimos) ou de diferenças culturais?
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Sexo, Mentiras e Internet
Terminou hoje a publicação do inquérito à sexualidade dos portugueses pelo Expresso.
Sendo os recursos digitais mais utilizados pelos jovens, o propósito explícito de encontrar parceiro sexual na Internet, observa-se mais na procura de relações ocasionais e por parte da Geração Viagra.
Sendo os recursos digitais mais utilizados pelos jovens, o propósito explícito de encontrar parceiro sexual na Internet, observa-se mais na procura de relações ocasionais e por parte da Geração Viagra.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
A Escada Social Tecnográfica II
O relatório EU KIDS ONLINE apresenta um vasto trabalho empírico, visto que foram inquiridas mais de 25.000 crianças em 25 países.
O relatório utiliza uma escada para nos indicar como as crianças utilizam a Internet. 100% das crianças - Quando as crianças começam a usar a internet, o que fazem inicialmente são os trabalhos escolares e jogar jogos sozinhas ou contra o computador.
86% das crianças - Além dos trabalhos escolares e jogos, esta etapa adiciona assistir a vídeos on-line (por exemplo, no YouTube). Estes são a maneira de usar a Internet como um meio de massa – para informação e entretenimento.
75% das crianças - A maioria das crianças usam a internet de forma interactiva para a comunicação (social networking instantâneas, de mensagens, e-mail) e ler / ver as notícias.
56% das crianças - A etapa 4 inclui jogar com outras pessoas online, download de filmes e música e partilha de conteúdo peer-to-peer (por exemplo, via webcam ou quadros de mensagens).
23% das crianças – Menos de um quarto das crianças chega a esta etapa, a mais avançada e criativa. Inclui visita a salas de chat, partilha de ficheiros, publicação de blogues e gastar tempo num mundo virtual.
Merece destaque a secção dos TOP 10 DOS MITOS SOBRE RISCOS DAS CRIANÇAS ONLINE.
Assim, por exemplo, será errada a ideia de que os nativos digitais têm conhecimentos superiores aos dos seus pais.
Ler o Relatório?
Post anterior sobre este tema:
http://netodays.blogspot.com/2008/09/escada-social-tecnogrfica.html
O relatório utiliza uma escada para nos indicar como as crianças utilizam a Internet. 100% das crianças - Quando as crianças começam a usar a internet, o que fazem inicialmente são os trabalhos escolares e jogar jogos sozinhas ou contra o computador.
86% das crianças - Além dos trabalhos escolares e jogos, esta etapa adiciona assistir a vídeos on-line (por exemplo, no YouTube). Estes são a maneira de usar a Internet como um meio de massa – para informação e entretenimento.
75% das crianças - A maioria das crianças usam a internet de forma interactiva para a comunicação (social networking instantâneas, de mensagens, e-mail) e ler / ver as notícias.
56% das crianças - A etapa 4 inclui jogar com outras pessoas online, download de filmes e música e partilha de conteúdo peer-to-peer (por exemplo, via webcam ou quadros de mensagens).
23% das crianças – Menos de um quarto das crianças chega a esta etapa, a mais avançada e criativa. Inclui visita a salas de chat, partilha de ficheiros, publicação de blogues e gastar tempo num mundo virtual.
Merece destaque a secção dos TOP 10 DOS MITOS SOBRE RISCOS DAS CRIANÇAS ONLINE.
Assim, por exemplo, será errada a ideia de que os nativos digitais têm conhecimentos superiores aos dos seus pais.
Ler o Relatório?
Post anterior sobre este tema:
http://netodays.blogspot.com/2008/09/escada-social-tecnogrfica.html
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sábado, 26 de fevereiro de 2011
Manifesto pela Criatividade e Colaboração no uso da Web 2.0 nas Escolas Portuguesas

