quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Relações laborais e concorrência na Socratelândia

Os contratos de trabalho que supostamente regulam as relações laborais, e a lei do trabalho, como as restantes, seria geral e abstracta, universal, bla, bla, bla,... igual para todos.

Digo supostamente porque já se chegou ao cúmulo das relações laborais sem nenhum vínculo quando os recibos verdes (que até são brancos) se eternizam sem qualquer limite temporal à vista, para trabalhadores indiferenciados: que constituem a segunda classe.

O reverso da medalho é o prolongamento do vínculo, mesmo sem exercício de funções e sem pagamento, até que Deus queira, no caso dos doutores: naturalmente, a primeira classe. Exemplo:



Em que país civilizado seria possível o mesmo indivíduo poder ser administrador do maior banco privado (BCP) e manter relações contratuais com o banco público (CGD), que teoricamente é o seu principal concorrente? Só me ocorre um: na Socratelândia. O poder de fiscalização também está controlado pelo PS... Alguém se indigna com a situação a que chegámos, ou é perfeitamente natural?

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