segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Continuar a abandalhar a educação


  • Doze horas é a carga horária mínima anual para os temas de educação sexual serem tratados na escola. Esta é uma das propostas previstas no projecto entregue ontem no Parlamento pelo PS, que prevê ainda a inclusão obrigatória da educação sexual nas escolas e um dia para assinalar o tema.
    A iniciativa legislativa é da Juventude Socialista (JS) mas apresentada pelo PS, informa o vice-presidente da bancada parlamentar socialista e ex-líder da JS, Pedro Nuno Santos.
    PÚBLICO, 13.02.2009


Escolarizar a educação sexual é certamente roubar aos jovens o encanto da descoberta. A escola deveria limitar-se ao seu core business, os saberes clássicos: ensinar a ler, escrever, contar, raciocinar em termos lógicos... e já agora a saber utilizar as tecnologias da informação. Se a escola cumprisse a sua função, cada qual seria livre para aprender o que desejasse.

Juntar rapazes com raparigas - que obviamente têm interesses diferentes - para lhes "dar" educação sexual acabará por ser mais uma seca da escola depósito.

Um comentário:

alex disse...

depende do conteúdo programático. noções básicas sobre DST's, ciclo reprodutivo e afins, não fazem mal a ninguém.

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