Imagine um documento escrito colaborativamente por docentes do Ensino Básico e Secundário e outros agentes do sistema educativo português (Nível Básico, Secundário e Superior), assim como investigadores e outros interessados em criar um documento de referência para o uso criativo e colaborativo de ferramentas da designada Web 2.0 no contexto educativo actual.
Pare de imaginar. O documento está a ser construído aqui.
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Internet oferece uma vantagem de dois meses na marcação de consultas
Fui hoje ao meu Centro de Saúde marcar uma consulta. Como não estou doente, apenas vou mostrar uns exames, a funcionária apenas conseguia marcar-me consulta para meados de Janeiro! Mas disse-me que recorrendo à área de Serviços do Portal da Saúde poderia marcar uma consulta dentro de uma semana, porque o Portal tem espaços reservados para os utilizadores da Internet onde as funcionárias não conseguem entrar.
Assim foi! Tenho uma consulta confirmada por mail para 5 de Novembro.
Desta vez não havia fila no balcão de atendimento, e o olhar das funcionárias era triste porque por este caminho facilmente muitas delas serão dispensadas, mas isso é outra história.
Assim foi! Tenho uma consulta confirmada por mail para 5 de Novembro.
Desta vez não havia fila no balcão de atendimento, e o olhar das funcionárias era triste porque por este caminho facilmente muitas delas serão dispensadas, mas isso é outra história.
sábado, 10 de abril de 2010
Leitura crítica da construção da adolescência e da divulgação de dados pessoais

Os psicólogos referem-se unanimemente à adolescência como uma fase problemática na formação do individuo. Erikson atribui à adolescência a tarefa de construção da identidade, e Ferreira et al) retoma o seu trabalho utilizando dados estatísticos para concluir que os jovens estão atrasados!
O artigo de Huffaker e Calvert conclui que os jovens se expõem demasiado através dos blogues examinando os problemas da identidade e da linguagem online entre jovens de ambos os géneros (masculino e feminino). Este “excesso” de informação revelado pelos jovens inclui o primeiro nome (70%), a idade (67%) e um endereço de e-mail ou instant messsenger ou link para o blogue (61%). O nome completo será uma prática residual de newbies (20%).
Estes artigos recordaram-me as críticas que habitualmente se fazem ao IRC. Diz-se que é sempre a mesma coisa porque são feitas sempre as mesmas perguntas.
1. - És rapaz ou rapariga?
2. - Que idade tens?
3. – Com quem vives?
4. – O que fazes?
5. – Onde moras?
A pergunta 1. é inteligentemente torneada pelos jovens bloggers, que a ultrapassam indicando o primeiro nome;) Se eu disser que sou José já sabem que não sou uma rapariga! A idade até pode depreender-se com alguma precisão da leitura dos blogues, mas eu diria que os jovens consideram este elemento importante demais para não o divulgar. É indispensável que os outros nos possam contactar! Para os autores apenas 61% dos jovens indicaram “informação de contacto”, mas se fosse eu a fazer o estudo esta percentagem elevar-se-ia a 100% porque os blogues também recebem comentários;)
É evidente que os jovens têm de ser verdadeiros nesta informação básica, que nós apenas não perguntamos quando estamos nas situações de diálogo face-a-face porque ela é evidente, frente aos nossos olhos ;) Realmente a nossa conversa não é a mesma com homens ou com mulheres, com crianças ou com adultos, portanto tal como nós precisamos de conhecer determinada informação básica de referência sobre o outro, também os bloggers precisam de divulgar essa mesma informação.
A pergunta 5.será certamente a mais perigosa em termos de segurança dos jovens, e estes são suficientemente inteligentes para não lhe responderem nos blogues.
Quando ao “atraso” dos jovens recordaria aos psicólogos que a adolescência resulta do prolongamento da escolaridade obrigatória nas sociedades modernas. É a fase da vida em que as “crianças” permanecem na escola por imperativos da sociedade democrática e da igualdade de oportunidades. Com o alargamento da escolaridade obrigatória chegamos a ter crianças com 18 anos (!) que por frequentarem a escola têm direito a cama, mesa e roupa lavada na CP (casa dos pais!)
Nas comunidades primitivas, os rituais de iniciação marcam a transição da criança para o adulto! A adolescência é uma invenção ocidental associada à eternização da vida escolar.
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Os jovens estão a trocar os blogues pelo FaceBook

