segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A geração dos adultos, ensanduichada entre os jovens e os idosos é a mais infeliz


Uma área de desenvolvimento recente da Economia atreve-se mesmo a utilizar a estatística para medir a “Felicidade”. Certamente nem conseguem definir inequivocamente o conceito, mas a verdade é que medem a “coisa”. Segundo o The Economist, referido pelo EXPRESSO, concluíram que a curva da felicidade ao longo da vida tem a forma de um U. Isto é, são mais infelizes os adultos, entre os 30 e 50 anos. Uma explicação simples encontra-se na Teoria do Ciclo da Vida: estes vivem ensanduichados entre crianças e jovens dependentes no início das suas vidas, e idosos igualmente dependentes, mas já libertos do trabalho no Inverno das suas vidas.

Todos os adultos recordam com saudade a infância e a juventude, fases onde o Mundo não lhes cobrava o desempenho perfeccionista de papéis.

Por outro lado se perguntarem aos idosos como eles se sentem, envelhecendo, responderão certamente que “Envelhecer não é assim tão mau, considerando a hipótese alternativa”, e então ficam desculpados os problemas com os ossos e as articulações, a redução da visão, os sobressaltos com a tensão arterial, os lapsos de memória, etc.

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