O objectivo dos jovens sempre foi comunicar com os outros adolescentes, muito longe da ideia de escrever um diário com o blá blá do quotidiano num livro fechado com uma chavinha... A origem da palavra blogue (blá, blá + log na net = blog) significa log da conversa na Internet!
O blogue só satisfazia a necessidade de comunicação com os amigos de uma forma rudimentar, através dos comentários. Os comentários dos jovens são diferentes dos dos intelectuais. Estes comentam realmente as mensagens, enquanto os jovens utilizam a mesma ferramenta para dizerem que estão presentes, que fazem parte do grupo. No FaceBook podem ter Notas equivalentes aos posts do blogue, mas com a vantagem de toda a dinâmica de interacção - o elemento essencial da comunicação - ser muito mais efectiva. Portanto, evidentemente que se justifica esta troca.
Desde 2006 que os blogues estão a perder popularidade entre os adolescentes e os jovens adultos, enquanto simultaneamente são descobertos pelos mais velhos, segundo um estudo da PewInternet.
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terça-feira, 6 de abril de 2010
Educação para os meios de comunicação nas escolas e enquanto parte integrante da formação de professores

- (...)
18. Salienta que a educação para os meios de comunicação deve fazer parte integrante da educação formal, à qual todas as crianças têm acesso, assim como dos planos curriculares de todos os níveis de ensino;
19. Reclama que a literacia mediática seja inscrita como nona competência essencial no quadro de referência europeu para a aprendizagem ao longo da vida, nos termos da Recomendação 2006/962/CE;
20. Recomenda que a educação para os meios de comunicação seja tanto quanto possível orientada para a prática e relacionada com matérias do domínio económico, político, literário, social, artístico e das tecnologias da informação, sugerindo, como via a seguir, a criação de uma disciplina específica «Educação Mediática» e a adopção de uma abordagem transversal que estabeleça pontes com projectos extra-escolares;
21. Recomenda aos estabelecimentos de ensino que promovam a criação de produtos mediáticos (no âmbito dos meios de comunicação impressos, dos meios audiovisuais e dos novos meios de comunicação) que envolvam alunos e professores, enquanto medida de formação prática em literacia mediática;
22. Exorta a Comissão a incluir nos indicadores de literacia mediática que se propôs elaborar não só a qualidade do ensino mas também a formação do pessoal docente neste domínio;
23. Verifica que, além dos aspectos pedagógicos e inerentes à política de educação, o apetrechamento técnico e o acesso às novas tecnologias também desempenham um papel essencial, e salienta a necessidade de melhorar sensivelmente a infra-estrutura escolar, a fim de permitir a todos os alunos o acesso a computadores, à Internet e ao correspondente ensino;
24. Salienta a especial relevância que a educação para os meios de comunicação assume nos estabelecimentos de ensino especial, dada a importante função que, em muitos tipos de deficiência, os meios de comunicação desempenham na superação de problemas de comunicação;
25. Recomenda que a formação de professores, em todos os níveis de ensino, comporte módulos obrigatórios de ensino de competências mediáticas, a fim de garantir uma formação intensiva, e requer, por conseguinte, às autoridades nacionais competentes que familiarizem os professores de todas as disciplinas e categorias de escolas com o emprego de meios audiovisuais didácticos e com os problemas da educação para os meios de comunicação;
26. Frisa a necessidade de se proceder regularmente ao intercâmbio, entre Estados-Membros, de informações, de boas práticas e, no domínio da educação, de métodos pedagógicos;
27. Insta a Comissão a incluir no programa que venha a suceder ao Programa MEDIA 2007 uma parte especificamente consagrada à promoção da literacia mediática, já que na actual versão aquele programa pouco contribui para fomentar a literacia mediática; subscreve, além disso, os esforços da Comissão no sentido de elaborar um novo programa denominado «Media Mundus», para apoiar a cooperação no domínio audiovisual; solicita que a literacia mediática assuma maior relevo noutros programas de apoio da UE, designadamente, nos programas «Aprendizagem ao longo da vida», eTwinning, «Internet mais segura» e no Fundo Social Europeu; Educação para os meios de comunicação destinada às pessoas idosas;
28. Salienta que as actividades no domínio dos meios de comunicação social destinadas às pessoas idosas devem ser desenvolvidas nos seus locais de permanência e encontro, nomeadamente associações, lares de idosos e instituições de acolhimento e prestação de cuidados de assistência, residências e centros de dia, grupos de tempos livres e actividades de lazer, iniciativas ou grupos de seniores;
29. Releva que as redes digitais oferecem, sobretudo às pessoas idosas, a possibilidade de participarem na vida quotidiana de uma forma comunicativa e de preservarem, tanto quanto possível, a sua autonomia;
30. Assinala que há que ter em conta o quadro de vida e de experiência dos idosos e a sua relação específica com os meios de comunicação no âmbito da educação para os meios de comunicação que lhes seja ministrada.
Fonte: Jornal Oficial da União Europeia, 16 de Dezembro de 2008
Será a Resolução do Parlamento Europeu sobre literacia mediática no mundo digital compatível com as acções de formação que se continuam a fazer, das quais resultam portefólios em papel?
Localizar o Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua em Braga não terá sido o primeiro passo para a sua desacreditação? É que para a maioria dos professores deste país nunca passarão de um apartado.
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Utilização da Internet em Portugal
A utilização da Internet pelas empresas em Portugal apresenta indicadores que nos colocam ao nível dos países em desenvolvimento. Os parceiros que tomamos como referência na União Europeia apresentam uma utilização mais intensiva da Internet.

Fonte: Information Economy Report 2007-2008.
Em termos de penetração dos telemóveis já Portugal é dos países "mais avançados" ;)
Para nós, as tecnologias estão a manifestar-se na sociedade do telemóvel.

Fonte: Information Economy Report 2007-2008.
Em termos de penetração dos telemóveis já Portugal é dos países "mais avançados" ;)
Para nós, as tecnologias estão a manifestar-se na sociedade do telemóvel.
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domingo, 14 de março de 2010
Deus Internet!

Há uma famosa banda desenhada sobre a Internet: representa um cão em frente ao computador. A legenda diz: “O que é óptimo na Internet, é que ninguém pode saber que és um cão”. A palavra “dog” (cão) se for lida ao contrário significa “God” (Deus)!
Outra história que a relação de Deus com a tecnologia me recorda é aquela em que teólogo perguntou a um super-computador muito potente:
- Deus existe?
O super-computador respondeu que não tinha poder suficiente, em termos de capacidade de processamento, para poder responder àquela pergunta. Pediu para ser ligado a outros super-computadores do mundo, mas mesmo assim o seu poder continuava insuficiente. Por isso, o super-computador foi ligado às principais redes militares e universitárias mundo, depois foi ligado às redes das empresas e a todos os computadores pessoais de secretária ou portáteis, aos telemóveis, aos computadores instalados nos automóveis, aos relógios digitais, aos VCR’s, frigoríficos, microondas,..
O teólogo perguntou novamente ao super-computador:
- Deus existe?
E o computador respondeu:
- Sim, agora já existe!
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Second Life - Não serve para quê?
Confesso que nunca fui um entusiasta do Second Life, que sempre vi apenas como um jogo. Hoje demorei-me mais tempo a explorar as suas potencialidades e creio que a abordagem mais esclarecedora é a que pretende responder à pergunta:
O que é que não se pode fazer no Second Life?
Para quem já teclou no MIRC ou utiliza uma qualquer rede social, o Second Life representa sem dúvida nenhuma uma nova dimensão. Por exemplo, dançar com os outros é algo que nunca fará no Twitter nem no FaceBook.


Utilizar as suas imagens 3D para desenhar ou fazer vídeos abrem um novo mundo...
Evidentemente que não serve para substituir o Mundo real, mas para simular é excelente! Por exemplo, os arquitectos poderão observar como se integram as casas na paisagem em modelos 3D mais fáceis de conceber que os programas de AutoCAD convencionais. A facilidade de simulação a custos muito baixos está a transformar o Second Life numa cópia do mundo real. As diversas marcas e instituições que já conhecemos, criam lá as suas ilhas para as podermos visitar, e se possível, fazerem negócios.
Referências em Português
O que é que não se pode fazer no Second Life?
Para quem já teclou no MIRC ou utiliza uma qualquer rede social, o Second Life representa sem dúvida nenhuma uma nova dimensão. Por exemplo, dançar com os outros é algo que nunca fará no Twitter nem no FaceBook.


Utilizar as suas imagens 3D para desenhar ou fazer vídeos abrem um novo mundo...
Evidentemente que não serve para substituir o Mundo real, mas para simular é excelente! Por exemplo, os arquitectos poderão observar como se integram as casas na paisagem em modelos 3D mais fáceis de conceber que os programas de AutoCAD convencionais. A facilidade de simulação a custos muito baixos está a transformar o Second Life numa cópia do mundo real. As diversas marcas e instituições que já conhecemos, criam lá as suas ilhas para as podermos visitar, e se possível, fazerem negócios.
Referências em Português
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Internet
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Os mais jovens utilizam mais frequentemente a Internet mas blogam menos
Os mais jovens utilizam mais frequentemente a Internet mas blogam menos. Tanto nos homens como nas mulheres 3 em cada 4 utilizam a Internet. Não se sabe se a rede virá a ser o mecanismo de promoção social equalizador de oportunidades que os iluministas sonharam implementar através da Escola. Certo é que a utilização da Internet está positivamente correlacionada com o nível de rendimento e com a escolaridade.
Entre os países com maior penetração da Internet encontramos o mais desenvolvido do Mundo - por ordem do IDH - o 4º, o 10º, o 11º e o 13º.

Fonte: http://www.focus.com/fyi/information-technology/state-internet/
Que poderemos concluir com interesse para a Escola? Se não forem os professores a forçar os alunos à maçada da escrita, a sua experiência de Internet não irá além de uns cliques pelo YouTube, redes sociais e pouco mais. Esta experiência da rede fornecida pelas escolas será um factor de exclusão social particularmente grave no caso dos jovens sem acesso a adultos com literacia digital.
Entre os países com maior penetração da Internet encontramos o mais desenvolvido do Mundo - por ordem do IDH - o 4º, o 10º, o 11º e o 13º.
Fonte: http://www.focus.com/fyi/information-technology/state-internet/
Que poderemos concluir com interesse para a Escola? Se não forem os professores a forçar os alunos à maçada da escrita, a sua experiência de Internet não irá além de uns cliques pelo YouTube, redes sociais e pouco mais. Esta experiência da rede fornecida pelas escolas será um factor de exclusão social particularmente grave no caso dos jovens sem acesso a adultos com literacia digital.
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Gripe A foi uma invenção dos "peritos" e das farmacêuticas
Janeiro está a terminar e estamos vivos depois da loucura alarmista da pandemia em entraram todas as entidades oficiais e a "imprensa dita séria".

Fonte: Micosite da Gripe
Agora que já toda a gente viu que fomos enrolados pela OMS, a Ministra da Saúde tenta desfazer-se de 6 milhões de doses da vacina, para evitar esse rombo no Orçamento. Aqui calhou bem o atraso, porque os países que se anteciparam nas compras, compraram uma vacina para uma pandemia de Gripe inventada.
Foi a Internet (web, blogoesfera, mails, YouTube, newsgroups, twitter, FB) que me livrou desta paranóia colectiva, permitindo-me viver tranquilamente este inverno. Obrigado Internet!
Ninguém vai esquecer a Ministra da Finlândia enxovalhada pela imprensa "certinha":
A ameaça da gripe A foi ou não exagerada sob pressão dos laboratórios farmacêuticos? O Conselho da Europa tenta determinar a autenticidade das acusações contra a Organização Mundial de Saúde (OMS). A OMS tenta defender-se desta fraude escandalosa.

Fonte: Micosite da Gripe
Agora que já toda a gente viu que fomos enrolados pela OMS, a Ministra da Saúde tenta desfazer-se de 6 milhões de doses da vacina, para evitar esse rombo no Orçamento. Aqui calhou bem o atraso, porque os países que se anteciparam nas compras, compraram uma vacina para uma pandemia de Gripe inventada.
- «A OMS avançou com a possibilidade, muito reduzida, de haver 71 milhões de mortos no Mundo [vítimas da gripe A]. A verdade é que até hoje morreram 12 mil no Mundo. Valor muito abaixo da gripe sazonal, que só em Portugal mata dois mil por ano».
Avante!
Foi a Internet (web, blogoesfera, mails, YouTube, newsgroups, twitter, FB) que me livrou desta paranóia colectiva, permitindo-me viver tranquilamente este inverno. Obrigado Internet!
Ninguém vai esquecer a Ministra da Finlândia enxovalhada pela imprensa "certinha":
- A "ministra" da Finlândia
Mesmo antes de se iniciar o Programa de Vacinação contra a Gripe A, já circulava na Internet um "famoso" vídeo da autoproclamada ex-ministra da Saúde da Finlândia, denunciando várias conspirações e maroscas que, resumidamente, davam a vacina contra a gripe A como um produto feito pelos americanos, destinado a extinguir a população de várias zonas do globo.
O vídeo circulou, mas poucos se deram ao trabalho de questionar tamanho disparate. Pois a senhora Rauni Kilde era médica e directora-geral da Saúde quando, em 1986 (há mais de 20 anos), teve um acidente de viação e ficou, digamos, com uma diminuição acentuada da sua lucidez. Por essa razão, foi declarada inapta e passou a ser uma entusiasta da ovnilogia, ou seja, o que trata de discos voadores e ET, tendo publicado inclusivamente um livro em que afirma ter sido salva três vezes por extraterrestres.
PÚBLICO, 19.11.2009
A ameaça da gripe A foi ou não exagerada sob pressão dos laboratórios farmacêuticos? O Conselho da Europa tenta determinar a autenticidade das acusações contra a Organização Mundial de Saúde (OMS). A OMS tenta defender-se desta fraude escandalosa.
sábado, 9 de janeiro de 2010
Um dia na Internet
Fonte: http://www.onlineeducation.net/internet/
"O futuro do livro é a sinopse", disse um dia Marshall McLuan.
Que o mundo do papel cria obstáculos ao mundo digital porque não tem a versatilidade deste ambiente é hoje indiscutível.
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domingo, 3 de janeiro de 2010
Estudante conectado em rede
Alguém ainda tem dúvidas das vantagens da utilização da Internet no ensino?
Links sobre conectivismo
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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Web - Esse Mundo por explorar

Ultrapassada a fase das dificuldades técnicas na ligação à Internet, deparamos com uma infinidade de ferramentas na Web que é necessário conhecer e obviamente seleccionar. O melhor blogue do reino se Sua Majestade facilita-nos a tarefa. portanto aqui fica um link para http://springfieldlibrary.wikispaces.com/
Repare-se só na página que ilustra as opções de pesquisa do Google!
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Dropbox: Livre-se de transportar pens e CD’s todos os dias!

Temos um desktop em casa e andamos com um portátil. Trabalhamos em ambos os computadores, e às tantas temos versões dos mesmos ficheiros num e noutro. Aí entram as pens ou os CD’s para copiar a versão mais actualizada para a outra máquina.
A Dropbox é uma aplicação que uma vez instalada dispensa a utilização de quinquilharia. O software cria-lhe um directório Dropbox em cada computador. Colocando os ficheiros nesse directório, ficam nos servidores da Dropbox (Internet) e a partir daí serão repostos nos restantes computadores, no telemóvel, etc. Há ideias fantásticas, não há?!
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sábado, 3 de outubro de 2009
É invasivo mas é fixe

É invasivo mas é fixe, dizem os utilizadores da Diigo, uma ferramenta que lhes permite escrever notas que serão partilhadas com os restantes utilizadores da comunidade, sobre qualquer página na web.
Estas notas só ficam visíveis para quem utiliza a ferramenta. Esta ferramenta também dá jeito para sublinhar os sites como se dispuséssemos de um marcador.
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quarta-feira, 23 de setembro de 2009
O Português é a segunda língua no Twitter

Fonte: webecologyproject.org
O Português é a segunda língua no Twitter, depois do inglês, dominante incontestável. Para assumir esta expressão parece evidentemente que estamos perante a soma dos tweets dos naturais com os daqueles que adoptam o inglês como segunda língua!
Quanto às restantes restantes línguas só o japonês adquire expressão, o que se explica pela relativa homogeneidade da sua cultura.
Tentando compreender este segundo lugar fica a pergunta: Será que por sermos mais iletrados utilizamos mais frequentemente a língua de Camões, perdendo oportunidade de expressarmos as nossas ideias à escala planetária?
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